O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Cyrela também pagará proventos aos acionistas, mas, ao contrário da Eletrobras, o valor não será corrigido pela taxa Selic
Sem data prevista para o fim do processo de privatização, a Eletrobras (ELET6) segue distribuindo dividendos aos acionistas. A empresa anunciou nesta sexta-feira que fará um pagamento de pouco mais de R$ 1,3 bilhão até o final deste ano.
Ainda não há previsão de quando o dinheiro cairá na conta dos investidores, mas outros detalhes sobre os proventos já estão disponíveis. A data de corte para ter direito aos proventos, por exemplo, era esta sexta-feira (22).
Os papéis, portanto, serão negociados "ex-direitos" a partir da próxima segunda-feira (25) e passarão por um ajuste na cotação referente aos dividendos já alocados.
O valo por ação também já é conhecido, mas deverá crescer ao longo dos próximos meses. Isso porque a cifra será atualizada com base na variação da taxa Selic até a data de pagamento. Confira:
Além da Eletrobras, outra companhia fez a alegria dos acionistas hoje com o anúncio de dividendos: a Cyrela (CYRE3). A incorporadora distribuirá R$ 217 milhões em proventos.
Terão direito ao montante, que equivale a R$ 0,5647788378 por ação, quem estava na base acionária da companhia hoje. Assim como na Eletrobras, os papéis serão ajustados e negociados "ex-direitos" na segunda-feira.
Leia Também
Nesse caso, porém, não haverá ajuste do valor entre a data de aprovação e pagamento dos dividendos, que também não está definido e pode ocorrer até o fim do exercício social de 2022.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas