O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O festival deve movimentar R$ 1,7 bilhão até amanhã e, com o sucesso financeiro, ganha fôlego para trazer aos palcos artistas com cachês milionários
O primeiro Rock in Rio após a pandemia de covid-19 entra em seu último final de semana neste sábado (10) como um sucesso de público e financeiro. Números oficiais ainda não foram divulgados, mas, segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o festival deve movimentar R$ 1,7 bilhão até amanhã.
A cifra supera em 20% a registrada em 2019 e também anima as perspectivas para a próxima edição que, antes mesmo do término da atual, já está confirmada e com ingresso do tipo Club — que garante filas exclusivas, lounge e acessos antecipados — na pré-venda.
O alto fluxo financeiro garante que o festival conquiste cada vez mais patrocinadores e ganhe fôlego para trazer aos palcos artistas com cachês milionários. Por enquanto, o recorde pertence ao cantor Drake, que recebeu US$ 4 milhões (cerca de R$ 20,6 milhões) para encerrar o primeiro dia da edição de 2019.
A soma é bem maior do que a paga para a principal atração do primeiro Rock in Rio, realizado em 1985. Na época, a banda Queen recebeu US$ 1,2 milhão (R$ 6,2 milhões) para fazer um show que ficou marcado com um dos mais importantes da história da banda.
Ainda não há dados oficiais sobre quanto a organização do evento desembolsou para trazer os artistas deste ano. Mas o patrimônio líquido de cada um deles pode fornecer uma pista sobre os cachês cobrados, não deve ter sido barato.
Veja abaixo quanto vale a fortuna dos principais artistas a tocarem no último final de semana do Rock in Rio 2022.
Leia Também
O Coldplay é a grande atração de hoje no festival. E, além de ser a responsável por encerrar os trabalhos do Palco Mundo, a banda britânica também concentra as maiores fortunas do final de semana.
De acordo com informações do Celebrity Net Worth, portal que informa estimativas do total de ativos e atividades financeiras de celebridades, apenas o vocalista, Chris Martin, possui um patrimônio de US$ 160 milhões (R$ 826 milhões).
O cantor, compositor e produtor já ocupou o posto de músico mais bem pago do mundo e também é conhecido pela filantropia. Em 2016 ele declarou ter doado 10% de sua fortuna para instituições de caridade.
A banda ainda conta com outros membros: o guitarrista e fundador Jonny Buckland, o baixista Guy Berryman e o baterista Will Champion. Ainda segundo o portal, o patrimônio combinado dos três músicos chega a US$ 100 milhões (R$ 516,2 milhões).
Além do Coldplay, a programação do sábado também conta com um show de Camila Cabello. Mesmo percorrendo a estrada da fama a menos tempo, a cantora e compositora cubana-americana já acumula um patrimônio de US$ 18 milhões (R$ 92,9 milhões) obtido principalmente com a música e também com trabalhos no cinema e na moda.
A grande atração do último dia do Rock in Rio é Dua Lipa, responsável por fechar o festival. Mas, quando se trata das finanças, a cantora, compositora e modelo britânica fica atrás de Ivete Sangalo, que também se apresentará no Palco Mundo.
Dua Lipa é dona de uma fortuna de US$ 35 milhões (R$ 180,7 milhões) que começou a acumular desde 2015, quando assinou um contrato com a gravadora Warner Music e lançou seu primeiro single.
Já o patrimônio da brasileira é construído desde 1990, quando ela tornou-se conhecida do público à frente da Banda Eva, e está avaliado em US$ 100 milhões (R$ 516,2 milhões), ainda segundo o portal Celebrity Net Worth.
Além do sucesso no axé, Ivete Sangalo também acumulou parte de sua riqueza ao fato de ser garota propaganda de diversas marcas e aos trabalhos pontuais como atriz e apresentadora de TV.
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo