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O podcast Touros e Ursos recebe o gerente de vendas da divisão Enterprise da Nvidia no Brasil para falar sobre as possibilidades da IA, os temores que mais afligem as pessoas em relação à tecnologia e a posição da companhia no mercado
O início das aplicações comerciais da inteligência artificial (IA), com o surgimento do ChatGPT, fez o mundo se voltar rapidamente para as possíveis aplicações da nova tecnologia e o ganho de produtividade que ela poderia gerar.
Foi criado todo um novo segmento de negócios e inovação em torno da novidade, que vem impulsionando a economia e o mercado de ações dos Estados Unidos, mesmo em tempos de juros altos no país.
Nesse universo, a empresa de maior destaque hoje é a Nvidia, fabricante de semicondutores cujos resultados são acompanhados com lupa pelos investidores, pois se tornaram o grande termômetro que mede a temperatura do mercado de IA no mundo.
Com um valor de mercado de quase US$ 3 trilhões e clientes espalhados por inúmeros segmentos, a empresa se tornou praticamente um indicador econômico. Suas ações (NVDA), negociadas na Nasdaq, se valorizaram 630% do início de 2023 até agora, sendo que apenas neste ano a alta foi de 120%.
A disparada se deu em meio ao desenvolvimento das aplicações da inteligência artificial, que elevou a demanda por chips, softwares e data centers que suportam essa tecnologia, e também devido a balanços e guidances (projeções) que vinham sempre superando as expectativas dos investidores.
Tudo isso a ponto de qualquer surpresa mais discreta, atraso na produção ou percalço derrubar o preço das ações da Nvidia, como ocorreu após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2024.
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Mas, para o grande público, até mesmo os investidores pessoas físicas, a inteligência artificial ainda é uma tecnologia pouco conhecida e também levanta vários temores.
Para além das ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, o que mais a inteligência artificial pode fazer por nós? Quais as aplicações que já existem ou que podem vir a existir? E os riscos? Afinal, essa tecnologia vai destruir empregos? Pode se tornar independente do ser humano e nos prejudicar?
Para responder a essas perguntas, o podcast Touros e Ursos recebeu, nesta semana, Marcel Saraiva, gerente de vendas da divisão Enterprise da Nvidia no Brasil. Para conferir o papo na íntegra, basta clicar aqui ou dar o play no tocador abaixo:
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
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