O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Assim como nos EUA, empresas por aqui estão em busca de profissionais para encorpar seus quadros; aqueles que cursarem o MBA em Análise de Ações e Finanças, por exemplo, terão a oportunidade de concorrer a uma vaga na equipe
Na semana passada, estive em Miami para um curto período de descanso e pude ver na prática a efervescência daquela economia.
Embora meu relato seja anedótico, uma vez que expressa apenas a minha percepção sobre os lugares em que estive, posso dizer que a economia norte-americana segue a todo vapor.
Shoppings cheios, lojas de grife recebendo consumidores apenas com horário marcado e idas a restaurantes apenas mediante reservas deram o tom.
Não por acaso, as mensagens de busca de profissionais para encorpar o quadro de funcionários estavam estampadas em quase todas as vitrines de lojas, restaurantes e bares.
Na contramão, o que se vê é uma inflação anualizada galopante de 7,5% — a maior desde 1982.
Já o núcleo da inflação, que expurga os choques e busca capturar a tendência dos preços, subiu 6%.
Leia Também
Esse contexto, aliado à forte desvalorização da nossa moeda frente à divisa americana, promoveu uma redução gigante do “affordability” do brasileiro médio.
Uma viagem para os EUA se transformou em um passeio em um aquário: apenas para apreciação.
É interessante destacar algumas observações derivadas dessa experiência.
O poder da marca é implacável. Além de terem maior facilidade de repasse de preço, empresas que carregam consigo uma forte admiração por parte dos fiéis consumidores navegam bem em períodos turbulentos.
As lojas da Apple e da Prada, por exemplo, estão com filas de mais de uma hora. Por falar em Apple, em sua mais recente newsletter, o professor e pensador Scott Galloway previu que a gigante de Cupertino alcançará mais de US$ 1 trilhão em faturamento até 2030 — para referência, o faturamento dos últimos 12 meses foi de US$ 378 bilhões.
Para aqueles que têm uma cesta de consumo mais dolarizada, carregar moedas fortes e ativos dolarizados via fundos, aplicações no exterior ou até nos próprios BDRs pode ser uma forma interessante de manutenção do poder de compra.
Embora ainda acredite que o “carry trade” e a atratividade de nossa Bolsa frente às demais seguirão pressionando o dólar no curto prazo, é importante que, dentro da gestão de portfólio, o investidor possua uma parcela de seu patrimônio dolarizada.
Já no Brasil, embora a perspectiva para o nosso PIB não seja tão animadora para 2022, a verdade é que algumas companhias são soberanas e conseguem criar oportunidades independentemente do cenário.
Carregá-las em um portfólio diversificado também deverá gerar bons frutos no longo prazo. Os resultados do 4T21 de Localiza (RENT3) e Raia Drogasil (RADL3), divulgados ontem (22) à noite, não me deixam mentir.
Enquanto a primeira praticamente multiplicou por três o seu Ebitda nos últimos cinco anos, a segunda multiplicou-o por sete em dez anos.
Por aqui, tal qual as inúmeras empresas nos EUA, também estamos em busca de bons profissionais para encorpar o nosso quadro. Aqueles que cursarem o nosso MBA em Análise de Ações e Finanças, por exemplo, terão a oportunidade de concorrer a uma vaga para fazer parte da nossa equipe de análise. Vamos lá?
Forte abraço,
Fernando Ferrer
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa