O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para surpresa de ninguém, a revisão dos balanços fraudados levou a Americanas a reconhecer prejuízos de bilhões — muitos bilhões
A Americanas (AMER3) finalmente republicou seu balanço de 2021 e divulgou os números consolidados de 2022.
Para surpresa de ninguém, a revisão dos balanços fraudados levou a Americanas a reconhecer prejuízos de bilhões. Muitos bilhões.
Em relação a 2021, o “maior lucro da história” da Americanas converteu-se em um prejuízo líquido de R$ 6,237 bilhões.
E o prejuízo da varejista mais do que dobrou em 2022. A Americanas fechou o ano passado com R$ 12,912 bilhões no vermelho.
Já a fraude contábil foi estimada em R$ 25,2 bilhões, muito próximo do rombo calculado quando a Americanas admitiu que o episódio ia muito além de "inconsistências contábeis".
Desse modo, a varejista encerrou o ano passado com um patrimônio líquido negativo de R$ 26,7 bilhões.
Leia Também
A fraude revelada no início de 2023 proporciona um retrato muito diferente daquele vendido pela Americanas até menos de um ano atrás.
O Ebitda recorrente de 2021 passou para R$ 1,78 bilhão negativo, seguido por mais um resultado bem vermelho em 2022 (R$ 2,927 bilhões).
A dívida líquida encerrou 2022 em R$ 26,287 bilhões, uma alta de 88,5% em relação ao que era reconhecido pela varejista em 2021.
Já a dívida bruta de curto prazo aumentou 35,4% entre 2021 e 2022, atingindo R$ 37,3 bilhões.
De acordo com a empresa, "houve a necessidade de reclassificação de todas as dívidas de longo prazo para curto prazo, em decorrência dos efeitos dos demais ajustes, passando, mesmo as mais longas, a serem exigíveis em curto prazo".
Ao mesmo tempo, a receita líquida alcançou R$ 25,8 bilhões em 2022, 14,6% acima daquela registrada no ano anterior.
A varejista encerrou 2022 com R$ 31,3 bilhões em ativos, uma queda de 16,6% na comparação com 2021.
O capital de giro da Americanas, por sua vez, caiu de R$ 3,7 bilhões em 2021 para R$ 2,5 bilhões no ano passado.
Enquanto isso, a empresa encerrou 2022 com R$ 6,073 bilhões em caixa, uma queda de 11,4% em relação ao ano anterior.
Ao republicar o balanço de 2021 e divulgar os números finais de 2022, a Americanas voltou a declarar-se "vítima de uma fraude sofisticada".
De acordo com o comunicado que acompanhou os números, a varejista afirma que o maior impacto sobre seu lucro bruto derivou "dos ajustes contábeis necessários para o desfazimento dos contratos fictícios de VPC", como são chamadas as verbas de propaganda cooperada.
Segundo a empresa, os lançamentos fraudulentos "reduziam o custo de mercadoria vendida (CMV) e, por consequência, aumentavam o lucro bruto".
O impacto total do ajuste no CMV alcançou R$ 2,7 bilhões. Isso levou a um ajuste da margem bruta de 29,8% para 17,3% da receita líquida.
A empresa informou ainda que não revisará resultados anteriores a 2021, embora acredite-se que os lançamentos fraudulentos ocorressem pelo menos há uma década.
Divulgados os números auditados de 2021 e 2022, a expectativa passa a ser agora a formalização do acordo entre a Americanas e seus credores no âmbito da recuperação judicial da varejista.
De acordo com os documentos divulgados hoje, a direção da companhia acredita que voltará ao azul em 2025, depois da recuperação judicial e da reestruturação.
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima