O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nesta semana, um tribunal francês decidiu que as empresas não podem desligar seus colaboradores por não serem “divertidos”. O veredicto foi dado como encerramento de um “problema” corporativo ocorrido há sete anos
Embora trabalhar em um ambiente descontraído possa trazer alguns benefícios, não ser “legal” no ambiente de trabalho não é um motivo que pode resultar em demissão — pelo menos na França.
Nesta semana, um tribunal francês decidiu que as empresas não podem desligar seus colaboradores por não serem “divertidos”. O veredicto foi dado como encerramento de um “problema” corporativo ocorrido há sete anos.
Em 2015, um homem identificado como Sr. T, foi demitido da empresa de consultoria Cubik Partners, em Paris, por se recusar a participar de um “happy hour”.
De acordo com os documentos judiciais, o trabalhador foi desligado por “incompetência profissional”, incluindo a recusa em aderir aos valores “divertidos” da empresa. Além disso, a Cubik Partners alegou que o ex-colaborador não contribuia com as atividades e era um “péssimo ouvinte”.
E, na compreensão do tribunal, os eventos descontraídos da companhia francesa envolviam situações de alcoolismo e “práticas promovidas por colegas envolvendo promiscuidade, bullying e incitação a exceesos”.
Sendo assim, o Sr. T venceu o processo. Em uma sentença emitida em 9 de novembro, a justiça francesa concluiu que, como a ausência do profissional em eventos festivos e o "comportamento crítico" foram os motivos citados para sua demissão, o profissional foi desligado de forma injusta pela Cubik Partners.
Leia Também
Por fim, o Tribunal de Cassação — o que equivale ao Tribunal Superior do Trabalho — condenou a Cubik Partners a pagar ao Sr. T, cerca de 3.000 euros (R$ 16,3 mil no câmbio atual) e examinará o pedido de indenização do Sr. T, posteriormente.
Isso porque, no início do processo, ainda em 2015 — ano em que Sr. T foi demitido — o profissional requisitava uma indenização por danos morais no valor de 461.406 euros (R$ 2,5 milhões no câmbio atual). Contudo, em uma decisão judicial anterior do Tribunal de Apelação de Paris, o montante foi rejeitado — o que fez o profissional demitido recorrer a decisão e levar o processo à última instância.
*Com informações de Business Insider
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações