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O saldo dos confrontos nesses 31 dias é de mais de 10 mil palestinos mortos, incluindo mais de 4 mil crianças, de acordo com dados do Ministério da Saúde controlado pelo Hamas. Do lado de Israel, são pelo menos 1.400 mortos.
Há um mês, o mundo dava de cara com a notícia de que o Hamas havia conseguido transpor o até então impenetrável domo de ferro na fronteira com a Faixa de Gaza e atacado Israel — que respondeu com uma contraofensiva que não dá sinais de acabar até que a atuação do grupo seja sufocada.
O saldo dos confrontos nesses 31 dias é de mais de 10 mil palestinos mortos, incluindo mais de 4 mil crianças, de acordo com dados do Ministério da Saúde controlado pelo Hamas. Do lado de Israel, são pelo menos 1.400 mortos.
E, por enquanto, a trégua não virá — embora o Brasil, à frente da presidência temporária do Conselho de Segurança da ONU, tenha tentado.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reiterou nesta terça-feira (7) que não haverá cessar-fogo em Gaza a menos que o Hamas concorde em libertar os reféns israelenses.
Ele também disse que Israel terá que supervisionar a “responsabilidade de segurança” em Gaza “por um período indefinido para garantir que o Hamas não possa levar a cabo o terrorismo em grande escala”.
Embora Netanyahu siga irredutível quanto a um cessar-fogo — mesmo com a pressão dos EUA — as Forças de Defesa de Israel anunciaram uma janela de evacuação de quatro horas para os residentes da Cidade de Gaza.
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Um total de 637 estrangeiros conseguiram deixar Gaza em direção ao Egito através da passagem de fronteira de Rafah — o maior número diário desde que as evacuações começaram na semana passada.
A passagem de Rafah estava fechada desde o início do conflito, em 7 de outubro, mas foi aberta na semana passada como parte de um acordo mediado pelo Qatar entre Israel, o Hamas e o Egito, em coordenação com os EUA.
Além disso, 15 palestinos feridos chegaram ao Egito para tratamento durante a travessia. De acordo com uma contagem da CNN, isto eleva para 116 o número total de palestinos feridos com gravidade pelos ataques aéreos israelenses em Gaza e que foram transferidos para o Egito.
O ataque do Hamas a Israel despertou temores de uma disparada do petróleo, que poderia atrapalhar o trabalho dos bancos centrais ao redor do mundo na luta contra a inflação.
O petróleo não passou dos US$ 100 até agora e, um mês depois do ataque, os investidores começam gradualmente a regressar aos mercados financeiros de Israel.
Embora um enfraquecimento significativo do dólar durante a última semana tenha ajudado, o shekel de Israel marcou uma retomada notável hoje, ao recuperar 5% das perdas dos dias o ataque do mês passado.
Os preços das ações e dos títulos de dívida do país também têm sinalizado recuperação, embora os principais indicadores de aversão ao risco do mercado — como os credit default swaps (CDS) — ainda estejam emitindo sinais de alerta.
“O fato de os combates ocorrerem apenas em Gaza e não no norte está ajudando os investidores locais a concentrarem-se nos fundamentos [econômicos]”, disse Yaniv Pagot, chefe de negociação da Bolsa de Valores de Tel Aviv, para a CNBC.
Embora Pagot tenha destacado o fato de os confrontos não terem avançado ao norte de Israel, nesta terça-feira (7), um tanque israelense atacou um “esquadrão terrorista” em território libanês que tentava lançar um míssil em direção ao território israelense.
As Forças de Defesa de Israel também atacaram uma posição do grupo libanês Hezbollah “para remover uma ameaça”, segundo o porta-voz das FDI, Daniel Hagari.
O Hezbollah e as FDI trocaram tiros desde os primeiros dias da guerra Israel-Hamas, com os militantes libaneses citando solidariedade com o povo palestino.
As FDI afirmam que estão limitando as ofensivas contra o Hezbollah a ataques defensivos e retaliatórios.
*Com informações da CNN Internacional e da CNBC
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