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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa ignora IPCA e recupera os 121 mil pontos com bancos; dólar sobe à espera dos juros nos EUA

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11 de junho de 2024
17:11 - atualizado às 14:33

RESUMO DO DIA: Na véspera da decisão de política monetária dos Estados Unidos, os bancos brasileiros foram os impulsionadores do Ibovespa — em dia de alguns ventos contrários para a economia local.

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O principal índice da bolsa brasileira recuperou o fôlego deixado nos últimos minutos da sessão anterior e fechou o pregão hoje com a alta de 0,73%, aos 121.635 pontos.

O dólar seguiu no ritmo de ganhos e terminou o dia a R$ 5,36, com leve alta de 0,08% no mercado à vista.

Por aqui, o grande destaque do dia foi a divulgação do IPCA. A inflação avançou acima do esperado para maio. No acumulado de 12 meses, o dado seguiu abaixo do teto da meta de inflação do Banco Central para este ano.

Contudo, parte do mercado financeiro já descarta um novo corte nos juros e prevê que a Selic termine 2024 a 10,50% ao ano. O movimento da curva de juros, porém, teve uma reação contrária: alívio em todos os vencimentos na esteira dos Treasurys.

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Lá fora, os investidores ficaram em compasso de espera dos dados de inflação e da decisão dos juros nos Estados Unidos. O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês; equivalente ao Copom do BC brasileiro) deve manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.

Leia Também

O mercado espera alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim do ano na entrevista coletiva dada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, após a decisão.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (11): 

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 12,447,99%
BEEF3Minerva ONR$ 6,305,88%
PRIO3PRIO ONR$ 42,584,36%
PCAR3GPA ONR$ 2,954,24%
AZUL4Azul PNR$ 9,554,03%

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (11):

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 48,92-1,55%
EMBR3Embraer ONR$ 38,81-0,56%
RENT3Localiza ONR$ 41,55-0,74%
DXCO3Dexco ONR$ 6,92-0,57%
VAMO3Vamos ONR$ 7,54-0,53%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,73%, aos 121.635,06 pontos. O índice avançou com a recuperação dos bancos ao longo da sessão na véspera de decisão sobre os juros nos Estados Unidos.

Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou de mais um evento hoje antes do período de silêncio do Copom, mas não mencionou o IPCA. O Copom se reúne na próxima semana para decidir sobre os juros.

Hoje, após o IPCA, o mercado voltou a se dividir nas apostas sobre a Selic terminal. Alguns economistas já preveem que a taxa básica de juros fique inalterada a 10,50% ao ano.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão sem direção única na véspera de decisão de política monetária nos Estados Unidos.

A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano e que o presidente do BC norte-americano, Jerome Powell, dê alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim de 2024 na entrevista coletiva após a decisão.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,27%, aos 5.375,32 pontos;
  • Dow Jones: -0,31%, aos 38.747,42 pontos;
  • Nasdaq: +0,88%, aos 17.343,55 pontos.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fecha a R$ 5,3610, com alta de 0,08% no mercado à vista.

A moeda norte-americana manteve os ganhos da sessão anterior na expectativa pela decisão sobre os juros nos Estados Unidos, que será divulgada amanhã (12).

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo fechou em alta e estendeu os ganhos da sessão anterior em meio à expectativa dos juros dos Estados Unidos e a revisão de projeções para a commodity pelo Departamento de Energia norte-americano.

O Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aumentou sua projeção para a demanda global de petróleo e líquidos em 2024, de 102,8 milhões de barris por dia (bpd) para 103 milhões de bdp.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento para agosto, fecharam com alta de 0,36%, a US$ 81,92 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos do WTI, com vencimento para julho, subiram 0,21%, a US$ 77,90 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

DASA (DASA3) LIDERA GANHOS DO B3

As ações da Dasa (DASA3) lideram os ganhos da B3 com alta de 15,20%, a R$ 4,70.

Os papéis da companhia avançam com a potencial fusão entre a Dasa e Amil após as empresas confirmarem que estão com negociações em estágio avançado.

BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York reduzem as perdas e operam sem direção única com a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed) no radar.

  • S&P 500: +0,08%;
  • Dow Jones: -0,40%;
  • Nasdaq: +0,60%.
PETRORECONCAVO AINDA É 'BUY', MAS SANTANDER CORTA PREÇO-ALVO

Mesmo com um balanço que deixou a desejar no último trimestre de 2023, os analistas já previam um futuro melhor para a PetroReconcavo (RECV3) e ela ainda é uma junior oil que vale a pena ter na carteira. É isso que os analistas do Santander consideram, em um relatório recente. 

Os analistas destacam que essa “novata” no ramo do petróleo tende a se beneficiar de um cenário com menores proteções (hedges) contra flutuações negativas no preço da commodity no segundo semestre. 

Isso porque a produção acumulada no ano tem sido levemente abaixo da média, de 26 mil barris de óleo equivalente por dia (boed, em inglês). E os eventos que levaram a essa baixa produtividade incluem paradas para manutenção e clima, o que atrasou a perfuração de poços da empresa.

Contudo, para o segundo semestre, a expectativa é de que a PetroReconcavo pise no acelerador, para uma média de 27 mil boed até o fim de 2024 e de 31 mil boed em 2025, de acordo com as projeções.

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DÓLAR PERDE ESPAÇO NAS RESERVAS CAMBIAIS, SEGUNDO O FMI; A MOEDA ESTÁ EM RISCO?

De janeiro até agora, o dólar já acumula alta de mais de 10% ante o real. Apesar disso, a força da moeda norte-americana pode começar a ter os dias contados, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mas não a curto prazo.

Nos últimos meses, a robustez da economia dos Estados Unidos, a política monetária mais restritiva adotada pelo Banco Central norte-americano (o Federal Reserve) e o crescente risco geopolítico — com as guerras entre a Ucrânia e a Rússia e entre Israel e o Hamas — contribuíram para a valorização do dólar. 

Ao mesmo tempo, porém, as incertezas econômicas, principalmente, nas principais economias do mundo — que contribuem para a abertura de uma janela para uma eventual reorganização financeira global — levaram a alguns países a deter outras moedas nas reservas cambiais. 

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Segundo dados recentes da Composição Monetária das Reservas Cambiais Oficiais (Cofer, na sigla em inglês) do FMI, a participação do dólar nas reservas internacionais dos bancos centrais apresenta um declínio gradual e contínuo ao longo das últimas duas décadas. 

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Com o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, os juros futuros brasileiros recuam em toda a curva — o que favorece os ativos cíclicos, como o setor de varejo.

Há também um movimento de recuperação da sessão anterior a despeito do IPCA de maio, que veio acima do esperado.

Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 12,286,60%
BEEF3Minerva ONR$ 6,244,87%
PRIO3PRIO ONR$ 42,634,49%
RRRP33R Petroleum ONR$ 27,153,15%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 5,882,80%

O setor de mineração e siderurgia figura entre as maiores quedas do Ibovespa desde o início do pregão, na esteira do tombo de mais de 4% do minério de ferro na China.

Confira as maiores baixas do Ibovespa hoje (até agora):

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 49,14-1,11%
CSNA3CSN ONR$ 12,22-1,05%
VALE3Vale ONR$ 60,55-0,85%
DXCO3Dexco ONR$ 6,92-0,57%
COGN3Cogna ONR$ 1,78-0,56%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera na contramão das bolsas de Nova York e firma alta aos 121 mil pontos. O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,46%, aos 121.312 pontos.

Na tentativa de recuperação das perdas de mais de 0,5% nos primeiros dias de junho, o índice também ignora o avanço da inflação mensal no Brasil.

Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou de mais um evento hoje antes do período de silêncio do Copom, mas não mencionou o IPCA. O Copom se reúne na próxima semana para decidir sobre os juros.

Hoje, após o IPCA, o mercado voltou a se dividir nas apostas sobre a Selic terminal. Alguns economistas já preveem que a taxa básica de juros fique inalterada a 10,50% ao ano.

O dólar tenta manter o ritmo de alta no patamar de R$ 5,36, com a decisão de juros nos Estados Unidos no radar. Amanhã (12), o Fed divulga a decisão.

Após a forte alta na sessão anterior, os juros futuros (DIs) caem em toda a curva na esteira dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, os Treasurys e a despeito do IPCA.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias terminaram o pregão em baixa, em meio a agenda maios esvaziada e aversão ao risco dos investidores na expectativa por dados de inflação e decisão sobre os juros nos Estados Unidos.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa hoje:

  • DAX (Frankfurt): -0,66%, aos 18.372,39 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,98%, aos 8.147,81 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -1,33%, aos 7.789,21 pontos;
  • Stoxx 600: -0,91%, aos 517,40 pontos.
INFLAÇÃO ACELERA EM MAIO E JUROS NÃO VOLTARÃO A CAIR TÃO CEDO

“Não se afobe, não, que nada é pra já”, poderia cantar Roberto Campos Neto para Fernando Haddad depois de ver os números da inflação de maio.

Os versos de Chico Buarque ilustram a frustração de quem ainda vivia a expectativa de ver o Comitê de Política Monetário (Copom) do Banco Central (BC) cortar os juros na semana que vem.

O golpe fatal veio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (11).

A inflação oficial voltou a acelerar em maio e analistas agora avaliam que o Copom vai manter os juros por algum tempo em 10,50% ao ano antes de pensar em novos cortes.

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MXRF11 LANÇA OFERTA DE ATÉ R$ 1 BILHÃO

Menos de uma semana após receber o aval dos cotistas para realizar uma oferta na bolsa, o Maxi Renda (MXRF11) oficializou nesta terça-feira (11) sua décima emissão de cotas. O fundo imobiliário publicou mais cedo o anúncio de início e o prospecto, que trazem mais detalhes sobre a operação.

Conforme antecipado durante a consulta aos investidores, o FII, que é o maior da B3 em número de cotistas, quer levantar até R$ 1 bilhão. A soma considera uma oferta-base de R$ 800 milhões e um lote adicional de até R$ 200 milhões.

Serão emitidas até 102,6 milhões de novas cotas a R$ 10,07 cada — já incluindo o preço de emissão de R$ 9,74 e uma taxa de distribuição primária de R$ 0,33. O valor é cerca de 1,18% inferior ao fechamento do MXRF11 na B3 ontem, último pregão antes do anúncio da emissão.

Vale destacar que a oferta é voltada a investidores no geral e o investimento mínimo é de apenas uma nova cota.

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GIRO DO MERCADO

Divulgado nesta terça-feira (11), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,46% em maio — apontando para uma aceleração em relação à alta de 0,38% apurada em abril.

O resultado veio acima do consenso do mercado, que esperava um avanço de 0,40%, segundo pesquisa do Broadcast.

O Giro do Mercado recebe Oestes Costa, sócio da O2 Capital, para comentar o cenário e as perspectivas para a inflação, e quais são os desafios que a economia brasileira deve enfrentar nos próximos meses.

Acompanhe AO VIVO:

O governo não vai cumprir a meta de déficit zero — e isso traz uma notícia boa e outra ruim, segundo economista-chefe do BTG Pactual

É quase consenso no mercado financeiro que o governo não será capaz de cumprir com a meta de déficit zero defendida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Mas para Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, existe uma breve notícia boa e outra bastante ruim sobre a situação fiscal do Brasil.

“A boa notícia é que o mercado nunca acreditou nesses números e sempre trabalhou com a expectativa de que teríamos déficit todos os anos neste governo, até 2026”, disse Almeida, em painel durante o evento ABVCAP Experience

É por isso, segundo o economista, que a revisão das metas fiscais em abril — que abandonou o superávit primário por um “zero-a-zero” em 2025 — não assustou os investidores. “As novas metas são ainda melhores do que a expectativa do mercado desde o ano passado.”

Mas se o “copo meio cheio” já não parecia lá muito animador, o lado negativo começa a preocupar. Mais. Para Mansueto, um dos principais riscos macroeconômicos do país é o impacto do crescimento da despesa obrigatória do governo federal.

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NA MÁXIMA

Ibovespa bate máxima com avanço de 0,69%, aos 121.588,43 pontos.

MAIORES QUEDAS DO IBOVESPA

O setor de mineração e siderurgia figura entre as maiores quedas do Ibovespa na esteira do tombo de mais de 4% do minério de ferro na China.

Confira as maiores baixas do Ibovespa hoje (até agora):

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,74-3,07%
VALE3Vale ONR$ 59,75-2,16%
CSNA3CSN ONR$ 12,16-1,54%
MRFG3Marfrig ONR$ 10,94-1,26%
SMTO3São MartinhoR$ 29,64-1,20%
MAIORES ALTAS DO IBOVESPA

Com o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, os juros futuros brasileiros recuam em toda a curva — o que favorece os ativos cíclicos, como o setor de varejo.

Há também um movimento de recuperação da sessão anterior a despeito do IPCA de maio, que veio acima do esperado.

Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 12,236,16%
CVCB3CVC ONR$ 1,943,74%
PCAR3GPA ONR$ 2,912,83%
PRIO3PRIO ONR$ 41,792,43%
ARZZ3Arezzo ONR$ 49,632,54%
ABERTURA DE NOVA YORK

Na véspera do payroll, as bolsas de Nova York operam em queda após a abertura.

  • S&P 500: -0,36%, aos 5.342,33 pontos;
  • Dow Jones: -0,67%, aos 38.607,46 pontos;
  • Nasdaq: -0,03%, aos 17.189,11 pontos.

A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, com alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim de 2024.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,27%, aos 121.085 pontos após a abertura.

O principal índice da bolsa brasileira tenta recuperar as perdas da véspera com o apoio do petróleo e ajuste na curva de juros futuros.

Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.

Os investidores acompanham, em mais um dia, declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento.

Lá fora, os mercados esperam a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros inalterados pela sétima vez consecutiva.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado de Nova York, na esteira do desempenho das commodities

Petrobras avança com o petróleo, enquanto Vale recua com o tombo de mais de 4% do minério de ferro.

  • Petrobras (PBR): +0,21%, a US$ 14,62;
  • Vale (VALE): -1,40%, a US$ 11,24
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera em tom negativo, majoritariamente.

Na retomada das negociações após o feriado, o minério de ferro caiu 4,16%, a US$ 111,20 a tonelada em Dalian, na China. Trata-se da menor cotação da commodity desde 8 de abril de 2024.

O petróleo tenta firmar alta e opera em leve avanço de 0,05%, a US$ 81,69 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros abriram com viés de alta em toda a curva em continuidade ao ritmo de abertura da curva da véspera.

Os DIs repercutem o IPCA acima do esperado para maio a despeito do alívio nos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos, os Treasurys.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,66%10,64%
DI1F26DI Jan/2611,31%11,28%
DI1F27DI Jan/2711,63%11,60%
DI1F28DI Jan/2811,84%11,84%
DI1F29DI Jan/2911,97%11,94%
DI1F30DI Jan/3012,07%12,03%
DI1F31DI Jan/3112,11%12,06%
DI1F32DI Jan/3212,11%12,08%
DI1F33DI Jan/3312,13%12,08%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar iniciou as negociações a R$ 5,3663, com alta de 0,18% em relação ao fechamento anterior.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro opera em queda de 0,44%, aos 120.480 pontos após a abertura.

O índice acompanha a aversão ao risco do exterior na véspera da decisão de política monetária nos Estados Unidos.

Por aqui, as atenções dos investidores se concentram na inflação de maio. A expectativa é que o IPCA acelere de 0,38% em abril para 0,40% em maio. O IBGE divulga o dado em instantes.

INFLAÇÃO EM MAIO

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a principal referência de inflação, avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio. Os dados foram divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A inflação mensal ficou acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.

No ano, o IPCA acumula alta de 2,27% e, nos últimos 12 meses, acelerou de 3,69% para 3,93% em maio — ainda dentro do limite superior (teto) da meta de 4,5%.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta terça-feira.

Depois de registrar ganhos modestos na véspera, Wall Street se prepara para um dia de agenda vazia antes da decisão do Fed e da inflação de maio, previstas para amanhã.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,27%
  • Dow Jones futuro: -0,35%
  • Nasdaq futuro: -0,29%
BOLSAS DA EUROPA ABREM SEM DIREÇÃO

Falta uma bússola para as bolsas de valores da Europa na manhã desta terça-feira.

Os principais índices de ações da região oscilam entre leves altas e baixas depois das perdas de ontem.

Na segunda-feira, as bolsas europeias caíram em bloco em meio à turbulência política gerada pelo avanço de partidos de extrema direita nas eleições para o Parlamento Europeu.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,62%
  • CAC 40 (Paris): -0,84%
  • FTSE 100 (Londres): -0,74%
  • Euro Stoxx 600: -0,79%
TAXA DE DESEMPREGO SOBE NO REINO UNIDO

A taxa de desemprego do Reino Unido apresentou leve alta no trimestre móvel encerrado em abril.

O indicador do desemprego avançou de 4,3% no trimestre até março para 4,4% um mês depois. Analistas esperavam estabilidade.

Já o salário semanal médio mostrou avanço anual de 6% no trimestre até abril, repetindo a variação do trimestre até março. Analistas esperavam alta de 6,1%.

LAGARDE FAZ UM ALERTA

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, fez um alerta nesta terça-feira.

"Ainda não terminamos o ciclo restritivo da política monetária”, disse a banqueira central em entrevista concedida ao jornal alemão Handelsblatt.

De acordo com ela, o corte nas taxas de juros realizado na semana passada não significa que a inflação foi vencida.

Lagarde disse que as taxas de juros poderão permanecer inalteradas por mais de uma reunião do BCE e que ainda são necessários mais dados, principalmente sobre salários, para orientar as próximas decisões.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO

As bolsas asiáticas fecharam sem um único sinal à espera de dados de inflação da China e dos EUA, bem como de anúncios de política monetária dos bancos centrais americano e japonês.

Na China continental, os mercados voltaram de um feriado com desempenho misto: o índice Xangai Composto caiu 0,76%, mas o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,29%.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei subiu 0,25% em Tóquio, e o sul-coreano Kospi teve leve ganho de 0,15%, enquanto o Hang Seng apresentou queda de 1,04% em Hong Kong, e o Taiex recuou 0,30% em Taiwan.

Investidores aguardam novos dados chineses de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI), a ser divulgados no fim da noite desta terça.

Amanhã (12), a atenção vai se voltar para a atualização do CPI dos EUA e decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano).

Mais adiante, na sexta-feira (14), será a vez de o Banco do Japão (BoJ) revisar sua política monetária. As expectativas são de que tanto o Fed quanto o BoJ deixem seus juros inalterados.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: -0,76%
  • Tóquio: +0,25%
  • Hong Kong: -1,04%
  • Kospi: +0,15%
  • Taiwan: -0,30%
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

A semana focada na política monetária dos Estados Unidos começou com alívio para as bolsas de NY, mas não para o Ibovespa. Isso porque o avanço do petróleo - que favoreceu a Petrobras (PETR4) - foi insuficiente para dar um pouco de tração positiva ao principal índice da bolsa brasileira.

O Ibovespa fechou próximo da estabilidade, com leve queda de 0,01%, aos 120.759 pontos.

O dólar seguiu em ritmo de apreciação e se aproximou de R$ 5,40. Mas, ao longo da sessão, a moeda norte-americana perdeu força e terminou o dia a R$ 5,35, com avanço de 0,60% no mercado à vista — o maior patamar desde janeiro de 2023.

Por aqui, o cenário fiscal voltou a chamar a atenção dos investidores com a medida que propõe mudanças no PIS/Cofins como regra compensatória à desoneração da folha de pagamentos.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fez novas declarações hoje em evento. Ele disse que a maior percepção de risco no Brasil está relacionada à harmonia entre as políticas fiscal e monetária.

Campos Neto reforçou que o país está em processo de convergência da inflação, embora as expectativas de inflação estejam começando a desancorar. Agora, a expectativa é pela IPCA de maio, que deve ser divulgado amanhã (11).

Lá fora, os investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na próxima quarta-feira (12). O mercado espera que os juros fiquem inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, mas com uma indicação de um ou dois cortes até o fim do ano.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (10).

MERCADO AGUARDA DECISÃO DO FED E INFLAÇÃO NOS EUA

Esta quarta-feira será crucial para a narrativa macroeconômica que tem moldado os mercados globais ao longo do ano. Hoje (11) se inicia a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve, que se encerrará amanhã (12).

Complementarmente, na manhã de quarta-feira, antes da decisão do Fed durante a tarde, serão divulgados os dados de inflação de maio nos EUA.

As previsões indicam um aumento mensal de 0,1% no índice de preços ao consumidor, resultando em uma taxa anual de 3,4%, estável em relação ao mês anterior.

Excluindo alimentos e energia, o núcleo do índice deve registrar um aumento de 0,3% no mês, resultando em um avanço anual de 3,5%.

Leia mais.

O DIA EM QUE O PLANO REAL QUASE FOI PELO RALO

O Plano Real completa 30 anos em 2024, mas quase não saiu do papel.

Pior: foi por muito pouco que a proposta que finalmente estabilizou a moeda e colocou os preços sob controle depois de anos de hiperinflação não entrou para a lista dos malfadados planos econômicos que bagunçaram a vida financeira dos brasileiros entre o fim dos anos 1980 e o início da década de 1990.

Aconteceu em 27 de fevereiro de 1994, véspera da publicação da Medida Provisória 434 daquele ano.

Ela estabelecia, entre outras coisas, a unidade real de valor (URV), moeda virtual que ancorou a transição do Cruzeiro Real para o Real como o conhecemos hoje.

Leia mais.

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Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

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