O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas do banco classificaram a Caixa Seguridade como a preferência dentro do setor de seguros, mas isso não significa que a concorrente BB Seguridade (BBSE3) é mal vista pela instituição.
O setor de seguros não é um de grande destaque dentro da bolsa brasileira, mas há quem acredite que as opções disponíveis são boas opções para quem procura montar uma carteira com maior apetite por risco — ainda que a escolha não pareça completamente intuitiva.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira (24), analistas do Itaú BBA mostraram que estão de olho nesse segmento e retomaram a cobertura dos papéis da Caixa Seguridade (CXSE3) com recomendação de compra e um preço-alvo que aponta um potencial de alta de 31% — mesmo com a alta de mais de 22% acumulada ao longo de 2023. Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
Os analistas do banco classificaram os papéis como a preferência dentro do setor de seguros, mas isso não significa que a concorrente BB Seguridade (BBSE3) é mal vista pela instituição. Muito pelo contrário.
De acordo com o relatório, o braço de seguros do Banco do Brasil também deve apresentar crescimento robusto neste ano, mas, no momento, a Caixa Seguridade fica com a preferência por apresentar um prêmio maior do que BBSE3 — uma vez que a companhia tende a apresentar uma volatilidade menor nos resultados. Além disso, os especialistas apontam que o balanço mais recente ainda não está refletido no preço dos papéis.
O principal combustível para a melhora nas estimativas está nos bons resultados apresentados pela companhia nos últimos trimestres, com um volume saudável de crescimento, um valor de mercado atrativo e uma projeção de dividendos gordos no futuro — ainda que a taxa de juros volte a cair no longo prazo. Para os analistas, o volume de proventos pagos pode superar o rendimento da Selic em pouco tempo.
Segundo o Itaú BBA, a operação bem executada em 2022 traz um otimismo maior para os números de 2023. No ano passado, a companhia apresentou um crescimento de 50% da sua receita — mas ainda há espaço para um crescimento de cerca de 25% neste ano, pegando carona na expansão do oferecimento de crédito que deve ser promovido pela “empresa-mãe”, a Caixa.
Leia Também
As projeções apontam que todas as principais linhas de trabalho da seguradora devem exibir um crescimento expressivo — e devido à natureza da companhia, os analistas não esperam grandes surpresas.
A captação líquida, no entanto, deve sofrer uma queda devido ao portfólio mais diversificado de opções para os investidores em busca de previdência privada. Ainda assim, a expectativa é de um crescimento de 17% nas reservas e queda no recebimento de taxas de administração.
Para 2023, a projeção do Itaú BBA é de um lucro de R$ 3,2 bilhões, 5% acima da estimativa anterior. O número é impactado pelo crescimento do braço premium de seguros, menores ativações de sinistro, aumento de reservas, ganhos financeiros e ganhos de eficiência.
Taxas de juros mais baixas também devem acelerar a concessão de crédito no país, o que beneficia um dos braços da companhia, ainda que para cada 1 ponto percentual de queda na Selic, é possível estimar uma queda de R$ 60 milhões do lucro líquido.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro