O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O rombo da Americanas fez com que grandes bancos, como Itaú (ITUB4), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) sofressem um baque nos balanços
O escândalo da Americanas (AMER3) abriu uma caixa de Pandora no mercado brasileiro: uma sombra de dúvida agora ronda as mais diversas empresas: outras companhias de e-commerce, varejistas de moda e até mesmo os grandes bancos , como Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) e Santander (SANB11), foram envolvidos pela névoa da incerteza.
Não é achismo nem exagero: basta olhar para o balanço dessas instituições no quarto trimestre de 2022 para constatar o estrago feito pelo rombo contábil da Americanas. Em maior ou menor escala, todos tiveram que fazer provisões volumosas, de modo a se preparar para um eventual calote da rede de varejo.
Provisões, naturalmente, nunca são boas notícias: impactam os lucros, afetam a rentabilidade e mexem com as perspectivas futuras de uma instituição bancária. E, no caso de Bradesco, Itaú e Santander, vimos estratégias diferentes para lidar com o problema da Americanas — cada uma, com efeitos bastante particulares.
Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4), por exemplo, foram por um caminho conservador e provisionaram 100% dos créditos devidos pela Americanas, de modo a conter qualquer tipo de contágio desse episódio aos balanços de 2023. Só que é preciso levar em conta que os dois bancos estavam em momentos muito diferentes.
Enquanto o Itaú surfava uma onda de expansão ao longo de 2022, o Bradesco vinha de um 3º trimestre tumultuado; como resultado, o 'evento Americanas' causou impacto limitado no primeiro, enquanto o segundo viu o lucro e a rentabilidade despencarem — vale ressaltar que o Bradesco tem um volume maior de dívidas a serem equacionadas com a varejista.
Já o Santander foi o menos conservador dos três, provisionando 'apenas' 30% do total do crédito comprometido com a Americanas; ainda assim, tanto o lucro quanto a rentabilidade sofreram bastante no quarto trimestre.
Leia Também
No podcast Touros e Ursos desta semana, Vinícius Pinheiro e eu falamos sobre esse efeito dominó gerado pela Americanas e que, agora, já pode ser mensurado pelos grandes bancos privados, como Itaú, Bradesco e Santander; e também, como sempre, escolhemos os destaques positivos e negativos da semana.
O balanço da BB Seguridade e os dados operacionais da Petrobras no quarto trimestre do ano estão entre os temas discutidos. Para acompanhar o bate-papo na íntegra, basta apertar o play, neste link.
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG