O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a nova decisão do tribunal, a ex-estatal federal poderá dar andamento nas demissões que estavam paralisadas até então

Quase um mês paralisada, a reestruturação na Eletrobras (ELET3) voltou a girar as engrenagens na última quarta-feira (11). O Tribunal Superior do Trabalho revogou a suspensão dos desligamentos no programa de demissão voluntária (PDV) da companhia.
Isso porque, no início de setembro, o TST anunciou uma medida judicial que suspendia as demissões de funcionários que decidiram aderir ao PDV e que não haviam sido aprovadas oficialmente até 1º de setembro.
Com a nova decisão do tribunal, a ex-estatal federal poderá dar andamento nos desligamentos que estavam paralisados até então.
O TST definiu também o cronograma de saída dos empregados que participaram do plano de demissões deste ano. Com isso, 150 funcionários deixam a companhia no mês de outubro, enquanto outros 150 sairão em novembro e 200 em dezembro de 2023.
Já os colaboradores que trabalham em atividades de operação e manutenção ou nos Centros de Serviços Compartilhados serão desligados a partir de 1º de janeiro do próximo ano.
O TST e a Eletrobras (ELET3) concordaram ainda em reabrir o período de adesão ao PDV por mais 30 dias. A nova rodada, porém, está limitada a até mais 101 colaboradores.
Leia Também
Com a extensão, o número total de funcionários que podem aderir ao plano de demissões de 2023 poderá atingir o limite de até 1.574 colaboradores — equivalente a 20% do quadro da companhia em 30 de abril deste ano.
A Eletrobras (ELET3) deu início ao segundo programa de demissão voluntária desde a privatização em meados de junho.
Porém, a empresa recebeu um ofício do Ministério de Minas e Energia (MME) no começo de setembro com o pedido de suspensão temporária do PDV.
O ministro Alexandre Agra Belmonte determinou que a suspensão duraria 15 dias, com o impedimento de novas adesões ao PDV e a continuidade das demissões em andamento.
Em caso de descumprimento da decisão, a Eletrobras seria multada em R$ 1 mil por trabalhador demitido.
A pasta do governo também pedia o plano de investimentos futuros nos segmentos de geração e transmissão, com esclarecimentos de como a empresa o executaria sem a força de trabalho que seria dispensada através do PDV.
MERCADO IMOBILIÁRIO
TÁBUA DE SALVAÇÃO CARA
HORA DE FUGIR?
ALERTA
COMENDO PELAS BEIRADAS?
COMBUSTÍVEIS
LUXO NA CARTEIRA
VIRADA DE CHAVE
DE VOLTA AO JOGO
INTERESSADAS
DINHEIRO PARA O ACIONISTA
QUEM LEVA A MELHOR?
QUEM AGUENTA O TRANCO?
MENOR E MAIS EFICIENTE
A ‘JOIA’ DA COSAN
FATIOU A EMPRESA
TRANSFORMANDO TERRA EM CAIXA
NOVO REVÉS
REESTRUTURAÇÃO
ALÔ, ACIONISTA