O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Juscelino Filho, ministro das Comunicações, já pediu à Anatel um relatório sobre a situação financeira da operadora
O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, afirmou que o governo federal está monitorando a situação da Oi (OIBR3) — maior concessionária de telefonia fixa do País — e que a cassação da sua licença ou uma intervenção direta na companhia são medidas a serem avaliadas.
"No momento, não há nada definido quanto a isso. Ainda é prematuro (anunciar) uma medida dessa, mas tudo é possível", afirmou, durante entrevista coletiva à imprensa após participar de evento organizado pela Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), em São Paulo.
Juscelino Filho disse que já pediu à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que preparasse um relatório sobre a situação financeira da operadora. A partir daí, o governo poderá avaliar quais medidas poderão ser adotadas.
"A avaliação técnica da Anatel é que vai determinar as medidas, não é o ministério sozinho", afirmou. "Estamos acompanhando e temos esperança de que se construa uma boa solução."
No começo deste mês, a agência reguladora abriu, formalmente, o processo para avaliar se a Oi tem condições econômicas de manter a concessão de telefonia fixa. Dentro dessa análise, a tele terá a chance de se manifestar.
A companhia entrou, neste ano, em recuperação judicial pela segunda vez, com dívidas que totalizam R$ 44,3 bilhões. Além da pressão financeira sobre a empresa, o sinal vermelho acendeu na Anatel ao perceber indícios de uma piora nos indicadores de serviços prestados pela operadora, com aumento das reclamações de clientes.
Leia Também
Em nota sobre o caso na semana passada, a Oi afirmou que o seu processo de recuperação judicial não apresenta impacto em suas operações. Os serviços prestados a clientes, e as atividades de vendas, instalações, operações de campo e atendimento a clientes seguem funcionando regularmente, defendeu a operadora.
Na nota, a companhia acrescentou que a Anatel, como poder concedente, tem o dever fiduciário de acompanhar as operações das concessionárias. E, no caso da Oi, há um regime diferenciado devido ao processo de recuperação, mas sem motivo para "considerações além disso", afirmou.
Nesta quarta, durante a entrevista à imprensa, Juscelino Filho chegou a comentar que existe a possibilidade de mudança do regime de concessão para autorização. "É uma possibilidade a ser construída, já vinha em debate dentro da Anatel com a própria Oi, mas sem definição", afirmou.
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado