O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nesta semana, a Microsoft demitiu cerca de 2 mil pessoas. Nasdaq e S&P 500 operam em níveis recordes antes dos balanços das empresas de tecnologia
As companhias de tecnologia iniciaram o ano de 2024 com o pé direito, com recordes nas bolsas dos Estados Unidos. O índice Dow Jones renovou a máxima histórica ao alcançar os 38 mil pontos, S&P 500 em patamar recorde e o Nasdaq está no nível mais alto em dois anos.
A Microsoft, por exemplo, alcançou R$ 3 trilhões em valor de mercado — patamar que só a Apple tinha atingido até então — nesta semana. Contudo, o ambiente aparentemente favorável não espantou a onda de demissões nas gigantes de tecnologia.
Na última quinta-feira (25), a empresa fundada por Bill Gates demitiu 1.900 funcionários — cerca de 9% do quadro de pessoal da divisão de jogos da companhia.
A reestruturação na gigante de tecnologia faz parte de um “plano de execução”, com a previsão de corte de algumas áreas, de acordo com o CEO da Microsoft Gaming, Phil Spencer, em carta aos funcionários.
As demissões acontecem quatro meses após a companhia adquirir a Activision Blizzard. Desde então, as equipes de Activision, Blizzard e King estão em processo de integração com a Microsoft.
“Juntos, definimos prioridades, identificamos áreas de sobreposição e garantimos que estamos todos alinhados quanto às melhores oportunidades de crescimento”, afirma Spencer.
Leia Também
Vale lembrar que a Microsoft propôs pela primeira vez a compra da Activision em janeiro de 2022, mas o negócio só foi fechado em outubro de 2023, por cerca de US$ 68,7 bilhões — a maior operação da história do setor de games.
Se por um lado, as ações de tecnologia têm disparado em janeiro, por outro, as demissões também estão em ritmo acelerado nos Estados Unidos.
Segundo dados do site Layoffs.fyi, que agrega as demissões realizadas em todo o mundo, cerca de 61 empresas de tecnologia no país desligaram aproximadamente 12,5 mil trabalhadores em janeiro até agora. Esse é o maior número desde março.
Um dos casos mais recentes é a fintech Brex, fundada pelos jovens brasileiros Pedro Franceschi e Henrique Dubugras — que ganhou os holofotes em outubro de 2023 com o casamento em Fernando de Noronha.
A startup demitiu 282 pessoas nesta terça-feira (23). As áreas afetadas pelo corte não foram divulgadas.
No início do mês, a Google confirmou o corte de centenas de empregos das áreas de engenharia e hardware.
Vale lembrar que as demissões atingiram o pico em janeiro do ano passado, quando 277 empresas de tecnologia cortaram quase 90 mil empregos. Na época, o setor de tecnologia foi pressionado pelo cenário macroeconômico de juros mais elevados.
PODCAST TOUROS E URSOS - O ano das guerras, Trump rumo à Casas Branca e China mais fraca: o impacto nos mercados
Agora, o cenário é diferente da onda de demissões enfrentada no ano passado. Em 2024, o mercado opera mais otimista com as ações de tecnologia, em meio à desaceleração da inflação e à perspectiva de afrouxamento monetário pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.
Um dos motivos para as demissões no início deste ano é a mudança de foco: o desenvolvimento de produtos de inteligência artificial.
Essa foi, pelo menos, a justificativa da Google, que deve priorizar ferramentas de IA, como o chatbot Bard e o modelo de linguagem Gemini, em meio à corrida de concorrência com a Microsoft e a Amazon.
Além disso, estão em jogo orçamentos menores. Vale lembrar que o fundador da Meta — dona do Facebook, WhatsApp e Instagram — chamou 2023 de “ano da eficiência” , em que reduziu cerca de 20 mil empregos na companhia. Por outro lado, as ações da empresa saltaram cerca de 178% entre janeiro e dezembro.
Por fim, Alphabet, Amazon, Apple, Meta e Microsoft divulgam os resultados do quarto trimestre e do acumulado de 2023 nas próximas semanas.
*Com informações de CNBC
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa