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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa fecha em queda com cautela de NY antes de dado de emprego; dólar recua a R$ 4,94

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4 de março de 2024
7:30 - atualizado às 18:15

RESUMO DO DIA: A agenda local esvaziada e a cautela do exterior pressionaram o mercado acionário brasileiro, que testou fôlego na abertura.

O Ibovespa fechou em queda de 0,65%, aos 128.340 pontos. Já o dólar terminou a sessão em baixa de 0,16%, a R$ 4,9474.

Em destaque, as ações do IRB Re (IRBR3) subiram quase 10% apoiados por revisão positiva de banco.

Em Wall Street, o foco ficou divido entre novos indicadores econômicos e a definição da corrida presidencial. Os investidores aguardam a divulgação do payroll, o relatório de emprego dos EUA, que só deve ser conhecido na próxima sexta-feira (8).

Na Europa, a cautela também dominou os principais índices. As bolsas fecharam em queda com os investidores aguardando a decisão da política monetária pelo BCE, prevista apenas para a quinta-feira.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (04):

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em queda acompanhando o exterior.

Na ponta positiva do Ibovespa, as ações do IRB encerrou com alta de mais de 10% após revisão positiva do BTG Pactual. O banco elevou a recomendação de venda para compra e de preço-alvo.

Confira as maiores altas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Re ONR$ 42,7310,10%
EMBR3Embraer ONR$ 27,004,33%
BRFS3BRF ONR$ 15,302,89%
MRVE3MRV ONR$ 7,792,50%
SUZB3Suzano ONR$ 58,451,67%

Na ponta negativa, as ações mais cíclicas, que são mais sensíveis ao juro, foram pressionadas pela cautela dos investidores internacionais, à espera de novos dados econômicos nos Estados Unidos — que devem dar pistas sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo.

Por aqui, os juros futuros (DIs) ficaram de lado.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,60-7,22%
PETZ3Petz ONR$ 3,95-5,73%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,81-4,57%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,79-4,37%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 24,53-4,25%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fecha em queda de 0,65%, aos 128.350,54 pontos.

Com a agenda local mais esvaziada, o principal índice da bolsa brasileira acompanhou a cautela do exterior. Nos Estados Unidos, os investidores aguardam novos dados econômicos para calibrar as expectativas sobre a trajetória dos juros da maior economia do mundo.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em tom negativo.

  • S&P 500: -0,12%, aos 5.130,95 pontos;
  • Dow Jones: -0,25%, aos 38.989,83 pontos;
  • Nasdaq: -0,41%, aos 16.207,51 pontos.

Os investidores operaram com mais cautela na expectativa de novos dados do mercado de trabalho, entre eles, o payroll que será divulgado na próxima sexta-feira (7). Além disso, há também a definição dos candidatos da corrida presidencial amanhã (5), na "SuperTerça".

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fecha a R$ 4,9474, com queda de 0,16%.

Com a agenda mais esvaziada, a moeda norte-americana ficou de lado também ante a moedas globais, como euro e libra.

Os investidores aguardam novos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos para calibrar as expectativas sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo fecharam o pregão sem direção única.

Os contratos futuros do petróleo Brent para maio terminaram com baixa de 0,90%, a US$ 82,80 o barril, na Internacional Commodity Exchange (ICE).

Já os futuros do petróleo WTI para abril, que são referência para o mercado norte-americano, encerraram com alta de 1,54%, a US$ 78,74, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A commodity repercute a decisão da Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) de estender os cortes voluntários na produção do petróleo até o segundo trimestre deste ano. A Opep+ anunciou neste domingo (3) cortes de 2,2 milhões de barris por dia nos primeiro e segundo trimestres.

PETROBRAS INVERTE SINAL

As ações da Petrobras inverteram sinal há pouco e passaram a operar em queda. Os investidores operam mais cautelosos à espera do balanço do quarto trimestre e eventual anúncio de dividendos.

Além disso, a companhia é pressionado pela queda do petróleo Brent no mercado internacional.

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR3Petrobras ONR$ 41,07-0,34%
PETR4Petrobras PNR$ 40,17-0,02%

MERCADOS AGORA

Na reta final do pregão, o Ibovespa opera em queda de 0,51%, aos 128.516 pontos. O movimento acompanha as bolsas de Nova York, que estão em tom negativo à espera de novos dados do mercado de trabalho.

O dólar mantém a trajetória de queda de 0,18%, a R$ 4,9463.

Os juros futuros passaram a operar de lado nos últimos minutos, pressionados pelo desempenho do dólar, enquanto os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, sobem.

INFLAÇÃO DOS EUA “RUMO A 2%”

O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Atlanta, Raphael Bostic, comentou que a inflação está em queda rumo à meta de 2%, mas alertou que é prematuro declarar vitória.

Segundo ele, as pressões inflacionárias estão espalhadas e aceleração dos preços em janeiro aponta que ainda há dificuldades pelo caminho.

O dirigente reiterou que precisa observar mais progresso na desinflação para "sentir confiança" de que a inflação está em caminho sustentado para alcançar 2% ao longo do tempo.

"Somente quando houver esta confiança, sentirei que é o momento apropriado para começar a reduzir os juros e sair da política monetária restritiva", afirmou, em seu comunicado trimestral, divulgado nesta segunda-feira no site do Fed de Atlanta.

Bostic vota nas decisões monetárias do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) deste ano e, ainda que permaneça otimista sobre a possibilidade de um pouso suave, ele alertou que este não será um caminho fácil, exigindo "vigilância" por parte do Fed. (Estadão Conteúdo)

OI (OIBR3) ESTÁVEL

As ações da Oi (OIBR3) operam em linha de estabilidade a R$ 1,02, a menos de 24 horas da assembleia geral de credores (AGC) sobre o plano judicial da companhia.

Na semana passada, a Justiça ainda não respondeu à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que pediu adiamento da AGC.

FII BTLG11 CAPTA R$ 1,5 BILHÃO EM OFERTA NA BOLSA

A décima terceira emissão de cotas do fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11) está oficialmente encerrada. E a captação superou a previsão inicial do FII, que teve que acionar uma lote extra para atender à demanda dos investidores e levantou cerca de R$ 1,5 bilhão.

De acordo com comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última sexta-feira (1), o BTLG11 emitiu mais de 14,7 milhões de novas cotas a R$ 101,65 cada.

O valor, que já considera o custo unitário de distribuição da operação, é cerca de 3% inferior à cotação do fundo na bolsa nesta segunda-feira (4).

Com o desconto, a procura foi tanta que os coordenadores da oferta tiveram que aplicar um rateio nas ordens de investimento. No total, 46,2 mil investidores subscreveram cotas — confira abaixo a participação por tipo de investidor:

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BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York seguem em tom negativo com os investidores acompanhando a reta final da temporada de balanços e no aguardo da divulgação de novos dados do mercado de trabalho.

  • S&P 500: -0,04%;
  • Dow Jones: -0,26%;
  • Nasdaq: -0,23%.
SUPREMA CORTE DOS EUA GARANTE NOME DE TRUMP EM CÉDULAS ELEITORAIS

A Suprema Corte dos Estados Unidos removeu nesta segunda-feira (4) mais um dos muitos obstáculos jurídicos à candidatura de Donald Trump à Casa Branca.

A máxima instância da justiça norte-americana decidiu que o nome do bilionário poderá aparecer nas cédulas de votação das eleições primárias do Partido Republicano no Colorado.

Em dezembro, a Suprema Corte do Colorado ordenou a remoção do nome de Trump das cédulas no Estado.

A decisão da justiça estadual baseou-se no inciso 3º da 14ª Emenda à Constituição dos EUA. A cláusula prevê a inelegibilidade de autoridades envolvidas em episódios de insurreição.

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VAREJO EM QUEDA

As companhias varejistas operam em queda generalizada com a ausência de notícias sobre o setor e pressão dos juros futuros (DIs).

Confira as cotações das companhias no Ibovespa:

CÓDIGONOMEVARULT
ARZZ3Arezzo ON -3,79%R$ 57,1
SOMA3Grupo Soma ON -3,94%R$ 6,82
LREN3Lojas Renner ON-2,47%R$ 16,22
MGLU3Magazine Luiza ON-3,60%R$ 2,14
PETZ3PETZ ON -5,25%R$ 3,97
BHIA3Casas Bahia ON-0,41%R$ 9,68
AÇÃO DA SABESP (SBSP3) JÁ SUBIU 57% EM UM ANO — E VOCÊ PODE LUCRAR AINDA MAIS COM A PRIVATIZAÇÃO DA EMPRESA, DIZ XP

As ações da Sabesp (SBSP3) acumularam uma valorização de 57% em 12 meses — mas a XP Investimentos acredita que a privatização pode destravar um potencial ainda maior para a companhia de saneamento.

Os analistas mantiveram a recomendação de “compra” para a ação SBSP3 e elevaram o preço-alvo, de R$ 80 para R$ 110 por papel. O novo valor implica em um potencial de alta de 38% em relação ao último fechamento.

Na visão da XP,  a maior probabilidade de desestatização da companhia aliada ao novo modelo regulatório proposto para a empresa de água e esgoto de São Paulo e aos resultados financeiros recentes levaram a uma revisão para cima das estimativas.

“Acreditamos que a nova proposta foi uma notícia positiva, pois reduziu o risco regulatório para a empresa”, afirmou a XP, em relatório. 

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JUROS FUTUROS EM ESTABILIDADE

Os juros futuros operam próximos da estabilidade em relação ao fechamento anterior.

Em meio à agenda mais esvaziada, a curva brasileira reflete o dólar mais fraco ante o real e a escalada dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, em semana de divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano.

Confira o desempenho dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/259,94%9,94%
DI1F26DI Jan/269,75%9,74%
DI1F27DI Jan/279,94%9,94%
DI1F28DI Jan/2810,19%10,19%
DI1F29DI Jan/2910,36%10,37%
DI1F30DI Jan/3010,51%10,53%
DI1F31DI Jan/3110,59%10,61%
EMBRAER (EMBR3) FECHA NEGÓCIO DE MAIS DE US$ 7 BILHÕES COM AMERICAN AIRLINES

Os céus norte-americanos serão ocupados por ainda mais aeronaves brasileiras. A Embraer (EMBR3) acaba de anunciar um acordo bilionário com a American Airlines.

A companhia recebeu uma encomenda de até 133 jatos E175, considerados a “espinha dorsal” da Embraer nos Estados Unidos. No total, são 90 pedidos firmes e direito de compra de outras 43 aeronaves do mesmo modelo.

Se todos os direitos de aquisição forem exercidos, o negócio deve superar o valor de US$ 7 bilhões, considerando o preço de tabela dos jatos.

De acordo com a companhia, o valor referente aos pedidos firmes será incluído na carteira de pedidos da Embraer no primeiro trimestre de 2024.

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FECHAMENTO NA EUROPA

Na expectativa da decisão do Banco Central Europeu (BCE), as bolsas da Europa encerraram o pregão em queda.

Confira o fechamento dos principais índices:

  • FTSE 100 (Londres): -0,55%, aos 7,640,33 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,28%, aos 7.956,41 pontos;
  • DAX (Frankfurt): -0,11%, aos 17.716,17 pontos;
  • Stoxx 600: -0,03%, aos 497,41 pontos.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,948,06%
MRVE3MRV ONR$ 7,772,24%
BRFS3BRF ONR$ 15,192,15%
RAIZ4Raízen ONR$ 3,641,96%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 9,911,95%

E as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,64-6,19%
ENEV3Eneva ONR$ 12,04-4,52%
YDUQ3Yduqs ONR$ 19,82-3,60%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,93-3,40%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,75-3,24%
IRB (IRBR3) LIDERA GANHOS DO IBOVESPA COM REVISÃO POSITIVA DO BTG PACTUAL

Depois do castigo pelos resultados do quarto trimestre divulgados na semana passada, a resseguradora IRB Re (IRBR3) testa um alívio na B3 nesta segunda-feira (3). 

O movimento de recuperação garante à companhia a liderança da ponta positiva do Ibovespa, com alta de cerca de 8%. Mas, o avanço não se trata apenas de uma correção nas ações. 

Os papéis são beneficiados pela revisão da companhia pelo BTG Pactual. O banco mudou a recomendação de venda para neutra. 

Também elevou o preço-alvo de R$ 40 para R$ 44 — o que representa uma potencial valorização de 13,37%, em relação ao último fechamento.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

A bolsa brasileira opera em queda na esteira da cautela das bolsas internacionais, já que a agenda local permanece mais esvaziada nesta segunda-feira (4). O Ibovespa cai 0,62%, aos 128.379 pontos.

O dólar também opera em queda no nível de R$ 4,94.

Lá fora, a semana é agitada. Nos Estados Unidos, a definição da corrida presidencial e a divulgação de novos dados sobre o mercado de trabalho deve calibrar as expectativas sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo. As bolsas de Wall Street estão em queda hoje.

No Ibovespa, as ações do IRB (IRBR3) são destaque na ponta positiva, após o BTG Pactual elevar a recomendação de neutra para venda e aumentar o preço-alvo para R$ 44.

Na ponta negativa, os papéis do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) caem mais de 6%, pressionados pela taxa de aluguel elevada, o que resultado em uma pressão baixista (overhang).

Ibovespa bate mínima com queda de 0,68%, aos 128.307,44 pontos.

GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado desta segunda-feira (4), a jornalista Paula Comassetto recebe o analista Ruy Hungria, da Empiricus Research, para comentar quais são as ações preferidas para investir em março e buscar bons dividendos.

O analista também comenta os destaques para o mês, que terá Super-Quarta no dia 20 de março, e como a queda da Selic pode abrir uma oportunidade para aumentar sua carteira de dividendos.

Acompanhe:

GAFISA (GFSA3) EM ALTA

Altamente voláteis desde o início do ano, as ações da Gafisa (GFSA3) operam em forte alta hoje em meio a mais uma novidade sobre a disputa societária na construtora.

Por volta das 11h40, os papéis subiam 4,31%, cotados em R$ 9,44. No mês, a alta é de 8%, enquanto o acumulado anual é de queda de mais de 9%.

Os investidores repercutem, entre outros fatores, um pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que solicitou na sexta-feira (1) que a companhia se manifeste a respeito de um pedido de interrupção do prazo de convocação de assembleia geral enviado pelo fundo Esh Theta Master.

A empresa marcou, a pedido do próprio fundo, uma assembleia para 26 de abril. Mas o Esh Theta alega que a data escolhida não respeita os prazos previstos na Lei da S.A. e em resolução da CVM.

O fundo pediu que a xerife do mercado de capitais declare ilegal a AGE já convocada e libere uma nova convocação para 18 de março.

Vale relembrar que, mesmo após quatro derrotas consecutivas em assembleias da Gafisa, a Esh Capital, gestora do fundo, não desistiu e pediu a votação de uma ação de responsabilidade contra parte do conselho de administração e da diretoria, a destituição do atual CA e a eleição de novos membros.

A gestora quer responsabilizar os conselheiros por "atos ilícios e operações irregulares" supostamente praticados em duas alienações: a venda das cotas do FII Brazil Realty e da participação societária RK8 SPE Empreendimentos e Participações. Confira os argumentos.

Já a administração da Gafisa afirmou que o movimento é "mais uma medida descabida, despropositada e vil".

Segundo argumentam os conselheiros, a gestora está atuando "novamente, de maneira irresponsável, em absoluto desprezo ao patrimônio da companhia, gerando vultosos custos e prejuízos sob a falsa bandeira de ativismo societário".

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em tom negativo. Os investidores acompanham a reta final da temporada de balanços e à espera de novos dados sobre o mercado de trabalho.

Confira a cotação dos índices após a abertura:

  • S&P 500: -0,15%, aos 5.129,30 pontos;
  • Dow Jones: -0,18%, aos 38.976,83 pontos;
  • Nasdaq: -0,20%, aos 16.245,08 pontos.
PÃO DE AÇÚCAR (PCAR3) LIDERA PERDAS

As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) lideram as perdas do Ibovespa com queda de quase 4%.

Segundo analistas, o papel é pressionado pela taxa de aluguel elevada, o que resultado em uma pressão baixista (overhang).

PCAR3 cai 4,12%, a R$ 3,71.

B3 (B3SA3) OPERA EM QUEDA

A segunda ação mais negociada, B3 (B3SA3) opera em queda de 0,32%, a R$ 12,39.

Os papéis da dona da bolsa de valores brasileira ainda é pressionada por um potencial novo concorrente à mediada que a ATG, do Mubadala, aguarda reguladores para estrear Bolsa em 2025.

O Ibovespa renovou mínima com queda de 0,23%, aos 128.877 pontos.

PETROBRAS (PETR3;PETR4) LIMITA PERDAS DO IBOVESPA

As ações da Petrobras operam em alta acompanhando o avanço do petróleo no mercado internacional. Os investidores aguardam o balanço do quarto trimestre do 2023, com a expectativa de anúncio de dividendos.

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR3Petrobras ONR$ 41,590,92%
PETR4Petrobras PNR$ 40,500,80%
MRV (MRVE3) ENTRE AS MAIORES ALTAS

As ações da MRV (MRVE3) operam entre as maiores altas do Ibovespa, em movimento de recuperação e com os investidores com expectativas sobre o programa Minha Casa, Minha Vida.

Na última sexta-feira (1º), as ações fecharam em queda em reação aos resultados do quarto trimestre de 2023.

Agora, os papéis MRVE3 sobem 2,11%, a R$ 7,76.

SOBE E DESCE DA ABERTURA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 40,504,35%
MRVE3MRV ONR$ 7,802,63%
GOLL4Gol PNR$ 2,581,18%
JBSS3JBS ONR$ 22,670,71%
BRAP4Bradespar PNR$ 20,950,53%

E as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,79-2,32%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,89-1,98%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 24,97-1,81%
ENEV3Eneva ONR$ 12,43-1,43%
CYRE3Cyrela ONR$ 24,17-1,23%
IRB (IRBR3) EM ALTA

As ações do IRB Re (IRBR3) operam em forte alta após o BTG Pactual elevar a recomendação da companhia de venda para a neutra com preço-alvo de R$ 44,00 — o que representa uma potencial valorização de 13,37% em relação ao último fechamento.

Os papéis IRBR3 sobem 4,28%, a R$ 40,47.

MARISA (AMAR3) TROCA DE CEO PELA SEGUNDA VEZ EM QUASE UM MÊS

Enquanto os investidores ainda se preparam para voltar à rotina depois do fim de semana, o ritmo segue acelerado no setor de varejo na manhã desta segunda-feira (04) — e a Lojas Marisa (AMAR3) já deixou claro que a música ainda não se encerrou na dança das cadeiras corporativa por lá.

Quase um mês depois de nomear a conselheira Andrea Maria Meirelles de Menezes como CEO, a varejista de moda decidiu passar a liderança da empresa para um novo executivo, em mais uma “mudança estratégica”.

O conselho de administração da Marisa elegeu Edson Garcia para o cargo de diretor presidente da companhia, com a posse marcada para acontecer em até 30 dias contados a partir desta segunda-feira.

As ações da companhia (AMAR3) iniciaram o pregão em alta de 1,75%, negociadas a R$ 2,33 na abertura da sessão. No ano, porém, os papéis amargam uma queda acumulada de 35%. Confira a cobertura de mercados em tempo real do Seu Dinheiro aqui.

Leia mais.

IBOVESPA PERDE FORÇA

O Ibovespa perdeu o fôlego da abertura e inverteu sinal para o tom negativo com mínima de -0,04%, aos 129.131 pontos.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa inicia o primeiro pregão da semana em leve alta de 0,01%, aos 129.197 pontos.

Os mercados devem ganhar força ao longo da semana, com a divulgação de novos dados de emprego nos Estados, que deve ajustar mais uma vez as expectativas sobre a política monetária da maior economia do mundo.

Além disso, há a expectativa de estímulos na China.

Por aqui, a agenda local fica mais esvaziada. Os investidores devem repercutir a entrevista do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, à Folha de S. Paulo. O dirigente afirmou que a expectativa de inflação está ainda acima da meta e que não é possível terminar qual será a taxa Selic no final do ciclo de cortes.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta, no pré-mercado em Nova York.

  • Petrobras (PBR): +0,94%, a US$ 16,68;
  • Vale (VALE): +0,37%, a US$ 13,46. 
MERCADO DE COMMODITIES

Os contratos futuros do petróleo amanheceram em queda nesta segunda-feira (04).

A commodity do tipo Brent, referência no mercado internacional, para maio caiu 0,56%, negociada a US$ 83,08 o barril.

Enquanto isso, o barril do petróleo WTI para abril registra queda de 0,75%, a US$ 79,37.

Já nos mercados asiáticos, o minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve queda de 0,11%, a US$ 123,62.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

ENTRE OS DOIS LADOS DO OCEANO PACÍFICO

Na semana que se encerrou, os mercados nos Estados Unidos celebraram as notícias vindas do PCE, o indicador de inflação preferencial do Federal Reserve, que não trouxe as preocupações vistas nos índices de preços ao consumidor e produtor.

Os dados iniciais de 2024 sugerem um desvio pontual, sem alterar significativamente a trajetória de desinflação observada anteriormente, embora possam indicar um ritmo mais gradual neste processo.

A expectativa de um pouso suave para a economia mantém-se intacta, com o mercado internacional ainda vibrante com os recordes alcançados nos índices americanos, especialmente aqueles impulsionados pelos avanços em inteligência artificial.

A agenda global promete mais eventos importantes, incluindo o Congresso Anual na China e, nos Estados Unidos, a "Super Terça", que deverá confirmar Trump como o candidato republicano.

Dois eventos políticos importantes separados por um Oceano.

Na Europa, a semana inicia de maneira calma, antecipando uma crescente agitação com o anúncio da decisão de política monetária pelo Banco Central Europeu, agendado para quinta-feira.

Apesar de não se prever alterações, espera-se uma orientação clara sobre os próximos passos.

Os mercados europeus amanheceram em baixa, alinhados com as tendências dos futuros americanos.

A semana ainda reserva o relatório de empregos de fevereiro nos EUA e mais uma leva de resultados corporativos, adicionando camadas adicionais de expectativa e análise.

A ver…

00:46 — Tensão em Brasília

No Brasil, as declarações de Roberto Campos Neto ganham destaque.

A participação do presidente do Banco Central do Brasil em um evento hoje é crucial, sobretudo após suas recentes manifestações otimistas a respeito da situação fiscal do país.

Em uma conversa com a Folha, Campos Neto mencionou que o Brasil está em posição de apresentar um déficit fiscal abaixo das estimativas atuais do mercado, que giram em torno de 0,7% a 0,8% do PIB.

Sua postura parece buscar sintonia com o governo, especialmente após as iniciativas para aprovar a PEC que expande a autonomia do Banco Central.

Embora exista resistência por parte de alguns setores políticos, a esfera econômica, incluindo Fernando Haddad, parece coesa em torno dessa meta.

Contudo, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, enfrenta outros desafios imediatos.

A exigência por resultados fiscais favoráveis e a necessidade de evitar cortes substanciais no orçamento de 2024 têm intensificado as tensões e desacordos entre os ministérios da Fazenda e do Planejamento.

Com Simone Tebet à frente do Planejamento e responsável pela revisão orçamentária, conflitos com a administração a qual faz parte são esperados.

Paralelamente, as atenções se voltam para o resultado da Petrobras, a ser divulgado na quinta-feira, após recentes declarações de seu presidente sobre dividendos que causaram repercussão negativa, já que se antecipava a possibilidade de um anúncio sobre a distribuição de até R$ 8 bilhões.

01:31 — Super Terça

Nos Estados Unidos, o índice Nasdaq rompeu uma estagnação de 27 meses ao registrar novos recordes em dois dias consecutivos, marcando um avanço de 1,1% na sexta-feira e solidificando sua posição no ápice do setor tecnológico.

Paralelamente, o S&P 500 também atingiu novos máximos, com um aumento de 0,8%.

A cena política promete ser ruidosa nesta semana, principalmente com as primárias da "Super Terça" que definirão os candidatos presidenciais dos principais partidos, uma dinâmica que, até o momento, não impactou significativamente o mercado, mas que está prestes a receber mais atenção.

Além disso, a temporada de balanços caminha para o fim e os olhares se voltam para os dados de emprego de fevereiro, que serão divulgados na sexta-feira.

Outro evento de grande interesse é o testemunho do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, perante o Congresso.

Recentemente, Powell indicou uma possível desaceleração no ritmo de redução das taxas de juros, contrastando com os aumentos anteriores.

Durante os anos 1990, período de taxas de juros elevadas, o mercado acionário experimentou uma expansão significativa, com o S&P 500 apresentando um retorno anual médio de 18,2%.

Naquela época, a taxa dos fundos federais alcançou o pico de 8,25% e manteve-se acima de 3%.

Atualmente, a taxa situa-se entre 5,25% e 5,5%, com expectativas do mercado de uma redução para 4,4% até o final do ano.

A perspectiva de alinhamento dos investidores com essa projeção cresce progressivamente.

02:25 — Novos cortes no horizonte

No último fim de semana, a Rússia declarou que reduzirá sua produção de petróleo em 471 mil barris diários durante o segundo trimestre deste ano, em um movimento alinhado às decisões da Opep, que optou por estender as restrições de oferta atuais até o término do segundo semestre.

Essa medida representa um corte conjunto na produção de aproximadamente 2 milhões de barris por dia.

Este prolongamento nos cortes de produção visa prevenir um possível superávit global e sustentar a elevação dos preços do petróleo.

Com essas ações, o preço do petróleo, que já ultrapassou a marca de US$ 83 por barril, tem a possibilidade de se manter em níveis elevados por um período estendido, o que é uma notícia positiva para a balança comercial do Brasil.

03:19 — Ventos vindos da China

Esta terça-feira marca o início do Congresso Nacional do Povo na China, um momento crucial em que Xi Jinping delineará seus planos para o futuro econômico do país em 2024.

Recentemente, a economia chinesa enfrentou vários desafios, incluindo turbulências no mercado de ações, redução nos preços, e uma queda notável no investimento estrangeiro, que atingiu seu nível mais baixo em três décadas em 2023.

Durante este evento político de grande importância, espera-se que a China estabeleça suas metas de crescimento para 2024 e apresente estratégias para revitalizar sua economia em desaceleração.

A situação econômica da China tem sido preocupante, com indicadores recentes mostrando dificuldades contínuas e o crescente temor de um colapso iminente de outro gigante do setor imobiliário, a Country Garden, sinalizando mais desafios pela frente.

O grande desafio para Xi é evitar que as preocupações econômicas se transformem em descontentamento popular generalizado.

Com o Partido Comunista Chinês valorizando o poder dos slogans, a reunião legislativa deste ano está sob os holofotes, especialmente com a expectativa de reforço das "novas forças produtivas".

Para o governo, parece crucial intensificar os esforços para modernizar a infraestrutura industrial do país e promover o avanço das novas forças produtivas, como meio de superar a potencial estagnação econômica enfrentada por modelos asiáticos similares.

04:12 — A poderosa economia indiana

O desempenho econômico da Índia em 2023 capturou a atenção global, com o país registrando um crescimento impressionante de 8,4% em seu Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre do ano, comparativamente ao mesmo período do ano anterior.

Esta expansão superou as expectativas dos analistas e se destacou como o crescimento mais rápido entre as maiores economias mundiais para esse trimestre, excedendo o aumento de 7,6% observado de junho a setembro.

Essa aceleração econômica tem alimentado um crescente otimismo em relação ao futuro econômico da nação mais populosa do mundo.

Em resposta a esses dados animadores do PIB, o mercado acionário indiano alcançou patamares recordes na sexta-feira.

Ao longo do último ano, o entusiasmo dos investidores tem impulsionado consistentemente as ações, elevando o valor total das empresas listadas nas bolsas de valores da Índia para ultrapassar a marca dos 4 trilhões de dólares ao final do ano.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram estáveis em quase toda a curva, com leve altas. Os DIs iniciam a segunda-feira (04) impulsionados pelo avanço dos rendimentos dos Treasurys em Nova York e na contramão da desvalorização do dólar no mercado à vista.

Veja como abriram os DIs hoje: 

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/259,94%9,93%9,95%9,94%9,94%
DI1F26DI Jan/269,75%9,73%9,75%9,74%9,74%
DI1F27DI Jan/279,95%9,93%9,97%9,97%9,94%
DI1F28DI Jan/2810,21%10,19%10,21%10,20%10,19%
DI1F29DI Jan/2910,38%10,35%10,39%10,35%10,37%
DI1F30DI Jan/3010,54%10,51%10,54%10,52%10,53%
DI1F31DI Jan/3110,61%10,59%10,62%10,60%10,61%
DI1F32DI Jan/3210,67%10,67%10,67%10,67%10,67%
DI1F33DI Jan/3310,73%10,71%10,73%10,72%10,73%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre leve em alta de 0,12%, aos 130.655 pontos, na manhã desta segunda-feira (04).

O indicador acompanha a cautela dos mercados internacionais, puxada pela agenda fraca do dia.

Por aqui, expectativas em relação aos resultados da Petrobras ficam no radar.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abre com leve queda de 0,01%, aos R$ 4,9549.

OPEP+ ESTENDE CORTES E PETRÓLEO SOBE

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) decidiu aumentar cortes na oferta do petróleo até o final do segundo semestre.

A decisão busca evitar um excedente global, com o aumento de produção de rivais e diminuição sazonal de consumo do combustível.

As reduções de produção equivalem a cerca de 2 milhões de barris por dia e devem continuar até o final de junho.

Em novembro, a Opep+ já havia optado por cortes voluntários de 2,2 milhões de barris por dia no primeiro trimestre.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM SEM DIREÇÃO ÚNICA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram sem direção única nesta segunda-feira.

Enquanto o Dow Jones e o S&P-500 apresentavam leve queda, o Nasdaq futuro sobia.

A agenda da semana nos Estados Unidos reserva os testemunhos semestrais do presidente do Fed, Jerome Powell, perante o Congresso e o relatório mensal de emprego (payroll).

Confira como andam os principais índices futuros de NY:

  • S&P 500 futuro: -0,10%
  • Dow Jones futuro: -0,19%
  • Nasdaq futuro: -0,05%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em leve queda nesta segunda-feira.

A agenda do dia é fraca.

Ainda nesta semana, porém, o Banco Central Europeu (BCE) realiza reunião de política monetária.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,01%
  • CAC 40 (Paris): +0,02%
  • FTSE 100 (Londres): -0,35%
  • Euro Stoxx 600: +0,13%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira.

A bolsa de Tóquio subiu 0,50% e rompeu a marca de 40 mil pontos pela primeira vez na história.

Na China continental, a bolsa de Xangai avançou 0,41% em meio a expectativas de anúncio de novas medidas de estímulo pelo governo durante as sessões plenárias anuais do legislativo.

Em outras partes da Ásia, as bolsas de Seul, Taiwan e Hong Kong subiram respectivamente 1,21%, 1,95% e 0,04%.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: +0,41%
  • Tóquio: +0,50%
  • Hong Kong: +0,04%
  • Kospi: +1,21%
  • Taiwan: +1,95%
NÃO VAI TER COLETIVA

O primeiro-ministro da China, Li Qiang, não concederá a tradicional entrevista coletiva ao término da reunião anual da Assembleia Popular Nacional da China.

Lou Qinjian, porta-voz da assembleia, anunciou que só haverá algum tipo de contato com a imprensa se houver alguma situação ou anúncio considerado relevante.

Caso contrário, as entrevistas coletivas com Li estão suspensas pelo restante da legislatura (três anos).

Esta é a primeira vez desde 1993 que um primeiro-ministro chinês cancela a entrevista coletiva de abertura da assembleia.

Na China, o primeiro-ministro é o responsável pela economia.

A reunião da Assembleia Popular Nacional da China começa hoje e é acompanhada por investidores em meio à expectativa pelo anúncio de estímulos econômicos.

Li também deveria divulgar nos próximos dias a meta de crescimento econômico do governo para 2024.

GANHOU UMA

A ex-governadora da Carolina do Sul Nikki Haley venceu no domingo as primárias do Partido Republicano no Distrito de Colúmbia.

Esta é a primeira vitória de Haley sobre o ex-presidente Donald Trump no processo de escolha do candidato da legenda à Casa Branca.

Nikki Haley segue na disputa apesar das sucessivas derrotas e agora se prepara para a Super Terça de amanhã, quando diversos Estados realizarão primárias.

INFLAÇÃO ACELERA NA TURQUIA

A inflação ao consumidor turco acelerou em fevereiro.

No acumulado em 12 meses, o índice de preços ao consumidor avançou de 64,86% em janeiro a 67,07% em fevereiro.

Já na leitura mensal, a inflação desacelerou de 6,70% para 4,53% na passagem do primeiro para o segundo mês de 2024.

COMO O IBOVESPA FECHOU NA SEXTA-FEIRA

O Ibovespa vem de alta de 0,12% na última sexta-feira, quando acompanhou o tom positivo das bolsas internacionais.

No acumulado da semana, porém, houve queda de 0,18%.

Agora, o principal índice de ações da B3 começa a semana na marca de 129.180 pontos.

Já o dólar caiu 0,76% no acumulado da semana passada, retornando à faixa de R$ 4,95.

Confira o que movimentou os mercados na última sexta-feira (02).

AGENDA DA SEMANA

A próxima semana promete ser agitada no cenário econômico internacional, com destaque para os relatórios de emprego, particularmente o payroll americano de sexta-feira, que é aguardado com grande expectativa pelo mercado.

Os investidores permanecem atentos aos dados de emprego e inflação para antecipar a decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano). 

Antes disso, as atenções se voltam para o Japão e a Zona do Euro, com a divulgação de dados de inflação (CPI, em inglês) e uma bateria de índices de gerentes de compras (PMIs), que fornecerão insights sobre a saúde das principais economias do planeta. 

No Brasil, os dados sobre o balanço orçamentário, o Caged e a balança comercial serão fundamentais para entender a trajetória futura da economia brasileira. Confira como fechou o Ibovespa na última sexta-feira (1º).

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