O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fim da trava nas negociações das ações e dos BDRs do Nubank deixou de fora os chamados NuSócios
O Nubank (NUBR33) anunciou ontem à noite o que parecia ser uma ótima notícia: o fim do lock-up, ou seja, a restrição para a negociação de todas as ações, incluindo os recibos (BDRs) na bolsa brasileira.
À primeira vista, o comunicado deu a entender que os chamados NuSócios — os 7,5 milhões de correntistas que na ocasião do IPO optaram por receber 1 NUBR33 — poderiam enfim negociar seus papéis na B3.
O fim da trava, porém, é válido apenas para um público seleto: os acionistas que estavam impedidos de vender seus papéis por cláusulas do IPO, incluindo alguns diretores e membros do conselho de administração do Nubank.
Ou seja, enquanto os principais executivos do Nubank ficarão livres para vender suas ações na bolsa a partir deste mês, os NuSocios precisarão esperar até dezembro.
Trata-se de mais um agrado para a diretoria do Nubank, que virou notícia recentemente depois da revelação de que podem receber salários de até R$ 800 milhões em 2022.
Na noite de ontem, o Nubank divulgou um comunicado ao mercado informando que o fim do lock-up seria antecipado de 7 de junho para 17 de maio, um dia depois da divulgação do primeiro balanço da fintech na condição de companhia aberta.
Leia Também
O Seu Dinheiro chegou a publicar ontem uma matéria falando que a liberação do lock-up incluiria também o ‘pedacinho’ recebido pelos correntistas.
Embora o comunicado fale que “todas as ações ordinárias da companhia” estariam liberadas para negociação a partir de 17 de maio, o fim da trava não vale para os clientes que optaram pelo recebimento de um BDR do Nubank no IPO.
Serão contemplados apenas os diretores e membros do conselho de administração do Nubank que receberam ações e BDRs na ocasião.
Em dezembro do ano passado, o Nubank chegou à bolsa de valores de Nova York superando o Itaú na condição de maior banco da América Latina.
A ação estreou a US$ 9, no topo do faixa indicativa do IPO. Simultaneamente, em uma operação inédita no mercado financeiro, o Nubank lançou BDRs na B3.
O Nubank também inovou ao dar 1 BDR a cada correntista que optasse por receber o ativo.
A adesão ao programa, batizado NuSócios, envolveu mais de 7,5 milhões de clientes do Nubank - a um custo de R$ 63,2 milhões para a instituição financeira.
Uma das condições para a adesão era um lock-up de um ano sem poder vender o BDR oferecido pelo Nubank.
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda