O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora tenha visto uma melhora no resultado nos três primeiros meses do ano, ainda assim a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 13,1 milhões, o que representa uma diminuição de 61,3% em relação às perdas registradas no mesmo período do ano anterior
Se a B3 fosse uma grande escola e as empresas listadas suas alunas, a temporada de balanços equivaleria às tão temidas provas trimestrais. Nessa caso, a Cogna (COGN3) ainda não ganharia uma estrela dourada pela performance no primeiro trimestre de 2022.
Embora tenha visto uma melhora no resultado nos três primeiros meses do ano, ainda assim a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 13,1 milhões, o que representa uma diminuição de 61,3% em relação às perdas registradas no mesmo período do ano anterior, que somaram R$ 33,8 milhões.
Considerando o resultado ajustado, a Cogna teve lucro de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre do ano, um aumento de 58,7% em base anual.
A empresa sentiu o peso do aumento de R$159 milhões em custo de dívidas motivado por aumentos da taxa Selic entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro de 2022 (2,5% versus 12,75%).
A receita líquida, por sua vez, ficou em R$ 1,2 bilhão o que representa um aumento de 6,4% na mesma base de comparação.
Aumento da receita liquida reflete o resultado positivo da Vasta, que superou em R$99,7 milhões a receita líquida do mesmo período do ano anterior em função do ciclo comercial e da retomada financeira das escolas privadas K-12 (equivalente ao ensino básico).
Leia Também
Uma métrica importante para a Cogna (COGN3) é a base de alunos. Ao final do trimestre, essa base cresceu 11,4%, o equivalente a 105,5 mil alunos, e faz Kroton superar o marco de 1 milhão de alunos ativos na graduação.
Segundo a empresa, essa expansão é resultante da melhora na captação e evasão.
Segundo o CEO da Cogna, Roberto Valério, apesar do cenário macroeconômico adverso, a empresa conseguirá manter o ritmo de recuperação.
A Kroton, divisão de ensino superior da Cogna, fechou o trimestre com total de 1,088 milhão de alunos, avanço de 11,9% em relação ao primeiro trimestre de 2021.
Do montante, houve crescimento de 7,5% no volume de alunos de alta presencialidade (100% presencial e EaD premium), para 371.191 alunos, e crescimento de 13,8% na de baixa presencialidade (digital e híbrido), para 657.353. Na pós-graduação, houve alta de 20,3%, totalizando 60.162.
A taxa de evasão da graduação atingiu 16,3%, com redução anual de 1 ponto porcentual, enquanto a da pós-graduação caiu 0,4 ponto, para 2,7%.
A Kroton teve Ebitda de R$ 221,287 milhões, avanço anual de 79,7%. A receita líquida, no entanto, recuou 4,9%, para R$ 701,796 milhões.
Já a Vasta, que oferece conteúdo para escolas, adicionou 766 novas escolas à sua plataforma em comparação ao ciclo 2021, ultrapassando a marca de 1,6 milhão de alunos utilizando o sistema de ensino.
A receita líquida do primeiro trimestre apresentou crescimento de 35,5%. A empresa mais que dobrou o Ebitda na comparação anual, somando R$ 133,646 milhões, alta de 137,1%.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4