O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Anúncio marca o início do plano de transformação da empresa, que inclui a conversão de outras 120 unidades do Grupo Big em outras bandeiras nos próximos dois anos
A conversão começou: Pouco mais de quatro meses após receber o aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para comprar o grupo BIG, o Carrefour Brasil (CRFB3) anunciou a entrega de quatro lojas convertidas do atacarejo Maxxi para a bandeira Atacadão.
O anúncio marca o início do plano de transformação desenhado pela empresa, que inclui a conversão de outras 120 unidades do Grupo Big, antigo Walmart, em outras bandeiras nos próximos dois anos.
Ao todo, o Carrefour herdou do Big 58 atacarejos. Na primeira fase do projeto, cerca de 38 unidades mudarão para a bandeira Atacadão.
Apesar de a transição de marcas de um atacarejo para outro custar, ao todo, R$ 2,1 bilhões, o negócio é um dos tipos de reforma mais baratos.
Segundo informações do Estadão, gasta-se em média R$ 10 milhões por unidade, enquanto a expectativa é de que o mesmo espaço passe de R$ 23 mil em vendas por metro quadrado, para R$ 35 mil.
Quando perguntado sobre uma possível conversão das lojas de hipermercados Carrefour para o "formato vencedor do Atacadão", o CEO do Carrefour Brasil (CRFB3), Stephane Maquaire, afirmou que o grupo está atento a essas oportunidades.
Leia Também
Porém, segundo Maquaire, hoje, o foco da rede é realizar a conversão das lojas adquiridas.
O Assaí, principal concorrente do Atacadão, também passa por uma fase de modernização das lojas, com a inauguração das primeiras conversões de lojas do Extra.
Segundo o CEO do Carrefour Brasil, a mudança não foi apenas no visual das lojas ou da troca da cor vermelha pela laranja na fachada.
O executivo destaca que a operação foi transportada para um modelo de custos bem definido, com corredores mais largos e wi-fi para os clientes.
Além disso, a mudança ainda inclui a incorporação de facilidades, como o pagamento via Pix e introdução de balanças nos caixas, evitando filas na área de hortifrúti.
A mudança do atacarejo Maxxi para a bandeira Atacadão ainda inclui um aumento no portfólio de produtos da rede.
As lojas passarão a oferecer cerca de 10 mil produtos, contra os 6 mil itens trabalhados anteriormente pelo Maxxi.
O movimento não é exclusivo do Carrefour (CRFB3) no setor. O rival Assaí também passou a incorporar uma seção de vinhos às lojas.
Para Stephane Maquaire, CEO do Carrefour Brasil, um ponto positivo da mudança é que não serão feitas mudanças estruturais nas lojas.
Desse modo, os estabelecimentos poderão ficar abertos durante a maior parte do processo. Em junho, a companhia informou que eram necessários apenas três dias de fechamento para a para trocas de bandeiras.
De acordo o executivo, apesar de os serviços oferecidos atualmente nos atacarejos deixarem as operações das lojas mais caras, o aumento de vendas projetado poderá diluir os custos.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4