O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas revisaram para cima as estimativas para a dupla de frigoríficos, com recomendação “outperform” para os dois papéis
Duas das ações que mais subiram na bolsa brasileira em 2024, a Marfrig (MRFG3) e a BRF (BRFS3) ainda têm potencial para ir além na B3 e distribuir dividendos polpudos aos acionistas, segundo o Santander.
O banco acabou de revisar para cima as estimativas para a dupla de frigoríficos. No caso da BRF, os analistas elevaram a recomendação de “neutra” para “outperform” — equivalente a compra — e fixaram um novo preço-alvo para os papéis BRFS3, de R$ 32 para o fim de 2025.
A nova cifra implica em uma valorização potencial de 23,9% em relação ao último fechamento. Vale lembrar que os papéis já subiram 87% desde o início do ano.
Enquanto isso, a Marfrig, já detentora de recomendação “outperform” pelo banco, teve o preço-alvo elevado de R$ 15,70 para R$ 19 para o fim de 2025.
O novo valor prevê que os papéis podem subir 23,6% no ano que vem em comparação com as cotações do fechamento anterior — ampliando os ganhos de mais de 61% dos ativos MRFG3 na B3 desde janeiro.
Em sessão positiva para a bolsa brasileira, as ações da Marfrig e da BRF acompanham o otimismo e sobem hoje, com ganhos de 4,16% e 0,66% por volta das 15h30, respectivamente.
Leia Também
A tese otimista do Santander para a Marfrig (MRFG3) é sustentada por três pilares principais:
Na avaliação do banco, ainda que tenha boa parte do desempenho positivo sustentado pela divisão de carne bovina, que segue em crescimento na BRF, a Marfrig hoje colhe os benefícios da sua diversificação de negócios.
“Acreditamos que o lucro líquido da Marfrig deve ser reforçado pelos fortes resultados da BRF e pelo valor dos ativos vendidos para a Minerva”, afirmaram os analistas, em relatório.
A expectativa do banco é uma redução nas margens do negócio de carne bovina da Marfrig na base anual, à medida que os ciclos de gado no Brasil e nos Estados Unidos estão sincronizados — e apontando para baixo.
Apesar das incertezas em relação ao mercado de carne bovina dos EUA, dado o ciclo negativo do gado na região, o histórico da National Beef — operação norte-americana da Marfrig — mostra que é um ativo resiliente em crises, segundo os analistas.
Além disso, o negócio da Marfrig na América do Sul é mais eficiente, estável e resiliente, e a entrada de recursos do acordo com a Minerva deve ajudar a empresa a reduzir sua alta alavancagem.
“No longo prazo, a diversificação deve trazer menos volatilidade aos resultados e reduzir os riscos sanitários do negócio”, projetam os analistas.
Já para a BRF (BRFS3), o Santander prevê que a dona da Sadia e da Perdigão deve entregar um “forte conjunto de resultados” no terceiro trimestre, impulsionada pelas fortes exportações.
Nas projeções dos analistas, a divisão internacional deve continuar robusta no 3T24, apoiada pelos preços fortes. No entanto, o desempenho não deve alcançar o “potencial máximo” devido às suspensões de exportação nas plantas do Rio Grande do Sul após um surto da doença de Newcastle em julho.
Do lado dos dividendos, o Santander projeta que as remunerações aos acionistas superem a marca de R$ 3 bilhões em proventos em 2024.
Já a Marfrig poderia distribuir R$ 1,6 bilhão em dividendos, com um rendimento de proventos (dividend yield) de 11%, considerando a fatia de 51% na BRF e a combinação da venda de ativos à Minerva, além do potencial forte resultado consolidado da companhia.
Para os analistas, a empresa atualmente é avaliada abaixo do valor de investimento na BRF — o que significa que os negócios excluindo a fatia na dona da Perdigão não estão sendo precificados pelos investidores.
As perspectivas para a BRF também são otimistas para o ano que vem, uma vez que os analistas não mapearam nenhuma potencial oferta de frango adicional relevante chegando ao mercado em 2025.
Aliás, o Santander destoa do restante do mercado pela dimensão do otimismo: as estimativas do banco para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do ano que vem chegam a R$ 11 bilhões — cifra 30% maior que o consenso dos analistas.
A visão mais positiva é baseada em uma tríade de fatores. O primeiro deles é a expectativa de nenhuma oferta relevante de frango chegando ao mercado em 2025.
Os analistas ainda esperam que preços mais altos do gado continuem a impulsionar os preços de aves.
Além disso, o forte crescimento nos volumes de alimentos processados, que são impulsionados pelo programa de eficiência implementado pela empresa, é parte essencial da tese do banco para as ações BRFS3.
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro