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Com a compra de mais papéis, a WNT Capital passou a ser a segunda maior acionista da Light (LIGT3)
Tem muita gente no mercado que acredita que onde existe uma crise, há também uma oportunidade. Não é difícil ver gestores comprando papéis de empresas em crise logo a derrocada começa, com frieza e olhos nas oportunidades futuras. E foi assim que a WNT Capital, supostamente ligada ao investidor Nelson Tanure, aumentou sua posição na Light (LIGT3) de 15,2% para 21,8%.
Assim, a casa especializada em crédito passa a ser o segundo maior acionista da Light, que entrou em recuperação judicial há poucos dias.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (18), a Light detalha que a WNT agora detém 81.205.300 ações ordinárias.
Além disso, a companhia também afirma que a intenção da WNT é apenas de aumentar a exposição dos fundos de investimento sob sua gestão "não havendo, contudo, qualquer acordo ou contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia por parte dos fundos."
Conforme era esperado, a Justiça do Rio de Janeiro acatou o pedido de recuperação judicial da Light (LIGT3) no último dia 15 de maio.
A Light tem cerca de R$ 11 bilhões em dívidas, com obrigações a vencer no curto prazo em montante que supera sua geração de caixa, e não vinha conseguindo avançar em negociações junto a credores para reestruturar seu endividamento.
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* Com informações do Estadão Conteúdo
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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