🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Felipe Miranda: Quer viver de rendimentos pingando na conta? Confira cinco questões importantes sobre dividendos

Hoje, muito se fala sobre dividendos. Há muita coisa boa por aí. E há também uma infinidade de bobagens. Precisamos separar o joio do trigo

13 de novembro de 2023
20:01 - atualizado às 17:13
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4
Imagem: Shutterstock

Lançamos nesta segunda-feira o Projeto Renda. É a maior novidade da Empiricus em bastante tempo. Se você se interessa por estratégias de rendimentos passivos pingando na sua conta, esse é um programa para você.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Algumas razões bastante objetivas nos levaram a produzir esse conteúdo extraordinário, envolvendo toda nossa equipe de análise. Parte delas é de cunho pessoal.

Com a reorganização interna e a esperada captura de sinergias dentro do Grupo BTG Pactual, agora posso me dedicar inteiramente à análise de investimentos.

Além disso, meu próprio momento de vida e minha situação patrimonial permitem e, ao mesmo tempo, requerem a adoção de estratégias de renda para o devido gerenciamento financeiro familiar — coleciono ações, camisetas de futebol para meu filho, fios de barba branca, vinhos e boletos; e, se somar as quatro primeiras coleções, suspeito empatar em número com a última.

Como diria Nassim Taleb, não me diga o que fazer com meu portfólio; me diga o que você está fazendo com o seu. É por isso que estamos aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Grande parte do meu patrimônio familiar está alocada nas estratégias do Carteira Empiricus e do Palavra do Estrategista; outra parte fica dedicada aos dividendos.

Leia Também

Outra parte da motivação transborda elementos particulares e tem maior relação com a própria indústria.

Antes, lá nos primórdios da Empiricus, a informação financeira (ou a falta dela) era propagada (ou semi-propagada, sei lá) pelo gerente do banco e pelos jornais especializados.

O gerente estava inundado por conflitos de interesse. Nada pessoal, fique claro. Ele tinha contas a pagar e boletos a pagar. Não julgo. Sentado naquela mesma cadeira, possivelmente também obedeceríamos ao nosso senhor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A responsabilidade será sempre da estrutura de incentivos. Como insiste Charlie Munger, “me mostre os incentivos e eu digo os resultados”. O interesse do banco nem sempre coincide com o interesse do cliente investidor.

E a imprensa especializada, infelizmente, não era muito lida pelo investidor pessoa física. O Valor Econômico sempre foi ótimo, mas, sejamos sinceros, embora nós sempre assinássemos lá em casa, a minha mãe não lia. Acho que você entende o que quero dizer.

Mas, então, as coisas mudaram. Vieram as redes sociais (ou insociáveis) e, com elas, para usar a expressão do Tom Nichols, encontramos a morte da expertise.

A informação passou a fluir com muito mais rapidez e naturalidade. Houve uma democratização grande no acesso à informação, inclusive sobre investimentos. Isso é ótimo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas as inovações costumam também carregar um lado sombrio. O médico e o monstro vivem em cada um de nós, e também nas destruições criativas schumpeterianas, embora se fale pouco disso.

Como resumiu Umberto Eco, “as redes sociais deram o direito à palavra a legiões de imbecis que, antes, só falavam nos bares, após um copo de vinho e não causavam nenhum mal para a coletividade”.

Qualquer um tem o mesmo direito de palavra do que um prêmio Nobel. Há um lado democrático lindo nessa história, mas carrega também uma perversidade grande, pois visões erradas, enviesadas ou pouco profundas sobre todos os assuntos, incluindo temas altamente técnicos, sobre os quais, muitas vezes, o ouvinte (ou seguidor) não tem a capacidade de discernir.

Hoje, muito se fala sobre dividendos. Há muita coisa boa por aí. E há também uma infinidade de bobagens. Precisamos separar o joio do trigo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Falamos aqui de cinco fatos estilizados sobre estratégias de renda.

1. Só os dividendos importam

Existe uma corrente meio heterodoxa tentando desqualificar estratégias focadas em ganho de capital, favorecendo exclusivamente abordagens de dividendos. 

Tenho dois problemas com essa perspectiva. A primeira porque ela pressupõe uma superioridade moral e intelectual de uma coisa sobre a outra. Presume algo como: “não somente a minha estratégia funciona, como ela é a única que funciona.”

O mercado é tipo “O Bar”, do Roger Waters, admite várias matizes diferentes. Não é porque você tem um método para ganhar dinheiro que ele seja o único método disponível e eficiente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segundo ponto é que o argumento fere princípios aritméticos claros. O seu dividendo é função do seu patrimônio. Há uma relação monotônica entre as coisas.

As empresas anunciam x reais por ação em forma de provento. Os fundos imobiliários distribuem y reais por cota. Os títulos de renda fixa pagam z% de cupom de acordo com o montante investido. 

A estratégia voltada a dividendos pode funcionar (e de fato funciona quando bem feita), mas ela não é indissociável do patrimônio. Aliás, dinheiro não tem carimbo.

2. Os dividendos não importam

No outro extremo, há aqueles que tentam desqualificar por completo os proventos. “Como o dividendo sai do preço da ação, não faz diferença”, argumentam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso também não é verdade. Distribuição de dividendos e juros sob capital próprio permite otimização da estrutura de capital e tributária das companhias, levando a um maior valor justo para as respectivas ações ou cotas de fundos imobiliários.

Ela também confere liquidez e flexibilidade ao investidor, que pode fazer o que quiser com aquela renda, incluindo reinvestir no mesmo ativo.

Também reduz o risco do investimento, porque altera o duration (prazo médio dos fluxos de caixa). Parte do dinheiro que você teria lá na frente acaba sendo embolsado antes. 

Lembre ainda que, ao menos por enquanto, os dividendos não são tributados, o que lhe confere quase uma arbitragem fiscal frente ao ganho de capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Foque no yield

Esse é um dos erros mais clássicos do investidor. O sujeito entra num site de finanças qualquer e ordena as ações pelas maiores pagadoras de dividendos do(s) último(s) exercício(s).

O problema é que não há qualquer garantia que uma boa pagadora de dividendos ontem o continuará sendo amanhã.

Aqui, existe um risco tremendo de incorrermos num value trap, ou seja, comprarmos uma armadilha de valor enquanto achamos estar comprando um ativo de valor propriamente dito.

Em muitas situações, um dividendo muito alto pode esconder um fim de ciclo ou de uma concessão, por exemplo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dividendo é parte do lucro da companhia e, acima do prescrito em estatuto ou na lei das SAs, deriva da decisão da empresa de não manter aquela grana em caixa para fazer um investimento.

Se ela está pagando dividendos muito gordos ao acionista, é porque está dizendo tacitamente não dispor de nenhum outro projeto com retorno projetado superior ao que o investidor pode ter em outras alternativas a partir da sua liquidez.

O sujeito compra determinados dividendos e entrega tudo numa eventual perda patrimonial, porque, sei lá, uma transmissora de energia está agora encerrando o período da sua concessão. 

Muita gente interpretou a última carta da gestora Squadra como um veredicto negativo sobre a indústria de fundos imobiliários. Não foi a minha visão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Li o documento como uma crítica muito pertinente aqueles fundos que utilizam artimanhas contábeis para distribuir dividendos superiores à sua capacidade estrutural.

O yield muito alto de curto prazo atrai o investidor pessoa física num primeiro momento. E a coisa fica feia quando chegamos no segundo capítulo da história.

Você precisa conhecer a fundo aquilo que está comprando, muito além do yield.

Você pode até olhar o yield, mas esse é o começo da análise; nunca o fim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

4. Dividendos são sempre a melhor estratégia

Se você entendeu bem o ponto anterior, esse aqui sai como corolário.

Se a empresa dispõe de projetos muito rentáveis a fazer, o ideal é o investidor não receber dividendo nenhum e continuar aplicado a uma taxa interna de retorno muito maior nos ativos reais daquela companhia.

Toda vez que uma empresa de altíssimo retorno sobre o capital investido paga dividendos, ela retira do investidor a capacidade de, com aquele dinheiro, continuar exposto àqueles projetos de altíssima rentabilidade.

Não conseguir reaplicar a grana na mesma taxa interna de retorno original faz cair seu retorno consolidado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

5. Dividendo serve igual para todo mundo

De fato, os dividendos servem a todo e qualquer investidor.

Construir outras fontes de renda passiva ajuda muito na construção patrimonial a longo prazo, além de suavizar os ciclos ruins (porque pinga um dinheiro extra, que inclusive pode ser usada para comprar coisas que ficaram muito baratas na hora do pânico) e representa uma estratégia mais conservadora e de menos risco.

No entanto, a escolha entre ganho patrimonial ou recebimento de dividendos é algo de foro íntimo, que deve obedecer ao horizonte temporal do investimento, às preferências de ponderação entre risco e retorno e ao tamanho do patrimônio.

Ao investidor iniciante, não será necessariamente eficiente replicar estratégias adotadas por alguém com alguns bilhões de reais, cujos dividendos mensais ultrapassam dezena de milhão de reais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Preferências pessoais e situações patrimoniais diferentes requerem estratégias diferentes.

No final, entre uma coisa ou outra, não há certo ou errado, existem escolhas, com benefícios e renúncias de cada uma delas.

Com a Selic caindo, estratégias de renda costumam ganhar apelo. Ao mesmo tempo, a inflação global (e local) tende a ser superior nos próximos anos, de forma mais estrutural.

Ter uma fonte de renda passiva ajudando na preservação ou na melhora do seu poder de compra pode ser simplesmente decisivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estamos aqui para ajudar. Seja bem-vindo ao Projeto Renda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A incerteza que vem de Trump, as armas do Mercado Livre (MELI34), e o que mais move os mercados hoje

24 de fevereiro de 2026 - 10:09

Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Derrota de Trump, volatilidade no mundo: a guerra comercial entra em nova fase 

24 de fevereiro de 2026 - 7:15

Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A carta curinga no jogo dos FIIs, a alta do petróleo, e o que mais movimenta o seu bolso hoje

20 de fevereiro de 2026 - 8:46

Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como saber seu perfil e evitar erros ao abrir uma franquia, a queda da Vale (VALE3) na bolsa, e o que mais movimenta o mercado hoje

19 de fevereiro de 2026 - 8:46

Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão

EXILE ON WALL STREET

Ruy Hungria: Não tenha medo da volatilidade 

18 de fevereiro de 2026 - 20:00

Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Japão como paraíso de compras para investidores, balanços de Ambev (ABEV3), Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e o que mais move a bolsa hoje

12 de fevereiro de 2026 - 8:59

O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Podemos dizer que a Bolsa brasileira ficou cara? 

11 de fevereiro de 2026 - 19:50

Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja se vale a pena atualizar o valor de um imóvel e pagar menos IR e se o Banco do Brasil (BBAS3) já começa a sair do fundo do poço

11 de fevereiro de 2026 - 9:39

Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio no Japão que afeta o mundo todo, as vantagens do ESG para os pequenos negócios e o que mais move as bolsas hoje

10 de fevereiro de 2026 - 9:30

Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Entre estímulo e dívida: o novo equilíbrio do Japão após uma eleição que entra para a história

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar