O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O vice-presidente ainda chamou atenção para a necessidade de cumprir metas ambientais se o país quiser entrar na OCDE
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta quarta-feira, 9, em entrevista à CNN Brasil que a privatização da Petrobras (PETR4) não é o maior obstáculo para frear a alta dos preços dos combustíveis no Brasil.
Mourão atribuiu o problema a dois fatores: a desvalorização do real e o aumento do preço do petróleo.
"Parcela da população entende que combustível subiu fruto do aumento da alta do petróleo", afirmou. "Se o dólar hoje estivesse um real abaixo, nós estaríamos em uma situação mais confortável", completou o vice-presidente.
Mais cedo, em evento no Nordeste, o presidente da República, Jair Bolsonaro, repetiu que gostaria de se livrar da estatal por ser responsabilizado pelo salto dos valores cobrados nas bombas — de acordo com ele, algo fora de sua alçada.
"Não vejo que a privatização da Petrobras seja o nó górdio (dificuldade aparentemente sem solução) do problema de combustíveis. Vamos lembrar que nós exportamos petróleo bruto e importamos combustível. É uma das razões do encarecimento", afirmou Mourão.
A privatização da Petrobras é uma das bandeiras de campanha do governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República, João Doria (PSDB).
Leia Também
Mourão ainda se disse favorável à redução do IPI para favorecer a indústria brasileira. "Estou ao lado do que pensa o ministro Paulo Guedes da Economia", afirmou o vice-presidente na entrevista.
O vice-presidente também falou sobre o processo de entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). "Nós já cumprimos, em torno da metade das exigências para pertencer a esse clube", afirmou.
Mourão chamou atenção para a necessidade do cumprimento das metas ambientais, afirmando que o Brasil terá de fazer a sua parte para frear o aquecimento global se quiser fazer parte do clube.
"Eu vejo que quem quer avançar nesse caminho vai ter que cumprir aquelas metas que colocou publicamente para o mundo inteiro, senão vai passar por alguém não confiável", comentou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades