O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do banco também revisaram projeções de lucro e preço-alvo dos papéis do BTG Pactual (BPAC11) de R$ 34 para R$ 31
Por melhor que seja um ativo, se ele ficar caro demais é melhor pensar duas vezes antes de incluir na carteira. E foi pensando nisso que o Itaú BBA rebaixou a recomendação das ações do BTG Pactual (BPAC11) de compra para "em linha com o mercado". Em relatório, os analistas elogiam o desempenho do banco, mas justificam a mudança pelo atual nível de preço do ativo.
O preço-alvo para o fim de 2023 passou de R$ 34 para R$ 31 — potencial de alta de 13,6% se considerado o fechamento de ontem, a R$ 27,27.
Nos cálculos do Itaú BBA, os papéis são negociados com um múltiplo preço/lucro de 12 vezes para 2023, enquanto a média dos bancos é de 6,5x — o que implica um prêmio relativamente maior para o BTG.
A equipe também demonstra preocupação com o ROE — Retorno sobre Patrimônio Líquido, que mede o retorno total em lucro líquido gerado em relação ao patrimônio líquido — do BTG.
Além disso, os analistas apontam para o fato de que o crescimento recente do BTG foi mais dependente de capital, enquanto a expansão de 12% prevista para o ano que vem se dará em um contexto de uma série de desafios.
Entre eles, a deterioração do crédito, uma vez que houve um crescimento agressivo da carteira do banco (36% a/a), especialmente na comparação com seus pares.
Leia Também
A diluição da fatia do BTG no banco Pan também está entre os motivos listados para preocupação, já que adicionam mais crédito a essa conta.
Entre os pontos favoráveis para o BTG Pactual estão os avanços em gestão de ativos e wealth manegement.
Os analistas do Itaú BBA ainda aproveitaram para revisar as projeções de lucro líquido do BTG, que passou de R$ 6,2 bilhões neste ano para R$ 8 bilhões. O resultado deve ser impulsionado pelas áreas de Sales & Trading e pelo impacto da alta da Selic.
Para 2023, a equipe reduziu a previsão de lucro líquido para R$ 8,9 bilhões, comentando que a "eficiência [do BTG] não tem sido uma fonte de surpresa", mas os ganhos do banco devem cair conforme a taxa básica de juros cair. Aqui também pesam as preocupações com a área de crédito.
"Continuamos a gostar da história no longo prazo, mas vemos um risco equilibrado versus a recompensa nos atuais níveis de negociação. Se o humor do mercado mudar para melhor por meio das taxas de juros globais, haverá espaço para reavalizações no setor. Caso as coisas mudem para pior, o BTG ainda tem um prêmio alto em relação aos grandes bancos", diz o relatório.
No pregão desta quarta-feira (21) as ações do BTG Pactual estão entre as maiores quedas do Ibovespa. Às 11h10, o papel caía 4,22%, cotado a R$ 26,12.
Além da mudança feita pelo Itaú BBA, o ativo também passa por uma correção depois de ter subido 2,52% no pregão anterior.
Nesta semana, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, também informou que o BTG deseja comprar o banco Alfa.

De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das nove recomendação para BPAC11, sete são de compra e duas de manutenção.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor