O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar das centenas de queixas, o número é cerca de 60% menor do que a média registrada desde julho deste ano, segundo o ReclameAqui
A última sexta-feira de novembro é uma das datas mais esperadas pelos consumidores que buscam descontos e já querem aproveitar para fazer as compras de fim de ano. Mas, a Black Friday virou uma dor de cabeça para muitas pessoas.
Segundo o ReclameAqui, portal que reúne faz o registro de reclamações, as empresas costumam receber 20% mais queixas que a média dos últimos seis meses. Na edição deste ano, porém, o número de protestos de quase todas as companhias campeãs é menor do que essa média apurada desde julho.
A líder de reclamações é a Magazine Luiza, com 354 queixas, incluindo as compras nas lojas físicas, online e marketplace, registradas no ReclameAqui, no período de 72 horas. O número de protestos, por sua vez, é 66% menor do que a média da empresa nos últimos seis meses.
Em segundo lugar, a Amazon registrou 316 reclamações — uma redução de 62% na comparação com a média da empresa apurada desde julho.
Os dados compreendem o período entre 12h (horário de Brasília) do dia 22 de novembro até 12h (horário de Brasília) de 25 de novembro.
Confira as dez empresas com mais reclamações na Black Friday 2023:
Leia Também
| EMPRESA | TOTAL DE RECLAMAÇÕES | % MÉDIA DE SEIS MESES | |
| 1º | Magazine Luiza | 354 | -66% |
| 2º | Amazon | 316 | -62% |
| 3º | Abmex Pagamentos | 316 | -27% |
| 4º | Mercado Livre | 272 | -73% |
| 5º | Casas Bahia | 222 | -43% |
| 6º | Carrefour | 195 | -36% |
| 7º | Época Cosméticos | 180 | +132% |
| 8º | KaBuM! | 167 | -10% |
| 9º | iFood | 158 | -92% |
| 10º | McDonald’s | 157 | -5% |
Por fim, muitas empresas seguem com promoções nos sites e lojas até amanhã (26).
Nesta edição, a única empresa que registrou queixas acima da média, entre as dez mais reclamadas na Black Friday, é a Época Cosméticos — que ocupa o sétimo lugar no ranking do ReclameAqui.
A loja online, que faz parte do Grupo Magazine Luiza, é um marketplace de cosméticos e perfumes de marcas nacionais e importadas.
Segundo o ReclameAqui, a Época Cosméticos registrou 180 reclamações em um período de 72 horas, o que representa um crescimento de 132% no número de queixas em comparação à média da empresa nos últimos seis meses.
Mau atendimento, demora na entrega, troca ou devolução de produto ou cobrança indevida sempre estão entre os principais problemas — e de reclamações — registrados na Black Friday e na edição de 2023 não foi diferente.
Confira a seguir os motivos e o percentual de reclamação, segundo o ReclameAqui:
Entre os principais produtos alvos de protestos dos consumidores no site especializado estão:
Além do ReclameAqui, os consumidores devem registrar as reclamações nos órgãos de defesa como o Procon.
Em São Paulo, o órgão recebeu 909 relatos de problemas nas compras ou contratos durante a Black Friday até o fim da tarde da última sexta-feira (24).
E, assim como no site especializado, a maior parte das queixas foram quanto a não ou demora na entrega — um total de 335 reclamações.
Os outros dos principais problemas relatados foram: maquiagem de desconto (131 reclamações); mudança de preço ao finalizar a compra (117); pedido cancelado após finalização da compra (104); produto e/ou serviço entregue diferente do pedido, incompleto e/ou danificado (79).
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista