O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Vibra Energia, que tem o ex-CEO da Americanas como presidente do conselho, pretende dar fim à parceria com a varejista no negócio de lojas de conveniência
A Americanas (AMER3) sofreu mais um baque enquanto tenta organizar o plano de recuperação judicial. Isso porque a Vibra Energia (VBBR3) anunciou que pretende encerrar a sociedade que detém com a varejista no negócio de lojas de conveniência.
A decisão de dar fim à parceria na Vem Conveniência foi do conselho de administração. O curioso, nesse caso, é que o presidente do conselho da Vibra é ninguém menos que Sérgio Rial, que ocupou por aproximadamente dez dias o cargo de CEO da Americanas.
A Vibra não informou se o executivo participou da decisão de romper a parceria com a varejista.
A saída prematura de Rial e a revelação do rombo contábil de R$ 20 bilhões foram o estopim da crise na varejista. Pouco mais de uma semana após a revelação, a Americanas entrou com pedido de recuperação judicial, com dívidas de R$ 43 bilhões e uma fila de credores enfurecidos.
A Vibra e a Americanas fecharam a sociedade na Vem Conveniência em fevereiro do ano passado. No papel, a ideia parecia ótima, com a união de uma empresa que conta com uma ampla rede de postos de gasolina com uma varejista quase centenária.
Vale lembrar que a Vibra é o novo nome da antiga estatal BR Distribuidora, que foi privatizada na gestão de Jair Bolsonaro.
Leia Também
O objetivo da sociedade entre Vibra e Americanas era desenvolver os estabelecimentos do segmento de varejo localizados tanto dentro quanto fora de postos de combustível, com as redes Local e BR Mania.
Cada um dos sócios conta com 50% da Vem Conveniência, que na época do anúncio da parceria contava com 1.257 lojas.
A previsão do fim da sociedade já constava na parceria, de acordo com a Vibra. Assim, os sócios originais devem continuar à frente da rede de lojas de conveniência. O objetivo da companhia é manter a operação das lojas BR Mania normalmente.
Por fim, não está claro se a Vibra terá de ressarcir a Americanas pelo encerramento da sociedade. Leia aqui a íntegra do comunicado.

A Americanas se manifestou na manhã desta terça-feira sobre o pedido da Vibra para o fim da sociedade no negócio de lojas de conveniência.
Em comunicado, a varejista disse que recebeu a notificação sobre a rescisão unilateral "com surpresa" e sem que houvesse qualquer manifestação anterior ou qualquer comunicação.
A Americanas informou ainda que está avaliando os termos da notificação com seus assessores legais para resguardar o interesse da companhia.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4