O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
O momento atual de juros elevados, crédito caro e restrito abriu espaço para uma onda de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial de empresas do Brasil. Os episódios mais recentes envolvem duas das maiores companhias do país: Raízen e Grupo Pão de Açúcar. Mas qual a diferença os dois tipos de reestruturação financeira?
Ambos os mecanismos estão previstos na Lei de Recuperação Judicial e Falências e têm o mesmo objetivo: permitir que empresas endividadas reorganizem seus passivos, negociem com credores e evitem a falência.
A diferença central está na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
A recuperação judicial é o mecanismo mais conhecido. Nesse modelo, a empresa entra com um pedido na Justiça para reorganizar suas dívidas e continuar operando.
Se o pedido for aceito, a companhia passa a ter uma proteção temporária contra cobranças e execuções judiciais — período conhecido como stay period, normalmente de 180 dias. Durante esse prazo, a empresa apresenta um plano de recuperação detalhando como pretende renegociar suas dívidas.
Esse plano é então submetido aos credores, que se reúnem em assembleia para votar se aceitam ou não as condições propostas. Caso seja aprovado e homologado pela Justiça, a empresa passa a cumprir o plano para reorganizar sua estrutura financeira.
Leia Também
Por envolver assembleias de credores, supervisão judicial e uma série de etapas processuais, a recuperação judicial tende a ser mais longa e complexa. Em contrapartida, oferece uma proteção maior à empresa durante as negociações.
A recuperação extrajudicial, por sua vez, funciona de forma mais direta. Nesse caso, a empresa negocia previamente com seus credores as condições para reestruturar suas dívidas.
Quando consegue a adesão de uma parcela relevante deles — geralmente mais de 60% dos créditos de uma determinada categoria — a companhia pode pedir à Justiça apenas a homologação do acordo.
O Judiciário, nesse caso, atua basicamente para validar o acordo firmado entre as partes. O processo costuma ser mais rápido e menos burocrático do que uma recuperação judicial, justamente porque boa parte da negociação acontece fora dos tribunais.
Na prática, empresas que enfrentam uma situação financeira mais delicada ou têm muitos credores com interesses diferentes costumam recorrer à recuperação judicial, que oferece maior proteção durante as negociações.
Já companhias que ainda conseguem negociar diretamente com bancos e investidores tendem a optar pela recuperação extrajudicial, considerada um caminho mais rápido e menos custoso para reorganizar as dívidas.
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub