O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com fim da recuperação judicial, lucro da companhia saltou cinco vezes no quarto trimestre e animou o mercado
Ao contrário de outras incorporadoras e construtoras da B3 — que prometeram muito e entregaram pouco no quarto trimestre — a PDG Realty (PDGR3) surpreendeu o mercado com os números alcançados no primeiro balanço após o fim da recuperação judicial.
A companhia registrou lucro líquido de R$ 348,6 milhões no período, um salto de quase cinco vezes em relação aos R$ 70,3 milhões obtidos nos últimos três meses de 2020.
O resultado, que marca os melhores três meses do ano para a empresa, foi impulsionado por ajustes sobre dívidas extraconcursais no processo de recuperação judicial.
Com isso, as ações subiram forte nesta segunda-feira (28) e encerraram o dia como a maior alta do pregão. Após subir mais de 40%, os papéis fecharam com avanço de 36,69%, a R$ 1,90.
No ano, a construtora também reduziu em 72% o prejuízo líquido, com R$ 127,2 milhões negativos. A receita operacional líquida disparou 108%, para R$ 432,9 milhões. Já a margem bruta recuou 15,1 pontos percentuais, para 19,2%.
Apesar da alta de hoje, a PDGR3 ainda recua 64,41% nos últimos doze meses. Vale lembrar que, no início da década de 2010, a incorporadora chegou a ser o maior nome do mercado imobiliário no país.
Leia Também
A situação começou a mudar a partir de 2012, em meio ao esfriamento do mercado imobiliário. Somados à falta de executivos com experiência no setor à frente da gestão, os problemas no cenário macroeconômico e setorial quase levaram a companhia à falência.
Sem alternativas e com cerca de R$ 7,9 bilhões em dívidas, a PDG iniciou em 2017 o processo de recuperação judicial.
Após pouco mais de quatro anos em andamento, o processo foi encerrado em outubro do ano passado e, segundo a empresa, permitiu a reestruturação de R$ 5,3 bilhões em dívidas com 22 mil credores.
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos