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Enquanto investidores também aproveitam o Dia dos Namorados, perda da dominância do dólar, recompra de ações da Rede D’Or e MP do PIS/Cofins entram no rada
Hoje é dia de ligar os pontos no mercado financeiro. Não se trata de solucionar nenhuma espécie de mistério ou problema complexo, mas literalmente de interpretar um monte de pontinhos em um pedaço de papel. Refiro-me ao dot plot do Fed.
Trata-se de um gráfico de pontos no qual cada dirigente do banco central norte-americano assinala qual acredita ser o rumo da taxa básica de juros nos Estados Unidos no curto prazo.
O dot plot é divulgado trimestralmente junto com o comunicado da reunião do Fed e é analisado com atenção pelos agentes do mercado financeiro.
Como a expectativa para hoje é de que o Fed mantenha os juros nos níveis mais elevados em décadas, as atenções se voltam para o comunicado, para a entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell, e especialmente para o gráfico de pontos.
Isso porque ele deve trazer mudanças consideráveis em relação ao dot plot anterior. Em março, os diretores do Fed projetavam até três cortes de juros até o fim do ano. No entanto, os dados jogaram contra eles no último trimestre.
A atividade econômica norte-americana segue firme, o mercado de trabalho continua aquecido e o dragão da inflação reluta em voltar para a jaula.
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Nessa situação, vai ter gente feliz da vida se os dirigentes do Fed projetarem pelo menos uma aparadinha na cabeleira dos juros ainda em 2024.
Isso porque é a hesitação do Fed em relação ao início de um ciclo de corte de juros que vem dificultando a vida dos ativos de risco mundo afora, inclusive em mercados emergentes como o Brasil.
Antes de juntar os pontos, porém, os investidores precisam prestar atenção aos números da inflação nos Estados Unidos em maio. O indicador não vai mexer com a decisão do Fed, mas pode movimentar bem o mercado até sua divulgação.
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