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O objetivo da companhia aérea é terminar o processo no segundo semestre deste ano. O plano atende aos requisitos legais dos EUA e do Chile.
Senhores passageiros, afivelem os cintos porque a Latam está pronta para decolar. Na noite de sábado (18), a companhia aérea informou que a justiça norte-americana aprovou seu plano de recuperação judicial.
A proposta recebeu a autorização de voo do Tribunal de Falências do Distrito Sul de Nova York nos Estados Unidos, dentro do processo de reorganização nos EUA — onde o procedimento tem o nome de Capítulo 11.
O objetivo da Latam é terminar o processo de recuperação no segundo semestre deste ano. O plano atende aos requisitos legais dos EUA e do Chile.
Nos próximos meses, a Latam pretende conseguir a aprovação do registro de ações e títulos mobiliários da Comissão do Mercado Financeiro do Chile (CMF).
A empresa também busca a implementação dos respectivos períodos de direito de preferência para a oferta das ações e títulos conversíveis aos atuais acionistas.
Depois disso, a Latam deve seguir o plano de recuperação, apresentado em novembro de 2021, que inclui a injeção de US$ 8,19 bilhões no grupo por meio de uma combinação de capital novo, títulos conversíveis e dívida.
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A operação inclui o financiamento de US$ 5,4 bilhões garantido pelos principais acionistas — Delta Air Lines, Qatar Airways e Grupo Cueto — e pelos principais credores da Latam.
Na segunda-feira (13), a Latam Airlines pediu a um juiz que aprove US$ 2,75 bilhões em novos empréstimos para financiar a saída da recuperação judicial.
O juiz de falências James Garrity, em Manhattan, revisará o pedido durante uma audiência no tribunal em 23 de junho.
A Latam, que tem unidades operacionais no Chile, Brasil, Colômbia e Peru, diz ter compromissos de US$ 2,75 bilhões em empréstimos de JPMorgan, Goldman Sachs, Barclays, BNP Paribas e Natixis, com um acordo adicional de US$ 1,17 bilhão para refinanciar e estender seus empréstimos.
*Com informações da Reuters e do Estadão Conteúdo
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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