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RESUMO DO DIA: Na véspera da decisão de política monetária dos Estados Unidos, os bancos brasileiros foram os impulsionadores do Ibovespa — em dia de alguns ventos contrários para a economia local.
O principal índice da bolsa brasileira recuperou o fôlego deixado nos últimos minutos da sessão anterior e fechou o pregão hoje com a alta de 0,73%, aos 121.635 pontos.
O dólar seguiu no ritmo de ganhos e terminou o dia a R$ 5,36, com leve alta de 0,08% no mercado à vista.
Por aqui, o grande destaque do dia foi a divulgação do IPCA. A inflação avançou acima do esperado para maio. No acumulado de 12 meses, o dado seguiu abaixo do teto da meta de inflação do Banco Central para este ano.
Contudo, parte do mercado financeiro já descarta um novo corte nos juros e prevê que a Selic termine 2024 a 10,50% ao ano. O movimento da curva de juros, porém, teve uma reação contrária: alívio em todos os vencimentos na esteira dos Treasurys.
Lá fora, os investidores ficaram em compasso de espera dos dados de inflação e da decisão dos juros nos Estados Unidos. O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês; equivalente ao Copom do BC brasileiro) deve manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.
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O mercado espera alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim do ano na entrevista coletiva dada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, após a decisão.
Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (11):
Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 12,44 | 7,99% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 6,30 | 5,88% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 42,58 | 4,36% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 2,95 | 4,24% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 9,55 | 4,03% |
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (11):
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 48,92 | -1,55% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 38,81 | -0,56% |
| RENT3 | Localiza ON | R$ 41,55 | -0,74% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 6,92 | -0,57% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 7,54 | -0,53% |
O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,73%, aos 121.635,06 pontos. O índice avançou com a recuperação dos bancos ao longo da sessão na véspera de decisão sobre os juros nos Estados Unidos.
Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou de mais um evento hoje antes do período de silêncio do Copom, mas não mencionou o IPCA. O Copom se reúne na próxima semana para decidir sobre os juros.
Hoje, após o IPCA, o mercado voltou a se dividir nas apostas sobre a Selic terminal. Alguns economistas já preveem que a taxa básica de juros fique inalterada a 10,50% ao ano.
As bolsas de Nova York encerraram o pregão sem direção única na véspera de decisão de política monetária nos Estados Unidos.
A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano e que o presidente do BC norte-americano, Jerome Powell, dê alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim de 2024 na entrevista coletiva após a decisão.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
O dólar à vista fecha a R$ 5,3610, com alta de 0,08% no mercado à vista.
A moeda norte-americana manteve os ganhos da sessão anterior na expectativa pela decisão sobre os juros nos Estados Unidos, que será divulgada amanhã (12).
O petróleo fechou em alta e estendeu os ganhos da sessão anterior em meio à expectativa dos juros dos Estados Unidos e a revisão de projeções para a commodity pelo Departamento de Energia norte-americano.
O Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aumentou sua projeção para a demanda global de petróleo e líquidos em 2024, de 102,8 milhões de barris por dia (bpd) para 103 milhões de bdp.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento para agosto, fecharam com alta de 0,36%, a US$ 81,92 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos do WTI, com vencimento para julho, subiram 0,21%, a US$ 77,90 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
As ações da Dasa (DASA3) lideram os ganhos da B3 com alta de 15,20%, a R$ 4,70.
Os papéis da companhia avançam com a potencial fusão entre a Dasa e Amil após as empresas confirmarem que estão com negociações em estágio avançado.
As bolsas de Nova York reduzem as perdas e operam sem direção única com a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed) no radar.
Mesmo com um balanço que deixou a desejar no último trimestre de 2023, os analistas já previam um futuro melhor para a PetroReconcavo (RECV3) e ela ainda é uma junior oil que vale a pena ter na carteira. É isso que os analistas do Santander consideram, em um relatório recente.
Os analistas destacam que essa “novata” no ramo do petróleo tende a se beneficiar de um cenário com menores proteções (hedges) contra flutuações negativas no preço da commodity no segundo semestre.
Isso porque a produção acumulada no ano tem sido levemente abaixo da média, de 26 mil barris de óleo equivalente por dia (boed, em inglês). E os eventos que levaram a essa baixa produtividade incluem paradas para manutenção e clima, o que atrasou a perfuração de poços da empresa.
Contudo, para o segundo semestre, a expectativa é de que a PetroReconcavo pise no acelerador, para uma média de 27 mil boed até o fim de 2024 e de 31 mil boed em 2025, de acordo com as projeções.
De janeiro até agora, o dólar já acumula alta de mais de 10% ante o real. Apesar disso, a força da moeda norte-americana pode começar a ter os dias contados, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mas não a curto prazo.
Nos últimos meses, a robustez da economia dos Estados Unidos, a política monetária mais restritiva adotada pelo Banco Central norte-americano (o Federal Reserve) e o crescente risco geopolítico — com as guerras entre a Ucrânia e a Rússia e entre Israel e o Hamas — contribuíram para a valorização do dólar.
Ao mesmo tempo, porém, as incertezas econômicas, principalmente, nas principais economias do mundo — que contribuem para a abertura de uma janela para uma eventual reorganização financeira global — levaram a alguns países a deter outras moedas nas reservas cambiais.
Segundo dados recentes da Composição Monetária das Reservas Cambiais Oficiais (Cofer, na sigla em inglês) do FMI, a participação do dólar nas reservas internacionais dos bancos centrais apresenta um declínio gradual e contínuo ao longo das últimas duas décadas.
Com o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, os juros futuros brasileiros recuam em toda a curva — o que favorece os ativos cíclicos, como o setor de varejo.
Há também um movimento de recuperação da sessão anterior a despeito do IPCA de maio, que veio acima do esperado.
Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 12,28 | 6,60% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 6,24 | 4,87% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 42,63 | 4,49% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 27,15 | 3,15% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 5,88 | 2,80% |
O setor de mineração e siderurgia figura entre as maiores quedas do Ibovespa desde o início do pregão, na esteira do tombo de mais de 4% do minério de ferro na China.
Confira as maiores baixas do Ibovespa hoje (até agora):
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 49,14 | -1,11% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,22 | -1,05% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 60,55 | -0,85% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 6,92 | -0,57% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 1,78 | -0,56% |
O Ibovespa opera na contramão das bolsas de Nova York e firma alta aos 121 mil pontos. O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,46%, aos 121.312 pontos.
Na tentativa de recuperação das perdas de mais de 0,5% nos primeiros dias de junho, o índice também ignora o avanço da inflação mensal no Brasil.
Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou de mais um evento hoje antes do período de silêncio do Copom, mas não mencionou o IPCA. O Copom se reúne na próxima semana para decidir sobre os juros.
Hoje, após o IPCA, o mercado voltou a se dividir nas apostas sobre a Selic terminal. Alguns economistas já preveem que a taxa básica de juros fique inalterada a 10,50% ao ano.
O dólar tenta manter o ritmo de alta no patamar de R$ 5,36, com a decisão de juros nos Estados Unidos no radar. Amanhã (12), o Fed divulga a decisão.
Após a forte alta na sessão anterior, os juros futuros (DIs) caem em toda a curva na esteira dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, os Treasurys e a despeito do IPCA.
As bolsas europeias terminaram o pregão em baixa, em meio a agenda maios esvaziada e aversão ao risco dos investidores na expectativa por dados de inflação e decisão sobre os juros nos Estados Unidos.
Confira o fechamento dos principais índices da Europa hoje:
“Não se afobe, não, que nada é pra já”, poderia cantar Roberto Campos Neto para Fernando Haddad depois de ver os números da inflação de maio.
Os versos de Chico Buarque ilustram a frustração de quem ainda vivia a expectativa de ver o Comitê de Política Monetário (Copom) do Banco Central (BC) cortar os juros na semana que vem.
O golpe fatal veio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (11).
A inflação oficial voltou a acelerar em maio e analistas agora avaliam que o Copom vai manter os juros por algum tempo em 10,50% ao ano antes de pensar em novos cortes.
Menos de uma semana após receber o aval dos cotistas para realizar uma oferta na bolsa, o Maxi Renda (MXRF11) oficializou nesta terça-feira (11) sua décima emissão de cotas. O fundo imobiliário publicou mais cedo o anúncio de início e o prospecto, que trazem mais detalhes sobre a operação.
Conforme antecipado durante a consulta aos investidores, o FII, que é o maior da B3 em número de cotistas, quer levantar até R$ 1 bilhão. A soma considera uma oferta-base de R$ 800 milhões e um lote adicional de até R$ 200 milhões.
Serão emitidas até 102,6 milhões de novas cotas a R$ 10,07 cada — já incluindo o preço de emissão de R$ 9,74 e uma taxa de distribuição primária de R$ 0,33. O valor é cerca de 1,18% inferior ao fechamento do MXRF11 na B3 ontem, último pregão antes do anúncio da emissão.
Vale destacar que a oferta é voltada a investidores no geral e o investimento mínimo é de apenas uma nova cota.
Divulgado nesta terça-feira (11), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,46% em maio — apontando para uma aceleração em relação à alta de 0,38% apurada em abril.
O resultado veio acima do consenso do mercado, que esperava um avanço de 0,40%, segundo pesquisa do Broadcast.
O Giro do Mercado recebe Oestes Costa, sócio da O2 Capital, para comentar o cenário e as perspectivas para a inflação, e quais são os desafios que a economia brasileira deve enfrentar nos próximos meses.
Acompanhe AO VIVO:
É quase consenso no mercado financeiro que o governo não será capaz de cumprir com a meta de déficit zero defendida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Mas para Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, existe uma breve notícia boa e outra bastante ruim sobre a situação fiscal do Brasil.
“A boa notícia é que o mercado nunca acreditou nesses números e sempre trabalhou com a expectativa de que teríamos déficit todos os anos neste governo, até 2026”, disse Almeida, em painel durante o evento ABVCAP Experience.
É por isso, segundo o economista, que a revisão das metas fiscais em abril — que abandonou o superávit primário por um “zero-a-zero” em 2025 — não assustou os investidores. “As novas metas são ainda melhores do que a expectativa do mercado desde o ano passado.”
Mas se o “copo meio cheio” já não parecia lá muito animador, o lado negativo começa a preocupar. Mais. Para Mansueto, um dos principais riscos macroeconômicos do país é o impacto do crescimento da despesa obrigatória do governo federal.
Ibovespa bate máxima com avanço de 0,69%, aos 121.588,43 pontos.
O setor de mineração e siderurgia figura entre as maiores quedas do Ibovespa na esteira do tombo de mais de 4% do minério de ferro na China.
Confira as maiores baixas do Ibovespa hoje (até agora):
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,74 | -3,07% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 59,75 | -2,16% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,16 | -1,54% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 10,94 | -1,26% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 29,64 | -1,20% |
Com o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, os juros futuros brasileiros recuam em toda a curva — o que favorece os ativos cíclicos, como o setor de varejo.
Há também um movimento de recuperação da sessão anterior a despeito do IPCA de maio, que veio acima do esperado.
Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 12,23 | 6,16% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 1,94 | 3,74% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 2,91 | 2,83% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 41,79 | 2,43% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 49,63 | 2,54% |
Na véspera do payroll, as bolsas de Nova York operam em queda após a abertura.
A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, com alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim de 2024.
O Ibovespa opera em alta de 0,27%, aos 121.085 pontos após a abertura.
O principal índice da bolsa brasileira tenta recuperar as perdas da véspera com o apoio do petróleo e ajuste na curva de juros futuros.
Mais cedo, o IBGE divulgou o IPCA. A inflação avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio, acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.
Os investidores acompanham, em mais um dia, declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento.
Lá fora, os mercados esperam a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. A expectativa é de que o Federal Reserve mantenha os juros inalterados pela sétima vez consecutiva.
Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado de Nova York, na esteira do desempenho das commodities
Petrobras avança com o petróleo, enquanto Vale recua com o tombo de mais de 4% do minério de ferro.
O mercado de commodities opera em tom negativo, majoritariamente.
Na retomada das negociações após o feriado, o minério de ferro caiu 4,16%, a US$ 111,20 a tonelada em Dalian, na China. Trata-se da menor cotação da commodity desde 8 de abril de 2024.
O petróleo tenta firmar alta e opera em leve avanço de 0,05%, a US$ 81,69 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Os juros futuros abriram com viés de alta em toda a curva em continuidade ao ritmo de abertura da curva da véspera.
Os DIs repercutem o IPCA acima do esperado para maio a despeito do alívio nos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos, os Treasurys.
Confira como abriram os DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,66% | 10,64% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,31% | 11,28% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,63% | 11,60% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,84% | 11,84% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,97% | 11,94% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 12,07% | 12,03% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 12,11% | 12,06% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 12,11% | 12,08% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 12,13% | 12,08% |
O dólar iniciou as negociações a R$ 5,3663, com alta de 0,18% em relação ao fechamento anterior.
O Ibovespa futuro opera em queda de 0,44%, aos 120.480 pontos após a abertura.
O índice acompanha a aversão ao risco do exterior na véspera da decisão de política monetária nos Estados Unidos.
Por aqui, as atenções dos investidores se concentram na inflação de maio. A expectativa é que o IPCA acelere de 0,38% em abril para 0,40% em maio. O IBGE divulga o dado em instantes.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a principal referência de inflação, avançou de 0,38% em abril para 0,46% em maio. Os dados foram divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação mensal ficou acima da expectativa do mercado. O consenso era de alta de 0,40%.
No ano, o IPCA acumula alta de 2,27% e, nos últimos 12 meses, acelerou de 3,69% para 3,93% em maio — ainda dentro do limite superior (teto) da meta de 4,5%.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta terça-feira.
Depois de registrar ganhos modestos na véspera, Wall Street se prepara para um dia de agenda vazia antes da decisão do Fed e da inflação de maio, previstas para amanhã.
Confira:
Falta uma bússola para as bolsas de valores da Europa na manhã desta terça-feira.
Os principais índices de ações da região oscilam entre leves altas e baixas depois das perdas de ontem.
Na segunda-feira, as bolsas europeias caíram em bloco em meio à turbulência política gerada pelo avanço de partidos de extrema direita nas eleições para o Parlamento Europeu.
Confira as bolsas na Europa agora:
A taxa de desemprego do Reino Unido apresentou leve alta no trimestre móvel encerrado em abril.
O indicador do desemprego avançou de 4,3% no trimestre até março para 4,4% um mês depois. Analistas esperavam estabilidade.
Já o salário semanal médio mostrou avanço anual de 6% no trimestre até abril, repetindo a variação do trimestre até março. Analistas esperavam alta de 6,1%.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, fez um alerta nesta terça-feira.
"Ainda não terminamos o ciclo restritivo da política monetária”, disse a banqueira central em entrevista concedida ao jornal alemão Handelsblatt.
De acordo com ela, o corte nas taxas de juros realizado na semana passada não significa que a inflação foi vencida.
Lagarde disse que as taxas de juros poderão permanecer inalteradas por mais de uma reunião do BCE e que ainda são necessários mais dados, principalmente sobre salários, para orientar as próximas decisões.
As bolsas asiáticas fecharam sem um único sinal à espera de dados de inflação da China e dos EUA, bem como de anúncios de política monetária dos bancos centrais americano e japonês.
Na China continental, os mercados voltaram de um feriado com desempenho misto: o índice Xangai Composto caiu 0,76%, mas o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,29%.
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei subiu 0,25% em Tóquio, e o sul-coreano Kospi teve leve ganho de 0,15%, enquanto o Hang Seng apresentou queda de 1,04% em Hong Kong, e o Taiex recuou 0,30% em Taiwan.
Investidores aguardam novos dados chineses de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI), a ser divulgados no fim da noite desta terça.
Amanhã (12), a atenção vai se voltar para a atualização do CPI dos EUA e decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano).
Mais adiante, na sexta-feira (14), será a vez de o Banco do Japão (BoJ) revisar sua política monetária. As expectativas são de que tanto o Fed quanto o BoJ deixem seus juros inalterados.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
A semana focada na política monetária dos Estados Unidos começou com alívio para as bolsas de NY, mas não para o Ibovespa. Isso porque o avanço do petróleo - que favoreceu a Petrobras (PETR4) - foi insuficiente para dar um pouco de tração positiva ao principal índice da bolsa brasileira.
O Ibovespa fechou próximo da estabilidade, com leve queda de 0,01%, aos 120.759 pontos.
O dólar seguiu em ritmo de apreciação e se aproximou de R$ 5,40. Mas, ao longo da sessão, a moeda norte-americana perdeu força e terminou o dia a R$ 5,35, com avanço de 0,60% no mercado à vista — o maior patamar desde janeiro de 2023.
Por aqui, o cenário fiscal voltou a chamar a atenção dos investidores com a medida que propõe mudanças no PIS/Cofins como regra compensatória à desoneração da folha de pagamentos.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fez novas declarações hoje em evento. Ele disse que a maior percepção de risco no Brasil está relacionada à harmonia entre as políticas fiscal e monetária.
Campos Neto reforçou que o país está em processo de convergência da inflação, embora as expectativas de inflação estejam começando a desancorar. Agora, a expectativa é pela IPCA de maio, que deve ser divulgado amanhã (11).
Lá fora, os investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na próxima quarta-feira (12). O mercado espera que os juros fiquem inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, mas com uma indicação de um ou dois cortes até o fim do ano.
Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (10).
Esta quarta-feira será crucial para a narrativa macroeconômica que tem moldado os mercados globais ao longo do ano. Hoje (11) se inicia a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve, que se encerrará amanhã (12).
Complementarmente, na manhã de quarta-feira, antes da decisão do Fed durante a tarde, serão divulgados os dados de inflação de maio nos EUA.
As previsões indicam um aumento mensal de 0,1% no índice de preços ao consumidor, resultando em uma taxa anual de 3,4%, estável em relação ao mês anterior.
Excluindo alimentos e energia, o núcleo do índice deve registrar um aumento de 0,3% no mês, resultando em um avanço anual de 3,5%.
O Plano Real completa 30 anos em 2024, mas quase não saiu do papel.
Pior: foi por muito pouco que a proposta que finalmente estabilizou a moeda e colocou os preços sob controle depois de anos de hiperinflação não entrou para a lista dos malfadados planos econômicos que bagunçaram a vida financeira dos brasileiros entre o fim dos anos 1980 e o início da década de 1990.
Aconteceu em 27 de fevereiro de 1994, véspera da publicação da Medida Provisória 434 daquele ano.
Ela estabelecia, entre outras coisas, a unidade real de valor (URV), moeda virtual que ancorou a transição do Cruzeiro Real para o Real como o conhecemos hoje.
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
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