O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco Inter colocou como meta atingir um retorno sobre o patrimônio líquido de 30% até 2027
O banco Inter apresentou aos investidores um plano ousado chamado “60-30-30” que consiste em chegar a 60 milhões de clientes, um índice de eficiência de 30% e um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 30%. Tudo isso dentro de um intervalo de apenas 5 anos.
Na prática, isto significaria que o Inter se tornaria mais rentável que os grandes bancos brasileiros, alguns deles centenários.
Esses objetivos poderiam até ser factíveis, caso o Brasil e o resto do mundo não estivessem lidando com a perspectiva de uma recessão no curto prazo. Por isso, há muito ceticismo entre os analistas em relação aos dados apresentados pelo Inter.
Para que o plano se concretize, o Inter precisaria chegar a uma carteira de crédito de R$ 100 bilhões, uma cifra bem distante dos atuais R$ 22 bilhões. Além disso, a receita média por usuário ativo (ARPAC) teria que quase triplicar até 2027.
Isto tudo num cenário base que considera um crescimento estável do PIB entre 1,5% e 2% e taxas de juros reais - ou seja, descontada a inflação - entre 4% e 5%.
“Apesar de recebermos bem o guidance de 5 anos, esperamos um longo caminho pela frente e cheio de desafios antes de atingir tal rentabilidade”, disse o UBS BB em relatório.
Leia Também
As projeções do UBS BB para o Inter, aliás, estão bem distantes dos planos do banco, assim como as estimativas do Morgan Stanley. Este, por sinal, se disse cético sobre o caminho traçado pelo Inter e reiterou a recomendação de venda das ações do banco.
O UBS BB, por exemplo, vê o Inter atingindo um ROE de 17% em 2027. Já o Morgan Stanley é mais pessimista e enxerga uma rentabilidade de apenas 9% para o mesmo ano.
Na visão do JP Morgan, o ROE de 30% até 2027 é ‘um pouco agressivo’.
“De qualquer forma, saudamos o compromisso da administração com a lucratividade, mas esperaríamos que a empresa entregasse, pois os riscos de execução são altos”, disse o JP Morgan.
Os analistas do JP Morgan projetam os mesmos 17% que o UBS BB para o ROE do Inter em 2027, o que, na visão dos analistas, é mais do que suficiente para justificar um otimismo. A recomendação do JP Morgan é de compra, mas não foi estabelecido um preço-alvo para os papéis do Inter.
Confira as recomendações para o Inter que o Seu Dinheiro teve acesso:
| BANCO | RATING | PREÇO-ALVO |
| UBS BB | Compra | US$ 5 |
| Morgan Stanley | Venda | US$ 2,50 |
| Itaú BBA | Neutro | US$ 4,00 |
| JP Morgan | Compra | US$ - |
| Goldman Sachs | Neutro | US$ 4,60 |
| BTG Pactual | Compra | US$ 3,72 |
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes