Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
RAIO-X DA QUEDA

É o fim do rali do dólar? Por que a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em três semanas

E não foi só por aqui que o dólar perdeu força: em todo o planeta, a divisa teve forte queda após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano

Imagem mostrando uma cédula de dólar no primeiro plano e um gráfico indicando queda ao fundo; indica a correlação entre o câmbio e a bolsa
Imagem: Shutterstock

Depois de uma disparada ao longo de abril, o dólar iniciou a primeira semana de maio em queda. A moeda norte-americana registrou um recuo de quase 1% nos últimos cinco dias e fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em três semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Boa parte das perdas foi acumulada na última sexta-feira (3), quando a divisa teve forte queda após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano e chegou a tocar os R$ 5,04 na mínima da sessão.

O dólar fechou o dia em queda de 0,85% e a R$ 5,0698, o valor mais baixo desde 9 de abril, quando registrou o patamar de R$ 5.

  • Como proteger os seus investimentos: dólar e ouro são ativos “clássicos” para quem quer blindar o patrimônio da volatilidade do mercado. Mas, afinal, qual é a melhor forma de investir em cada um deles? Descubra aqui.

O que derrubou o dólar?

E não foi só por aqui que o dólar perdeu força: em todo o planeta, ele teve forte queda após a divulgação de que a criação de postos de trabalho nos Estados Unidos ficou abaixo do esperado, segundo dados do payroll divulgados pelo Departamento do Trabalho dos EUA.

No mês passado, a maior economia do planeta abriu 175 mil empregos, número muito inferior ao consenso de 240.000 da Dow Jones. Além disso, a taxa de desemprego subiu para 3,9%, contra as expectativas de que se manteria estável em 3,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A notícia reacendeu as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) comece a baixar os juros antes de novembro. Taxas mais baixas em economias avançadas estimulam a migração de recursos para países emergentes, como o Brasil.

Leia Também

BYE BYE, BRASIL

Os estrangeiros estão de saída e já tiraram R$ 8,9 bilhões da Bolsa em maio — na contramão, o investidor local está segurando as pontas

NO RITMO DO PETRÓLEO

O sinal vindo do Oriente Médio que fez Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) liderarem as perdas no Ibovespa

A probabilidade de um segundo corte de juros nos EUA até ao final do ano aumentou para cerca de 72% após a divulgação do payroll, depois de cair para menos de 50% no dia anterior, de acordo com dados compilados pela ferramenta FedWatch do CME Group.

Vale relembrar que, na quarta-feira (1), o presidente do Fed, Jerome Powelldeu a fórmula para os juros começarem a cair nos EUA. Na ocasião, o banco central norte-americano manteve a taxa referencial inalterada na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano — o maior nível em mais de duas décadas. 

  • O Fed precisa ganhar confiança de que inflação está em uma trajetória sustentável na direção da meta de 2%;
  • Um enfraquecimento inesperado do mercado de trabalho norte-americano.

Mas Powell alertou: “um dado fraco do mercado de trabalho e uma taxa de inflação branda certamente não farão com que iniciemos o corte de juros. Esse é um cenário que não nos dá confiança alguma de que nossa meta de 2% para a inflação será atingida de maneira sustentável”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nossas decisões, no então, dependerão dos dados, de um conjunto geral de dados, e também avaliaremos os riscos econômicos de um corte de juros”, disse Powell, acrescentando que as decisões do Fed serão tomadas reunião por reunião e não serão baseadas apenas em um dado pontual. 

*Com informações da Agência Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Silhueta de um guindaste, trabalhadores e um cifrão representando os dividendos de ações e fundos imobiliários construção civil construtoras ID da foto 172388073 19 de maio de 2026 - 14:17
Gráfico de ações e sacolas de compras para representar empresas do varejo 18 de maio de 2026 - 12:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 17 de maio de 2026 - 11:13
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia