O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Joint venture com empresa árabe prevê a comercialização das armas da Taurus em toda a região do Conselho de Cooperação do Golfo
A fabricante brasileira de armas Taurus (TASA4) deu mais um passo nas negociações para a criação de uma joint venture na Arábia Saudita.
A empresa anunciou a assinatura de um term sheet não vinculante com a Scopa Military Industries, uma companhia árabe do ramo de defesa.
O documento estabelece as premissas iniciais para avançar com o estudo de viabilidade da associação entre as companhias.
A joint venture prevê a fabricação de armas Taurus na Arábia Saudita e comercialização em toda a região do Conselho de Cooperação do Golfo.
O GCC, na sigla em inglês, tem como membros Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã, além da própria Arábia Saudita.
As negociações da Taurus com a Scopa para a criação de uma joint venture na Arábia começaram no fim de julho. Na ocasião, a companhia brasileira anunciou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MoU), também não-vinculante, para permitir o estudo de viabilidade.
Leia Também
A Arábia Saudita possui atualmente o 5º maior orçamento de defesa no mundo e planeja ter 50% dos investimentos militares com origem em empresas locais até 2030.
"A assinatura deste Term Sheet é um passo importante na estratégia global da Taurus como líder mundial na fabricação de armas leves e transferência de tecnologias", destacou a empresa brasileira, em comunicado.
Por fim, vale destacar que a Taurus possui ações listadas na B3, onde é avaliada em aproximadamente R$ 1,9 bilhão, de acordo com as cotações de fechamento de ontem.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro