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Em seu primeiro discurso sobre o Estado da União, o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou novas sanções à Rússia
A bolsa brasileira retornará hoje da pausa para o Carnaval no início da tarde de hoje de olho em um possível ajuste em relação às quedas observadas nos mercados financeiros internacionais no decorrer dos últimos dias.
A invasão da Ucrânia pela Rússia entrou hoje em seu sétimo dia sem sinais de uma trégua iminente e com os preços do petróleo em disparada. Nem mesmo a promessa de liberação de reservas estratégicas da commodity aliviou a pressão sobre os preços.
O barril do Brent, usado como referência internacional, subia 7%, na casa dos US$ 112, mas chegou a ser cotado a US$ 113,02 durante a madrugada. O Brent não chegava a esse nível desde dezembro de 2013.
Apesar das consequências da alta dos preços de energia para níveis de inflação já difíceis de serem controlados, é possível que a alta do Brent beneficie as ações da Petrobras, cujos ADRs avançam 7% em relação à sexta-feira, acompanhando a disparada dos preços do petróleo.
E se alguém esperava algum alívio vindo do discurso do presidente dos EUA, Joe Biden, em seu primeiro discurso sobre o Estado da União, a expectativa não se confirmou nas telas.
Biden anunciou novas sanções à Rússia e prometeu “infligir dor” ao presidente Vladimir Putin. Segundo o presidente norte-americano, seu homólogo russo "não tem ideia do que está por vir".
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Na Europa, com exceção da bolsa de Londres, em leve alta, todos os outros principais índices de ações operavam em queda. Na Ásia, a queda das bolsas foi generalizada. Em Nova York, os índices futuros sinalizam abertura no vermelho, dando continuidade à forte queda dos índices na sessão de ontem.
O ouro, ativo tradicionalmente visto como um porto seguro em momentos de crise, operava perto da estabilidade na manhã de hoje, mas consolidado na faixa de US$ 1.900 por onça-troy.
No mercado de criptomoedas, o bitcoin (BTC) subia mais de 1%, flertando novamente com a faixa de US$ 44 mil. Já o ethereum (ETH) avançava 2,4%, mas encontrava resistência no nível de US$ 3 mil.
Para além da pauta de guerra, os investidores ainda acompanham as falas de dirigentes do Federal Reserve nesta quarta-feira (02).
Apesar de fora do noticiário, a próxima reunião em que o Banco Central americano decidirá sobre a taxa de juros dos EUA está marcada para daqui duas semanas. A partir deste encontro, os analistas e investidores terão um “plano de voo” mais bem definido sobre o aperto monetário dos Estados Unidos.
O relatório ADP de empregos privados deve movimentar os negócios antes da divulgação do payroll, a folha de pagamento norte-americana, na sexta-feira (04).
Por fim, o Fed volta ao radar com a divulgação do Livro Bege, que trará as perspectivas para a economia dos Estados Unidos e também deve ajudar a balizar a decisão sobre juros.
Após a pausa para o feriado de carnaval, o Ibovespa deverá sofrer ajuste e digerir o noticiário dos dias de folia. O desligamento do principal sistema de transferências internacionais chamado swift da Rússia deve ser uma faca de dois gumes na geopolítica internacional.
A Rússia deve ficar economicamente isolada com o corte na transmissão de pagamentos. Entretanto, esse desligamento também corta a importação e exportação do país.
Em outras palavras, o Brasil, que depende dos fertilizantes russos, pode ser afetado, além da variação no preço mundial de petróleo e gás natural.
Em meio a forte alta do petróleo, minério de ferro, commodities e insumos agrícolas, a bolsa brasileira pode ter ajuste positivo.
Vale lembrar que as maiores empresas que compõem o índice do Ibovespa estão relacionados ao petróleo e ao minério de ferro, como a Vale (VALE3), entre outras.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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