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O presidente russo confirmou nesta sexta-feira (8) o que todos já esperavam: vai concorrer novamente nas eleições russas do ano que vem — e já tem um plano para sair mais forte do pleito
Poucas eram as dúvidas de que Vladimir Putin concorreria mais uma vez à presidência da Rússia nas eleições de 2024 — a ponto de um de seus assessores ter declarado anteriormente que ele seria reeleito com mais de 90% dos votos. Por isso, a oficialização da candidatura do chefe do Kremlin nesta sexta-feira (8) não conta toda a história do que será o pleito do ano que vem.
As chances de Putin não conseguir o quinto mandato são baixas uma vez que ele conseguiu minar a oposição russa ao longo dos anos e ainda conta com a máquina pública em seu favor.
Mas é com outra máquina que o presidente russo conta para consolidar seu poder em 2024: a guerra na Ucrânia.
As eleições presidenciais são as primeiras desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de 2022 — com a votação ocorrendo também no que a Rússia chama de seus novos territórios.
E não foi à toa que Putin anunciou a decisão de concorrer depois de premiar os soldados que lutaram na Ucrânia com a mais alta honraria militar da Rússia.
“Os tempos são tais que preciso tomar uma decisão. Vou concorrer ao cargo”, disse Putin no Kremlin depois de ser questionado por um oficial militar sobre sua posição sobre a eleição.
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A eleição será realizada no dia 17 de março e o vencedor será empossado em maio do ano que vem.
Putin, que recebeu a presidência de Boris Yeltsin no último dia de 1999, já serviu como líder russo por mais tempo do que qualquer outro governante, exceto Stalin, superando até mesmo o mandato de 18 anos de Leonid Brezhnev.
Se permanecer no poder, o mandato de Putin ultrapassará o de Joseph Stalin, que governou a União Soviética durante 29 anos, tornando-o o líder mais antigo desde o império russo.
Além de usar a eleição para legitimar a decisão de invadir a Ucrânia, analistas e ex-membros do Kremlin dizem que Putin pode usar o pleito para sinalizar às elites que ele ainda está firmemente no controle do país.
Neste ano, líder do Kremlin enfrentou uma rebelião liderada pelo chefe do grupo Wagner, Evgeniy Prigozhin — que infligiu a maior crise ao governo russo desde que Putin se tornou presidente.
Prigozhin acabou desistindo do motim e, meses depois, morreu em um acidente de avião que até hoje não tem um desfecho conclusivo sobre o que teria provocado a queda da aeronave.
Até agora, dois outros candidatos anunciaram planos de candidatura: o ex-deputado Boris Nadezhdin, que ocupa um assento em um conselho municipal na região de Moscou, e Yekaterina Duntsova, jornalista e advogada da região de Tver, a norte de Moscou, que já foi membro de uma legislatura local.
O nacionalista russo pró-guerra e crítico de Putin, Igor Girkin, também indicou que quer concorrer à presidência, mas é improvável que seja listado nas urnas, uma vez que aguarda julgamento por acusações de extremismo.
Analistas dizem ainda que candidatos “amigos do Kremlin” devem concorrer sob um sistema orquestrado pelo Kremlin, muitas vezes descrito como “democracia gerida”.
Falando da prisão esta semana, o opositor Alexei Navalny instou os russos a votarem em qualquer um, menos em Putin.
“Para Putin, as eleições de 2024 são um referendo para aprovar as suas ações, para aprovar a guerra”, disse Navalny em comunicado publicado na internet por seus apoiadores.
“Vamos atrapalhar seus planos e fazer com que isso aconteça para que ninguém no dia 17 de março esteja interessado no resultado fraudado, mas que toda a Rússia veja e entenda: a vontade da maioria é que Putin deve sair”, acrescentou.
Em uma ousada declaração política, aliados de Navalny na Fundação Anticorrupção colocaram na quinta-feira (7) cartazes anti-Putin disfarçados de saudações de Ano Novo em várias grandes cidades que diziam “Rússia” e “Feliz Ano Novo” — mas um grande QR code nas placas levava a um site intitulado “Rússia sem Putin”.
*Com informações da CNBC e do The Guardian
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