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O Bank of America também atualizou a classificação da CCR (CCRO3) — que já caiu 13% no ano; saiba se chegou a hora de colocar algum desses papéis na carteira
Os caminhos da Ecorodovias estão congestionados: a ação acumula queda de 30% no ano — mas nem tudo está parado para a companhia. O Bank of America (BofA) melhorou a recomendação para os papéis ECOR3 nesta segunda-feira (24), impulsionado as cotações.
As da Ecorodovias subiam 7,02% na B3, cotadas a R$ 6,71, por volta de 12h20. O motor dessa alta é a nova classificação do BofA, que passou de venda para neutra.
O preço-alvo também subiu, de R$ 8 para R$ 9,50, com base em premissas de tráfego mais altas — o que representa um potencial de valorização de 51% sobre o fechamento de sexta-feira (21).
O Bank of America diz que a ação da Ecorodovias registra uma baixa de 33% no ano, um percentual considerado expressivo pelo banco quando comparado à queda de 15% da CCR (CCRO3) e de 9% do Ibovespa.
"Vemos a subvalorização das ações como excessiva, pois ela já refletiu em grande parte as expectativas de taxas de juros mais altas, apagando a expansão sólida no tráfego e um bom controle de custos", diz o BofA.
Os analistas do banco avaliam que a Ecorodovias está sendo negociada a uma taxa interna de retorno (TIR) de 12,7% (em termos reais), o que consideram razoável dada a alavancagem e que os compromissos de capex (investimentos) da empresa superam os riscos de longo prazo.
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Nos cálculos do Bank of America, a empresa possui requisitos de capex de R$ 40 bilhões, 9 vezes o valor de mercado, o que provavelmente resultará em alavancagem elevada por um longo período.
Isso estende a duração do fluxo de caixa e torna o capital da empresa mais sensível à percepção de risco dos investidores e às taxas de juros.
A ação da CCR acumula queda de 13% no ano — bem menos do que as perdas da Ecorodovias no período, mas nem por isso o Bank of America recomenda a compra dos papéis CCRO3.
O banco reiterou a recomendação neutra para os ativos, destacando que considera a CCR um nome defensivo e com um valuation justo.
O preço-alvo de CCRO3, no entanto, caiu de R$ 16 para R$ 14,50 — o que representa um potencial de valorização de 20% considerando o fechamento da última sexta-feira (21).
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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