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Um bolão da firma fez com que 44 funcionários pudessem ver quase R$ 3 milhões caírem em suas contas da noite pro dia, mas 14 ainda não buscaram o prêmio
Dinheiro muda a vida das pessoas, e essa mudança pode se manifestar de variadas maneiras.
Você deve ter ouvido a respeito do prêmio de R$ 122 milhões na Mega-Sena, vencido por um bolão da firma.
A aposta havia sido registrada no mesmo sábado do sorteio, na lotérica Santo & Santo, no bairro Vila Mathias, na cidade litorânea de Santos (SP).
Como resultado desse evento excepcional, observa-se um acréscimo no comportamento de apostadores interessados em fazer suas apostas no exato dia do sorteio, poucas horas antes, aproveitando o fato de que o bilhete "entra quente" na acirrada disputa.
Quanto à lotérica em si, há motivos para comemorar e para protestar.
Parte dos apostadores passa a procurar o local abençoado para protocolar seus palpites, enquanto outros preferem evitá-lo, certos de que o estoque de chances foi depletado pelo recente sucesso do bolão.
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Mas, a despeito dessas influências laterais, não temos dúvidas de que as maiores transformações acometem os próprios vencedores.
Foram contemplados 44 funcionários da empresa Marimex, que presta serviços alfandegários para contêineres.
Ou seja, quase R$ 3 milhões para cada um.
Suspeito que a sorte desses 44 funcionários seja menor do que aparenta ao grande público.
Como na fábula das Mil e Uma Noites, todo pedido atendido por um gênio da lâmpada carrega consigo uma série de outras provações.
Na noite de sábado, pós-sorteio, alguns colegas de trabalho vazaram informações particulares dos vencedores do bolão, gerando uma série de problemas de privacidade e segurança.
Redes sociais foram excluídas às pressas, e a maioria dos 44 agraciados foi incentivada a sumir do mapa.
A Marimex se viu obrigada a permitir que os vencedores trabalhassem de forma 100% remota, o que gerou um sentimento de injustiça nos 1.300 trabalhadores de outras áreas da empresa.
Para completar, temos ainda que trazer à tona as tentações associadas à pessoa que, de repente, vê cair R$ 3 milhões em sua conta corrente.
Essa pessoa claramente não é pobre, mas isso não quer dizer que ela é ultrarrica.
Os sonhos estereotipados na figura de um ganhador de loteria dificilmente cabem a um dos 44 vencedores do bolão.
Comprar casa em condomínio de luxo, andar de helicóptero e pilotar uma Ferrari estão fora de cogitação.
A mais sábia decisão seria investir esses R$ 3 milhões para tentar transformá-los em R$ 10 milhões num horizonte de cinco a sete anos.
No entanto, podemos cobrar esse tipo de postura frugal de alguém que acabou de ganhar na loteria?
Nem mesmo os vencedores da Mega-Sena podem se dizer completamente felizes.
Dos 44 ganhadores, 14 ainda não buscaram o prêmio.
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