O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Salto em Wall Street acontece em meio à guerra e após o presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizar um aperto monetário menos agressivo do que alguns esperavam
O combo formado pelo diálogo que pode levar ao esfriamento do conflito na Ucrânia e um aumento menos agressivo da taxa de juros fez a Bolsa de Valores de Nova York reverter as perdas do dia anterior e fechar a quarta-feira (02) em alta - com Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq muito próximos de suas máximas.
Em depoimento ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, disse que está inclinado a apoiar um aumento de 0,25 ponto percentual (pp) em março.
A declaração abrandou algumas preocupações sobre o potencial de um aumento de juros mais agressivo em um momento no qual a invasão da Ucrânia pela Rússia colocou os mercados em queda livre.
“O principal é que vamos prosseguir, mas com cuidado, à medida que aprendemos mais sobre as implicações da guerra da Ucrânia na economia”, disse Powell.
Com a sinalização, o Dow Jones subiu 1,79%, aos 33.889,96 pontos. Já o S&P 500 avançou 1,86%, aos 4.386,47 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,62%, aos 13.752,02 pontos.
Assim como nas sessões anteriores, a escalada do conflito na Ucrânia continuou dominando a atenção dos investidores ao redor do mundo.
Leia Também
Mais cedo, a delegação russa indicou que está pronta para retomar as conversas sobre a guerra com representantes ucranianos. Até o momento, o local do encontro não havia sido revelado.
A primeira rodada de conversações para tentar resolver o conflito entre Rússia e Ucrânia ocorreu perto da fronteira ucraniana e Belarus no domingo (27). Não houve avanços, mas ambas partes concordaram em se reunir outra vez.
Apesar da sinalização de diálogo, o governo norte-americano não dá tréguas ao presidente russo, Vladimir Putin, e anunciou uma nova rodada de sanções. Dessa vez, os alvos são o setor de defesa e de petróleo e gás russos.
Considerados fontes de riqueza da Rússia, em conjunto com aliados, os Estados Unidos aplicarão controles sobre exportações de equipamentos e tecnologia ligados às extração e refino das commodities energéticas, prejudicando a capacidade de produção russa no longo prazo, segundo a Casa Branca.
Na outra ponta, para mitigar os efeitos da enxurrada de sanções econômicas e financeiras, a Rússia decidiu cortar o compulsório dos bancos, ou seja, a quantidade de dinheiro das instituições financeiras que fica retida no banco central.
As bolsas na Europa fecharam a quarta-feira em alta. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou o dia em 1,1% após cair 0,9% na abertura. As ações de petróleo e gás lideraram os ganhos, com alta de mais de 4,0% com o aumento dos preços do petróleo.
O petróleo tipo Brent - usado como referência no mercado internacional - chegou a atingir hoje US$ 115 o barril pela primeira vez desde 2008.
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045