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O patrimônio da empresa, avaliada em US$ 3 bilhões, será destinado para duas instituições; a mulher e seus dois filhos também abriram mão de participações acionários na empresa
Doar boa parte da fortuna para causas sociais e ambientais se tornou uma tendência entre bilionários. Mas Yvon Chouinard, fundador da marca de roupas esportivas Patagonia, foi além ao anunciar a doação da própria companhia para a filantropia.
O bilionário decidiu doar todo o seu negócio para o fundo Patagonia Purpose Trust e a organização não-governamental (ONG) Holdfast Collective. A esposa e os dois filhos adultos também abriram mão de suas participações na empresa.
As duas instituições — o fundo e a ONG — foram criadas para preservar a independência da empresa e garantir que os lucros — de US$ 100 milhões por ano — sejam usados para combater as mudanças climáticas.
“Uma opção era vender a Patagonia e doar todo o dinheiro. Mas não podíamos ter certeza de que o novo proprietário manteria nossos valores ou manteria nossa equipe de pessoas em todo o mundo empregadas”, disse o fundador em carta aberta.
A empresa, avaliada em cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,6 bilhões aproximadamente, no câmbio atual), tem quase meio século de existência e agora “a Terra é o único acionista”, segundo a abertura do site da Patagonia.
Ou seja, a doação não significa o encerramento das atividades da marca. O objetivo do fundador e de sua família é destinar os lucros para um fim social, ou melhor, sustentável.
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“Eu nunca quis ser um empresário”. É assim que Yvon Chouinard começa a sua carta aberta em que anuncia a doação da marca Patagonia para instituições de proteção ambiental.
A empresa de roupas esportivas tem, entre os seus princípios, a preocupação com as mudanças climáticas e seus efeitos. Fato este que em, 2018, o propósito da marca passou a ser “um negócio para salvar nosso planeta natal”.
Por fim, o fundador Chouinard declara que usará a riqueza que “a Patagonia cria para proteger a fonte de toda a riqueza”, fazendo referência aos recursos naturais.
As mudanças climáticas e o aquecimento global têm se tornado cada vez mais uma preocupação dos bilionários.
Em julho, o dono da Microsoft, Bill Gates, declarou que doará US$20 bilhões de sua fortuna para instituições sem fins lucrativos voltadas ao meio ambiente. Entre elas, está a própria fundação do criada por ele e sua ex-mulher Melinda French Gates, em 2000.
A Fundação Bill & Melinda Gates é voltada para a promoção da infância, erradicação das desigualdades e redução das mudanças climáticas.
Bill Gates é a quarta pessoa mais rica do mundo e já cogita perder o posto de bilionário da Revista Forbes, com o objetivo de amenizar os danos à natureza.
Outros bilionários do ranking da Forbes, como o lendário investidor Warren Buffett e Mark Zuckerberg, fundador da Meta (ex-Facebook), também se comprometeram a doar a maior parte da fortuna.
*Com informações de New York Times
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