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RESUMO DO DIA: Após uma semana agitada por decisões nos bancos centrais, o Ibovespa terminou o pregão em leve queda, na esteira das bolsas internacionais.
A perspectiva de juros elevados por mais tempo após decisão do Federal Reserve continuou injetando cautela no mercado. Os índices S&P 500 e Nasdaq registraram as maiores perdas semanais desde março.
Além disso, a política acomodatícia do Banco do Japão (BoJ, em inglês), sem mudanças nas taxas, e o anúncio de novos estímulos na China para investimentos estrangeiros calibraram o apetite dos investidores.
O Ibovespa fechou o pregão com baixa de 0,12%, aos 116.008 pontos. Na semana, o índice recuou 2,31%.
O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 4,9325, com leve queda de 0,05%. Nos últimos cinco dias, a moeda americana acumulou avanço de 1,26%.
Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (22):
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Uma das empresas que abriu o capital na última onda de IPOs na B3, o GetNinjas (NINJ3) dominou o noticiário na última semana após anunciar uma operação considerada incomum no mercado de capitais brasileiro: a devolução de caixa aos acionistas.
A plataforma que conecta clientes e prestadores de serviços aprovou uma redução de capital de R$ 223,5 milhões, equivalente ao valor de R$ 4,40 por ação.
A operação despertou uma série de dúvidas, sendo a principal delas de ordem “filosófica”: se não tinha o que fazer com o dinheiro, por que o Getninjas emitiu ações na bolsa, afinal?
“Na época, o IPO era o melhor para a base de acionistas, para a tese e era o que a gente acreditava. Mas essa aposta se deu diferente do que todo mundo esperava”, afirmou Eduardo L'Hotellier, CEO e fundador do GetNinjas, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Na semana, o Ibovespa acumulou queda de mais de 2%, repercutindo as decisões dos bancos centrais. Por aqui, o Copom seguiu o plano e cortou 0,50 pontos percentuais da taxa Selic.
Nos EUA, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, conforme o esperado. Contudo, o presidente do Fed, Jerome Powell, reafirmou que os juros devem permanecer em níveis mais altos por um período longo.
No Ibovespa, BRF (BRFS3) recuperou as perdas recentes.
As exportadoras Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) avançaram com a valorização do dólar, além do reajuste nos preços de exportação da celulose para a Ásia, Europa e EUA – anunciadas pela Suzano e que entram em vigor no próximo mês.
Confira as maiores altas da semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,66 | 7,81% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 14,39 | 6,28% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 55,38 | 5,43% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,68 | 4,23% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 24,03 | 3,98% |
Na ponta negativa, o setor de varejo liderou as perdas da semana.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,54 | -20,09% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 6,61 | -12,91% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,99 | -11,52% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 13,89 | -10,85% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,68 | -10,53% |
O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (22) em leve queda, acompanhando o desempenho das bolsas de Nova York que ainda reagiram à política monetária nos EUA.
Na ponta positiva, BRF (BRFS3) terminou o dia como a maior alta, acompanhando de Carrefour (CRFB3). As ações foram beneficiadas pelo movimento de recuperação das perdas recentes.
Com destaque, o IRB (IRBR3) avançou após a companhia reverter o prejuízo líquido de R$ 58,9 milhões de julho de 2022 para lucro líquido de R$ 22,3 milhões no mesmo mês deste ano.
Confira as maiores altas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,66 | 3,21% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 9,15 | 2,81% |
| RADL3 | Raia Drogasil ON | R$ 27,43 | 2,12% |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 40,49 | 1,96% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,68 | 1,30% |
Na ponta negativa, as ações das varejistas Casas Bahia (BHIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) lideraram as perdas com cautela com cenário de juros mais elevados por período longo.
Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,68 | -8,11% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,24 | -4,68% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 9,70 | -3,96% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,43 | -3,89% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 20,59 | -3,29% |
Com a agenda local mais esvaziada, o Ibovespa terminou a sessão em leve queda de 0,12%, aos 116.008 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira acompanhou o desempenho das índices internacionais, com perdas limitadas pelo avanço das commodities metálicas e novos estímulos na China.
Na semana, o Ibovespa acumulou baixa de 2,31%, pressionado pela reação dos investidores às decisões dos Bancos Centrais, com destaque para o Federal Reserve (Fed).
As bolsas de Nova York tentaram recuperar as perdas da semana, com o anúncio de novos estímulos na China e redução da cautela entre os investidores. Contudo, os índices encerraram mais um dia em queda:
Com a manutenção dos juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ano ano e a sinalização de juros elevados por mais tempo, S&P 500 e Nasdaq encerraram com as maiores perdas semanais desde março. Na semana, os índices acumularam:
O dólar terminou a sessão com leve queda de 0,05%, a R$ 4,9325, no mercado à vista.
Na semana, a moeda americana acumula alta de 1,26%, apoiado pelo intensificação da cautela externa com a perspectiva de juros mais elevados por período mais longo.
Parece replay mas não é. As ações das varejistas seguem novamente entre as maiores quedas da B3 neste último pregão da semana. O destaque negativo fica mais uma vez para Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3), que lideram as baixas do Ibovespa .
E olha que as ações tinham tudo para se recuperar do baque recente. Afinal, os juros futuros (DIs) operam hoje relativamente comportados, o que tira uma fonte de pressão sobre os papéis.
As taxas dos juros longos mexem com as varejistas porque balizam o custo do crédito das operações das companhias.
Porém, mesmo com o alívio nos DIs, as ações das Casas Bahia (BHIA3) e do Magazine Luiza (MGLU3) lideraram a ponta negativa na B3 nesta sexta-feira (22). Os papéis BHIA3 terminaram o pregão com queda de 8,11%, já os MGLU3 caíram 4,68%.
Os contratos do petróleo tipo Brent para novembro terminaram a sessão em leve queda de 0,03%, a US$ 93,27 o barril na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, os futuros acumularam recuo de 0,70%.
Já os futuros do petróleo WTI para o mesmo mês fecharam em alta de 0,45%, com o barril a US$ 90,03, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, os contratos da commodity registraram baixa de 0,81%.
A commodity foi pressionada pela cautela internacional sobre a permanência dos juros em níveis elevados por mais tempo.
As bolsas em Nova York arrefeceram os ganhos há pouco, com piora das ações do setor bancário ainda com temor dos juros restritivos por mais tempo.
Por aqui, o Ibovespa acompanha a redução do apetite de Nova York e cai 0,04%, aos 116.095 pontos.
Diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Michelle Bowman disse nesta sexta-feira (22) acreditar que "aumentos de juros adicionais" (no plural) provavelmente serão necessários para retornar a inflação nos Estados Unidos à meta de 2%. Em discurso durante evento com banqueiros no Colorado, a dirigente também indicou expectativa de que a taxas fiquem em níveis restritivos por algum tempo.
Ela reconheceu os "consideráveis progressos" recentes nos esforços para a retomada da estabilidade de preços, mas advertiu que a inflação ainda está muito elevada. Em particular, a diretora chamou atenção para a aceleração no indicador cheio do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), diante da escalada dos preços de petróleo.
"Vejo um risco contínuo de que os preços da energia possam subir ainda mais e reverter alguns dos progressos que temos visto na inflação nos últimos meses", alertou ela, que também ressaltou que a economia permanece forte, com gastos de consumidores "robustos" e recuperação do mercado imobiliário residencial.
Fonte: Estadão Conteúdo
O setor de viagens como um todo foi um dos mais afetados pela pandemia de covid-19 e agora as empresas colhem os amargos frutos deste período. A bola da vez é a Maxmilhas, que entrou pediu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para ser incluída no processo de recuperação judicial da 123Milhas.
Além da Maxmilhas, a Lance Hotéis também está no requerimento. Ambas são empresas do grupo 123Milhas e enfrentam problemas com dívidas altas.
No caso da Maxmilhas, a dívida é de pouco mais de R$ 266 milhões. Se a Justiça acatar os pedidos das empresas, o valor da causa pode ultrapassar os R$ 2,5 bilhões.
“Com efeito, um dos principais motivos para que se aceite o processamento conjunto dos pedidos de recuperação judicial de diferentes devedoras é garantir que o iter percorrido na busca da solução para a crise que atinge mais de um agente empresarial encaminhe as partes para resultado concomitante e, se possível, harmônico”, diz o documento.
Liderando a ponta negativa, as ações da Vamos (VAMO3) recuam 4,95%, a R$ 9,58.
Sem notícias recentes sobre a companhia, o movimento de queda acompanha a troca de posições em dia de reajuste nos mercados.
No direito, quando um processo "transita em julgado" significa que o julgamento é definitivo, ou seja, não cabem mais recursos. Esse agora é o caso de uma batalha judicial travada entre a Petrobras (PETR4) e a Oceanpact (OPCT3) na qual a última companhia saiu vitoriosa.
A empresa de serviços marítimos, que hoje vale pouco mais de R$ 1 bilhão na B3, cobrava legalmente há mais de dois anos a petroleira pelo descumprimento das regras de circulação de bandeira estrangeira ligadas ao navio Up Coral.
A primeira vitória foi obtida em dezembro do ano passado, quando a Justiça considerou que a Petrobras rescindiu o contrato de forma indevida e condenou a estatal a pagar à companhia um montante milionário.
Mas ainda cabiam recursos à decisão. Agora, porém, segundo comunicado enviado pela OceanPact ao mercado nesta sexta-feira (22), foi publicada a certificação do trânsito em julgado do processo, que corria na 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, e a Petrobras não tem mais como evitar o pagamento.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 41,74 | 5,11% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 25,40 | 2,88% |
| RADL3 | Raia Drogasil ON | R$ 27,48 | 2,31% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 20,04 | 2,09% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 68,64 | 1,69% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 9,61 | -4,85% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,71 | -4,05% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 20,59 | -3,29% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,28 | -2,98% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,54 | -2,24% |
O Ibovespa sustenta o tom positivo na esteira das bolsas de Nova York com alta de 0,33%, aos 116.524 pontos.
As bolsas da Europa fecharam sem direção única, em meio a retomada de apetite ao risco nos EUA e a declarações do economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane.
Confira o fechamento dos principais índices europeus:
Os investidores também repercutiram a queda acima do esperado do PMI composto no Reino Unido. O índice caiu de 48,6 em agosto para 46,8 em setembro.
O Ibovespa sustenta os 116 mil pontos em dia de apetite ao risco local.
Na ponta positiva, IRB (IRBR3) lidera os ganhos após reportar reverteu o prejuízo em lucro líquido em julho. As companhias educacionais e do setor de construção avançam na esteira do alívio dos DIs.
Vale (VALE3) e companhias de commodities metálicas sobem na esteira de novos estímulos na China e valorização do minério de ferro.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 41,84 | 5,36% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 25,35 | 2,67% |
| RADL3 | Raia Drogasil ON | R$ 27,47 | 2,27% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 20,00 | 1,88% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 68,67 | 1,73% |
Na ponta negativa, o movimento de ajustes é o que pressiona. Confira as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,71 | -4,05% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 20,47 | -3,85% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 9,74 | -3,56% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,19 | -1,82% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 15,96 | -1,72% |
Em movimento de recuperação das perdas recentes, os índices em Nova York operam em tom positivo e o Ibovespa acompanha a retomada do apetite ao risco dos investidores.
Com a agenda local esvaziada, o principal índice da bolsa brasileira sobe 0,29%, aos 116.476 pontos, impulsionado pelo avanço das commodities. O minério de ferro, que fechou em alta de 0,87%, com a tonelada a US$ 119,24 em Dalian, e o petróleo tipo Brent avança 0,41%, com o barril a US$ 93,67.
Além disso, o mercado repercute o anúncio de novos estímulos na China. Os governos das cidades de Xangai e Pequim anunciaram um relaxamento de regras para investimento estrangeiro direto, em movimento para atrair empresas e apoiar a recuperação econômica do país.
Os juros futuros (DIs) recuam em toda a curva, em movimento de ajuste. O dólar cai 0,29%, a R$ 4,9210, no mercado à vista.
Sai uma siderúrgica, entra uma mineradora: esta foi a movimentação feita na carteira de dividendos do Itaú BBA nesta sexta-feira (22). O banco de investimentos anunciou que trocou as ações da Gerdau pelas da Vale (VALE3) em sua seleção para quem investe com foco em proventos.
A alteração se deu entre duas companhias cujo carro-chefe é o mesmo, as commodities metálicas. Os analistas seguem otimistas com as perspectivas para o aço, especialmente considerando o consumo chinês.
O país asiático é a grande fonte de demanda para commodities no mundo, e o Brasil é um de seus principais fornecedores. No caso do minério de ferro, a China importa o produto para fabricar o aço que será utilizado nos setores industrial, de infraestrutura e imobiliário — este último é seu principal consumidor.
“Apesar de o setor imobiliário chinês seguir desaquecido, a produção de aço chinesa vem surpreendendo positivamente ao mesmo tempo que os estoques continuam apertados, o que indica, provavelmente, que outros setores e a exportação estejam compensando essa demanda mais fraca”, argumentam os analistas.
Analistas da Empiricus apontam para um ‘achado’ na bolsa de valores brasileira: Uma ação do varejo que está extremamente barata hoje, e tem potencial de disparar até 285%.
No Giro do Mercado desta sexta-feira (22), o analista Fernando Ferrer conversa com Renan Dantas para explicar a tese da empresa e por que investir agora.
Ainda na edição de hoje, Enzo Pacheco comenta a disparada dos títulos do tesouro americano e como o cenário impacta nos mercados globais e principalmente, como pode refletir aqui, no Ibovespa (IBOV).
Acompanhe:
Na contramão do alívio dos DIs, as companhias do setor de varejo recuam em bloco no Ibovespa ainda pressionadas pela perspectiva de juros altos por mais tempo nos EUA, o que também deve afetar as economias emergentes como o Brasill.
Casas Bahia (BHIA3) lidera as perdas do setor. Confira a cotação das principais varejistas no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,72 | -2,70% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 5,05 | -1,37% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,59 | -1,10% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 11,66 | -1,10% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 64,48 | -0,66% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,33 | -0,85% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,22 | -0,12% |
| ALPA4 | Alpargatas PN | R$ 8,21 | -0,12% |
Os juros futuros (DIs) seguem em tom de recuo em toda a curva, acompanhando o enfraquecimento do dólar ante o real, enquanto os investidores fazem reajustes da reação pós-Fed.
Acompanhe o desempenho dos DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABE |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,25% | 12,26% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,51% | 10,55% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,22% | 10,26% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,47% | 10,52% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,80% | 10,83% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,02% | 11,05% |
O Ibovespa opera em alta de 0,53%, aos 116.724 pontos, em dia de ajuste de posições após a reação ao Federal Reserve (Fed) e a sinalização de juros em nível mais alta por mais tempo.
O tom positivo é ancorado pelo avanço das commodities e novos estímulos econômicos na China. Wall Street no "azul" também impulsiona o Ibovespa.
As ações da Vale (VALE3) avançam 1,69%, a R$ 68,64, e impulsiona os ganhos do Ibovespa em dia de ajuste dos investidores.
A mineradora acompanha o desempenho do minério de ferro, que fechou em alta de 0,87%, com a tonelada a US$ 119,24 em Dalian, após novos estímulos econômicos anunciados na China.
Com novos estímulos na China e recuperação das perdas em reação ao Federal Reserve (Fed), as bolsas de Nova York operam em tom misto após a abertura:
As ações da resseguradora IRB (IRBR3) figuram como a maior alta do Ibovespa desde a abertura, com avanço de 5,62%, a R$ 41,97.
Os investidores repercutem o lucro líquido de R$ 22,3 milhões de julho de 2023, anunciados pela companhia.
Com o resultado, o IRB acumula lucro de R$ 51 milhões nos primeiros sete meses deste ano. No mesmo período do ano anterior, a empresa amargou prejuízo de R$ 351,7 milhões.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 42,48 | 6,98% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 20,18 | 2,80% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,24 | 1,72% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 11,00 | 1,57% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 68,50 | 1,48% |
E as maiores quedas da abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,20 | -1,71% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 14,47 | -0,82% |
| ENGI11 | Energisa units | R$ 48,98 | -0,67% |
| CSAN3 | Cosan ON | R$ 17,92 | -0,61% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,65 | -0,60% |
O Ibovespa abre em alta de 0,46%, aos 116.147 pontos e tenta recuperar as perdas da sessão anterior com a retomada de apetite ao risco com novos estímulos na China e o avanço das commodities.
Com a agenda local esvaziada, após uma semana "recheada" de decisões de bancos centrais, o principal índice da bolsa brasileira tende a acompanhar o desempenho de Nova York.
O caminho para sair do calvário é tortuoso, mas o IRB (IRBR3) aparentemente deu mais um passo nesse sentido em julho.
A resseguradora reportou lucro líquido de R$ 22,3 milhões em julho de 2023.
Isso significa uma reversão em relação ao prejuízo líquido de R$ 58,9 milhões informado no mesmo mês de 2022.
Com o resultado, o IRB acumula lucro de R$ 51 milhões nos primeiros sete meses deste ano. No mesmo período do ano anterior, a empresa amargou prejuízo de R$ 351,7 milhões.
Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta acompanhando a retomada de apetite dos investidores e a recuperação das commodities no mercado internacional.
AMARGOR NO MERCADO: A INDIGESTA DECISÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA
Os mercados reagiram ontem às decisões de política monetária ao redor do mundo.
Os investidores parecem especialmente preocupados com a postura mais cautelosa do Federal Reserve, o que gera um clima de aversão ao risco em várias regiões, incluindo o Brasil, que já estava lidando com a sua própria complexa dinâmica interna (a nossa querida âncora monetária). O ajuste na curva de juros saiu caro.
Nos mercados asiáticos, a sexta-feira testemunhou uma falta de direção clara, mas prevaleceu uma tendência predominantemente baixista, refletindo os sinais negativos dos mercados globais durante a quinta-feira.
As preocupações persistem em relação à inflação, às taxas de juros e às perspectivas de crescimento econômico global, após indicações assertivas de diferentes autoridades monetárias de que manterão as taxas de juros em níveis elevados por um período prolongado.
Assim como o Fed nos EUA e o BCE na Zona do Euro, o BoE no Reino Unido seguiu nessa direção. A exceção notável foi o Banco do Japão, que não fez alterações em sua política ultradovish.
Na agenda, contamos com a avaliação das vendas a varejo no Reino Unido em agosto, impulsionadas pelos preços mais altos dos combustíveis, e uma série de pesquisas de opinião empresarial.
Além disso, há os discursos de banqueiros centrais no cenário internacional que serão observados atentamente.
A ver…
00:51 — O ajuste machucou
No cenário brasileiro, persiste a dificuldade em escapar da faixa entre os 115 mil e 120 mil pontos no Ibovespa. Ontem, registramos nova queda devido à postura mais rígida do Federal Reserve e à percepção de uma flexibilização mais lenta da política monetária local do que se inicialmente pressupunha.
A repercussão do ajuste na curva indicando mais dois cortes de 50 pontos-base em 2023 foi custosa, reduzindo a probabilidade de um corte de 75 pontos (ainda é uma possibilidade, mas agora é consideravelmente mais difícil, dependendo fortemente dos dados domésticos e do contexto internacional).
Talvez estejamos adentrando verdadeiramente em uma era de taxas de juros globalmente mais elevadas, alterando a dinâmica dos ativos de risco em escala mundial.
Agravando a situação, a questão fiscal apresenta desafios. Os dados de arrecadação federal em agosto revelaram mais frustrações quando comparados ao mesmo período do ano anterior (muito por conta do desempenho do setor de commodities e de recolhimentos atípicos de 2022), intensificando as preocupações quanto à magnitude do déficit.
É amplamente reconhecido que o governo não conseguirá cumprir a própria meta e é provável que seja revista (possivelmente no final do ano, nos momentos finais).
No entanto, a incerteza reside na discrepância entre o que foi planejado e o que será efetivamente executado. O governo carece de um plano confiável e claro.
01:44 — Os famigerados 4,5%
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Títulos do Tesouro de 10 anos ultrapassaram a marca de 4,5%, atingindo esse patamar pela primeira vez desde 2007, refletindo a ascensão das taxas de juros por um período prolongado. As ações sentiram o impacto dessa mudança.
O índice Nasdaq, por exemplo, caiu 1,8% ontem, acumulando uma queda de 3,5% nos últimos três pregões. Hoje, os investidores estão assimilando a atualização do Fed, agora com um viés mais inclinado para taxas mais altas.
Parte da inquietação surge do fato de que os membros do Fed estão projetando taxas de 5,1% até o final de 2024, o que está ligeiramente abaixo do intervalo atual de 5,25% a 5,5%.
Isso sugere pouca flexibilização no próximo ano, embora essa situação possa se modificar nos meses vindouros, dependendo dos dados disponíveis.
No entanto, a situação é delicada. Taxas mais altas implicam valuations mais baixos, já que os lucros futuros têm menos valor no presente.
Durante 2022 e no início de 2023, havia um receio generalizado de que o aperto da política monetária pela Fed poderia levar a economia a uma recessão severa, impactando negativamente os lucros das empresas e o mercado de ações.
Agora, a preocupação é de que um crescimento econômico mais vigoroso do que o esperado obrigue o Fed a manter uma postura restritiva por um período prolongado. Portanto, o que poderia ser considerado boa notícia acaba sendo interpretado como uma preocupação.
02:40 — O risco do shutdown (de novo)
Ainda nos Estados Unidos, a dívida nacional ultrapassou a marca de US$ 33 bilhões pela primeira vez. Esse acontecimento coincide com um grande risco de paralisação do governo, dado que o Congresso tem até o próximo dia 30 para aprovar a legislação orçamentária, sob a ameaça de um shutdown.
O presidente da Câmara americana, o republicano Kevin McCarthy, enfrenta pressões da ala mais radical de seu partido para exigir mais cortes de gastos como condição para aprovar a resolução orçamentária antes do fim do mês. Se isso ocorrer, será a primeira paralisação federal desde 2019.
Uma métrica que observo com frequência para avaliar a trajetória fiscal dos EUA é o juro líquido como percentual do PIB, que representa os pagamentos líquidos que o governo federal realiza sobre sua dívida em relação ao produto interno bruto do país.
Mesmo diante do aumento nas taxas de juro, essa métrica permanece em um patamar razoável.
Os pagamentos de juros totalizaram 1,86% do PIB em 2022, alinhados com a média histórica desde 1960, que é ligeiramente inferior a 2%.
No entanto, o déficit americano nos primeiros 11 meses do ano fiscal atingiu a marca de 1,5 trilhão de dólares, representando um aumento de 61% em relação ao mesmo período do ano anterior, resultando em uma dívida dos EUA em relação ao PIB de 120%.
O impasse atual é perigoso, embora os republicanos moderados possam se unir aos democratas para aceitar uma solução de curto prazo e evitar o cenário mais desafiador nos EUA.
03:45 — É um problema global
Os rendimentos dos títulos de dívida soberana estão em ascensão em âmbito global.
O Federal Reserve adotou uma postura mais agressiva na última quarta-feira, indicando a possibilidade de um aumento adicional de 25 pontos-base na taxa de juros em 2023, elevando-a para um intervalo entre 5,50% e 5,75%.
Enquanto isso, o Banco da Inglaterra optou por manter as taxas inalteradas após uma sequência de 14 aumentos, mantendo a taxa em 5,25%, um nível considerado elevado no contexto recente do Reino Unido.
A Suécia e a Noruega também elevaram suas taxas, assim como a Turquia.
O banco central da África do Sul, por sua vez, manteve sua taxa estável em um patamar elevado, indicando que os custos dos empréstimos devem permanecer altos por um período prolongado.
De maneira surpreendente, o Banco Nacional Suíço pausou em um patamar também elevado.
Quanto ao Banco Central Europeu (BCE), suas autoridades transmitiram a mensagem de que o ciclo de aperto monetário na Zona do Euro terminou, alcançando a taxa de juros mais alta da história da região, que é de 4%.
O retorno acumulado neste ano do índice Bloomberg Global-Aggregate entrou em território negativo em agosto e tem se deteriorado desde então.
Tudo indica que os investidores em títulos estão caminhando para um terceiro ano consecutivo de perdas, devido aos aumentos simultâneos das taxas pelos bancos centrais, algo que não ocorria há quase uma década.
04:39 — Os japoneses são insistentes
No Japão, o iene experimentou perdas nesta sexta-feira, após o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) desapontar as expectativas de que começaria a indicar uma mudança em sua política extremamente acomodatícia para conter a desvalorização da moeda.
Era conhecido que a autoridade manteria sua taxa alvo inalterada em -0,1%.
No entanto, esperava-se alguma alteração na abordagem em relação a outras políticas do BoJ, como o controle da curva de juros (YCC, na sigla em inglês), que estabelece que o rendimento dos títulos de dívida japoneses de 10 anos pode variar entre -0,5% e 0,5% (a ideia era permitir uma flutuação maior, como tem sido sugerido há meses).
O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, mencionou recentemente que o banco central poderia ter dados suficientes até o final do ano para determinar se poderia eliminar as taxas de juros negativas (o Japão tem taxas de juros negativas desde o início de 2016).
No entanto, essa mudança não ocorreu agora.
Uma alteração por parte do Banco do Japão marcaria o fim de quase uma década de política monetária flexível que beneficiou as ações japonesas e provavelmente teria repercussões nos mercados globais.
Pelo menos assim, o Japão deixa de pressionar a curva de juros americana, aliviando marginalmente a percepção global mais negativa.
Os juros futuros (DIs ) abriram com viés de queda em toda a curva, acompanhando a desaceleração do dólar ante o real.
Com a agenda mais esvaziada, os investidores devem reajustar as posições ao longo da curva, após forte cautela na sessão anterior.
Acompanhe a movimentação dos DIs após a abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,26% | 12,26% | 12,27% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,55% | 10,55% | 10,57% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,26% | 10,26% | 10,30% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,51% | 10,52% | 10,55% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,82% | 10,83% | 10,89% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,04% | 11,05% | 11,10% |
Os governos das cidades de Xangai e Pequim anunciaram um relaxamento de regras para investimento estrangeiro direto, em movimento para atrair empresas e apoiar a recuperação econômica da China.
Na última quarta-feira (20), o Conselho de Estado da China adotou iniciativas para acelerar a industrialização chinesa e a recuperação da economia de forma sustentada.
No início da semana, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) se reuniu com empresas estrangeiras e bancos como o JP Morgan e o Deutsche Bank para discutir formas de concessão de crédito a empresas locais.
A Receita Federal deve disponibilizar a consulta ao 5º lote de restituição do Imposto de Renda (IR) 2023 nesta sexta-feira (22).
A expectativa é de que o quinto lote contemple 1,26 milhões de contribuintes.
Segundo a Receita, o valor a ser restituído no último lote é de aproximadamente R$ 1,96 bilhão. Desse total, cerca de R$ 507,8 milhões referem-se a contribuintes prioritários.
Vale destacar que a alíquota de reajuste da restituição ainda não foi divulgada.
O dólar abre a R$ 4,9145, com queda de 0,42%, no mercado à vista.
O Ibovespa futuro abre em alta de 0,52%, aos 117.500 pontos com a recuperação das bolsas internacionais após o temor de juros altos por mais tempo sinalizado pelos bancos centrais nesta semana.
O tom positivo da abertura também é impulsionado pela retomada de valorização das commodities. O minério de ferro fechou em alta de 0,87%, com a tonelada a US$ 119,24 em Dalian, na China. Já os futuros do petróleo tipo Brent sobem 0,96%, a US$ 94,20 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
O barril do petróleo Brent, utilizado como referência internacional de preços, segue em sua trajetória rumo aos US$ 100. Nesta sexta-feira, o avanço é de 0,93%, com o produto cotado a US$ 94,17.
Já o minério de ferro era negociado em alta de 0,87% valendo US$ 119,33 a tonelada em Dalian, na China.
O impulso das commodities pode sustentar o Ibovespa nesta sexta-feira.
No pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs, em inglês) negociados por lá da Vale e da Petrobras operam em alta de 1,32% e 1,07% respectivamente.
| Horário | País / Região | Evento |
| 3h | Reino Unido | Vendas no Varejo (Mensal) (Ago) |
| 5h | Zona do Euro | PMI composto, industrial e de serviços de setembro |
| 5h30 | Reino Unido | PMI composto, industrial e de serviços de setembro |
| 10h45 | Estados Unidos | PMI composto, industrial e de serviços de setembro |
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram em leve alta nesta sexta-feira.
Wall Street ensaia uma recuperação na sequência das fortes perdas da véspera.
Os investidores ainda digerem a perspectiva de que os juros permanecerão altos por ainda mais tempo nos Estados Unidos.
Para hoje, o mercado local deve reagir a índices preliminares de atividade econômica.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.
A perspectiva de que os juros permanecerão altos por ainda mais tempo pressiona os ativos de risco.
O tom do mercado é um pouco melhor em Londres diante da desaceleração da inflação no Reino Unido.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta sexta-feira.
Os mercados chineses reagiram positivamente à decisão do governo de Xangai de autorizar investidores estrangeiros a mover recursos para dentro e fora da cidade sem restrições nem atrasos.
Com isso, as bolsas de Xangai e Hong Kong subiram 1,55% e 2,28%, respectivamente. A bolsa de Taiwan também fechou em alta, mas bem mais modesta (+0,17%).
Já a bolsa de Tóquio caiu 0,52% e a de Seul recuou 0,27%.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha cresceu mais que o originalmente estimado no segundo trimestre de 2023.
Ao revisar os dados, o Instituto Nacional de Estatística (INE) reportou altas de 0,5% na comparação com o primeiro trimestre e de 2,2% em relação ao segundo trimestre de 2022.
A leitura original era de expansões de 0,4% no trimestre e de 1,8% no ano.
O Banco do Japão anunciou nesta sexta-feira a perpetuação de sua política monetária ultra-acomodatícia.
A decisão do BoJ, como é conhecido o banco central japonês, frustrou as expectativas dos analistas.
A autoridade monetária nipônica é pressionada a adotar medidas capazes de conter a depreciação de sua moeda, o iene.
Na decisão desta sexta-feira, o BoJ manteve a taxa de curto prazo para depósitos em -0,1% e a meta do rendimento do título público local (JGB) de 10 anos em cerca de zero.
O limite máximo dos rendimentos de 10 anos foi mantido em 1%, após o BoJ ter subido o teto de 0,5% para 1% em julho.
Em comunicado, a entidade afirmou que, devido às incertezas "extremamente elevadas" na economia global, vai manter "pacientemente" sua política monetária, ao mesmo tempo em que reagirá "com agilidade" à evolução dos preços e das condições financeiras.
Com a cautela internacional e a desaceleração das commodities, o Ibovespa terminou o pregão em queda.
Lá fora, os investidores repercutiram a perspectiva de que os juros em níveis altos nos EUA e na Europa devem permanecer por um longo período.
A decisão do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), de manter a taxa de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano continuou injetando mais aversão ao risco nos mercados ao longo do dia.
Hoje, foi a vez do Banco Central da Inglaterra (BoE) manter o juros em 5,25% ao ano, também com a sinalização de que a política monetária deve ficar "suficientemente restritiva".
Por aqui, a agenda do dia foi mais esvaziada, com destaque para os vetos à Lei do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin.
O Ibovespa terminou as negociações em baixa de 2,15%, aos 116.145 pontos.
O dólar fechou a R$ 4,9352 no mercado à vista, com alta de 1,13%.
Confira o que movimentou os mercados na última quinta-feira (21)
Você, que deixa o seu dinheiro guardado na conta Nubank, deve estar rindo à toa com o rendimento de 1% todos os meses, não é mesmo?
É por isso que eu compreendo a pergunta que um assinante da Empiricus nos mandou nesta semana: “Qual rende mais: as vacas leiteiras ou a NuConta?” Vacas leiteiras é a série da casa com ações de empresas boas pagadoras de dividendos.
Investir em ações? Pra quê, se nos últimos 12 meses ele conseguiu um retorno de 13% sem risco algum, apenas deixando o dinheiro parado na conta do "roxinho"?
Mas existe um grande problema para esses investidores: a mamata de 1% ao mês com baixo risco vai acabar em breve.
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