O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco norte-americano também elevou o preço-alvo do papel na Nasdaq de US$ 1.350 para US$ 2.000 para 2025; entenda o movimento
Quem entra no app do Mercado Livre nesta terça-feira (28) ainda encontra uma série de promoções da Black Friday — de bebidas a cosméticos, de calçados a brinquedos. Mas a recomendação do Bank of America hoje é para encher o carrinho de ações MELI.
O banco norte-americano elevou a recomendação de Mercado Livre para compra e o preço-alvo do papel na Nasdaq de US$ 1.350 para US$ 2.000 para 2025, o que representa um potencial de valorização de 25% em relação ao fechamento de ontem.
O BofA incorporou nas novas projeções um impulso operacional mais forte e as expectativas de um dólar mais fraco.
"Avaliamos as contribuições comerciais em 0,9 vezes o valor bruto da mercadoria (GMV), contra 0,8 vezes anteriormente, refletindo a escala crescente e o potencial de monetização da companhia. Continuamos a avaliar os fluxos de receita de fintech em 0,2 vezes o valor total de pagamentos fora da plataforma (TPV)", diz o Bank of America em relatório.
Por volta de 13h25, as ações MELI operavam em queda de 0,47%, cotadas a US$ 1,591,62. No mês, os papéis acumulam alta de 28% e, no ano, de 88%.
Por aqui, MELI34 sobe 0,05%, a R$ 64,52. Em novembro, os papéis têm ganho acumulado de 23% e, em 2023, de 69%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Leia Também
O Mercado Livre assim como outras empresas que atuam no comércio eletrônico internacional chegaram a ser ameaçadas pelos planos de tributação do governo brasileiro. Para o BofA, no entanto, o pior ficou para trás.
Segundo o banco norte-americano, as ameaças ao comércio eletrônico internacional parecem estar desaparecendo à medida que aumenta a oposição política brasileira de isenção do imposto de importação para compras de até US$ 50.
"O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, comprometeu-se a acabar com o comércio eletrônico transfronteriço isento de impostos até o final do ano, e a Câmara dos Deputados criou um comitê para investigar agressivamente a atividade transfronteiriça em relação a impostos, contrabando, falsificações e vários requisitos de conformidade”, diz o BofA em relatório.
“Os funcionários da Receita também começaram a devolver ativamente os envios do Remessa Conforme devido a falhas na divulgação e no valor, minando a fé e a confiança do comprador. O envio mais rápido prometido pelo Remessa Conforme também parece distante”, acrescenta o banco.
Segundo o Bank of America, as plataformas dedicadas ao comércio transnacional estão criando valores que consideram um terço ou menos dos do Mercado Livre.
"Os desenvolvimentos regulatórios brasileiros, no entanto, parecem ter a probabilidade de desacelerar o crescimento internacional, permitindo que o Mercado Livre estabeleça relacionamentos mais amplos e diretos e otimize as práticas de primeira milha e de longa distância", diz o BofA.
O Bank of America percebe um dinamismo considerável em todas as outras áreas da plataforma do Mercado Livre e considera que a empresa continua a ter um rico conjunto de oportunidades.
"Taxas de juros mais altas e mais longas estão acelerando a mudança para o comércio digital e facilitando o crescimento de mercadorias próprias do Mercado Livre”, diz o banco.
O aprimoramento dos conjuntos de dados e algoritmos da companhia também está permitindo uma reaceleração da fintech, de acordo com o BofA.
O banco cita ainda como frentes de oportunidade para o Mercado Livre:
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço