O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gestora do ONEF11, dono do prédio, entendeu que as condições oferecidas não eram “do melhor interesse dos cotistas”
Mostrando que não desiste facilmente de seus objetivos, o fundo imobiliário VBI Prime Properties (PVBI11) voltou a fazer uma tentativa para comprar quatro andares do edifício The One, que está localizado em São Paulo e pertence ao FII homônimo ONEF11.
Mas a proposta foi novamente recusada pelo ONEF11. A gestora do fundo entendeu que as condições oferecidas não eram "do melhor interesse dos cotistas". Atualmente, o FII detém cerca de 6 mil m² do prédio, cuja Área Bruta Locável (ABL) total é de 13,6 mil m².
Entre os argumentos para a recusa, o FII lista, em comunicado enviado ao mercado, que o valor por metro quadrado oferecido de R$ 32 mil é apenas 1,59% superior à última proposta, recebida em 05 de maio.
Considerando a dedução de despesas envolvidas na transação, a forma de pagamento e as condições do mercado, a gestão calcula que a precificaçãoo "resulta em uma diferença aproximadamente 10% abaixo do valor patrimonial do imóvel".
O ONEF11 também cita que as últimas transações ocorridas no mercado imobiliário com ativos comparáveis ao The One — de alta qualidade, com classificação AA ou AAA, e em um raio de até um quilômetro do imóvel — tiveram preço médio de R$ 37 mil por metro quadrado.
Além disso, apenas 15% do valor proposto seria efetivamente pago em dinheiro. Os outros 85% do negócio poderiam ser quitados com as cotas do fundo VBI Prime Properties.
Leia Também
Vale destacar que, após rebecer a primeira proposta do PVBI11, o FII The One fez uma contraproposta aos investidores: ao invés de vender, aumentar a participação no empreendimento.
O ONEF11 tentou comprar a fatia do Pátria Edifícios Corporativos (PATC11), que detém seis conjuntos no prédio, por R$ 57,5 milhões.
A cifra é mesma que constava na primeira proposta recebida e rejeitada pelo ONEF11, mas o FII planejava oferecer condições melhores de pagamento para tentar fechar o negócio.
A venda, porém, foi rejeitada pelos cotistas do PATC11 no início do mês passado e as negociações foram encerradas.
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil