🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

A carne passou do ponto?

Marfrig (MRFG3) chega a cair mais de 10% mesmo após um trimestre acima do esperado. Há oportunidade de compra?

Dúvidas quanto à desaceleração das operações da Marfrig (MRFG3) na América do Norte pesam sobre as ações. Mas o movimento se justifica?

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de maio de 2022
14:51 - atualizado às 17:26
Imagem promocional mostrando os produtos da linha Bassi, da Marfrig (MRFG3)
Imagem promocional mostrando os produtos da linha Bassi, da Marfrig (MRFG3). - Imagem: Marfrig

O Ibovespa tem mais uma sessão de queda firme nesta quarta-feira (4), mas uma ação se destaca na ponta negativa do índice: a Marfrig (MFRG3), com baixas que superaram 10%. Um comportamento que salta aos olhos, especialmente porque o balanço trimestral da companhia mostrou um forte desempenho operacional neste início de 2022. Sendo assim, o que se passa com os papéis? Qual a razão por trás desse movimento na bolsa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Indo direto aos números: a receita líquida da Marfrig nos três primeiros meses do ano chegou a R$ 22,3 bilhões, alta de quase 30% na base anual — um resultado acima das expectativas do mercado. A América do Norte segue mostrando um desempenho sólido, enquanto a América do Sul mostrou uma expansão de mais de 40% nas vendas.

A história se repete em outras linhas do balanço: o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também superou as projeções dos analistas, crescendo 60% em um ano e chegando a R$ 2,7 bilhões; a margem Ebitda foi a 12,3%, mais de dois pontos acima do registrado no primeiro trimestre de 2021.

Houve geração de caixa operacional de mais de R$ 1 bilhão, a alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda nos últimos 12 meses caiu a 1,36 vez, os volumes vendidos cresceram, tanto em quantidade quanto em receita. Realmente, há pouco do que se reclamar — e o consenso dos analistas é que, de fato, o balanço da Marfrig veio bastante forte.

Mas, independente disso tudo, fato é que as ações MRFG3 estão sendo negociadas nas mínimas do ano, na faixa de R$ 16,40 — na verdade, esse é o menor patamar de preço desde agosto de 2021. Portanto, há uma conclusão óbvia: o mercado não está levando em conta todos esses números citados acima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, se o balanço do primeiro trimestre está sendo ignorado... então, o que dita o comportamento dos investidores hoje?

Leia Também

Marfrig: preocupações quanto ao futuro

Não há um único fator que explique essa baixa dos papéis da Marfrig (MRFG3) — e muitos se questionam se essa queda abrupta é justa. Dito isso, o grande asterisco no balanço vem da National Beef, o braço de atuação da empresa na América do Norte.

A priori, não há nada de errado com essas operações: o volume vendido chegou a 523 mil toneladas entre janeiro e março deste ano, alta de 2,9% na comparação anual. Em termos de receita, a divisão chegou a US$ 3 bilhões, cifra 30% maior em um ano — não dá para dizer que é um desempenho ruim, convenhamos.

Mas, ao olharmos para o comportamento sequencial das operações da América do Norte, algumas dúvidas começam a emergir. O volume de vendas, em toneladas, ficou praticamente estável em comparação com o quarto trimestre de 2021; a receita líquida, por sua vez, caiu 5,8% ante os três últimos meses do ano passado — um indicativo de que os preços médios praticados foram menores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E mais: os custos tiveram um ligeiro aumento de 3,3% na base trimestral, indo a pouco menos de R$ 2,5 bilhões. Com isso, tanto o lucro bruto quanto o Ebitda da divisão da América do Norte da Marfrig recuaram mais de 30% na comparação com o quarto trimestre do ano passado.

É verdade que esse tipo de comparação traz consigo algumas distorções: o fim de ano é um período particularmente forte de vendas — nos EUA, além do Natal e do Ano Novo em si, também há o dia de Ação de Graças, um feriado particularmente importante para os americanos. Ainda assim, essas quedas sequenciais não caíram exatamente bem.

E essa percepção de enfraquecimento gradual da National Beef e do mercado americano ganhou força com declarações de executivos na teleconferência de resultados da Marfrig, realizada nesta manhã. Entre outros pontos, foi sinalizado que os preços do gado nos EUA tendem a aumentar, colocando pressão extra sobre a linha de custos; por outro lado, a empresa diz que repassará parte desse efeito aos consumidores.

O xis da questão, então, recai sobre o comportamento do americano médio: com a inflação nos EUA atingindo patamares que não eram vistos desde os anos 70 — e às vésperas de um ciclo de alta de juros, o que tende a inibir o consumo no país —, como será recebido um aumento no preço das carnes?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa questão foi debatida pelo JP Morgan. O banco reuniu-se com a administração da Marfrig na noite de ontem, logo após a divulgação do balanço — e a própria empresa informou que o segundo trimestre teve um começo "mais lento que o normal" nos EUA, com questões climáticas impactando o preço do corte do gado.

Em relatório assinado pelo analista Lucas Ferreira e equipe, o JP Morgan ressalta, no entanto, que a Marfrig já vê uma retomada mais firme na demanda no mercado americano — o verão no hemisfério norte tende a impactar positivamente as vendas da companhia nos EUA e no Canadá.

Ou seja: há uma certa nebulosidade no curto prazo para os resultados da Marfrig na América do Norte, divisão responsável por uma fatia enorme do faturamento da companhia. E, de certa forma, isso tem mexido com a confiança dos investidores nesta quarta.

MRFG3: a queda é justa?

Exposto tudo isso, uma questão natural tende a emergir: essas preocupações, por si só, justificam uma queda de 8% nas ações da Marfrig (MRFG3), ainda mais considerando o desempenho sólido no primeiro trimestre?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É uma pergunta complexa: há quem argumente que, por mais que a Marfrig venha apresentando resultados fortes desde o ano passado e aproveitado a combinação de demanda elevada e preços elevados, a janela de oportunidade estaria se fechando — é como se o filé mignon já tivesse sido servido, digamos, restando agora os cortes menos nobres.

Mas gestores de ações ouvidos pelo Seu Dinheiro também argumentam que, por mais que uma desaceleração nas operações da América do Norte seja inevitável, fato é que a divisão está atualmente num nível bastante saudável de rentabilidade e margens. Sendo assim, uma eventual piora do mercado americano não seria trágica para a Marfrig, ainda mais levando em conta que as atividades na América do Sul estão com uma dinâmica cada vez mais positiva.

Por fim, há uma questão relativa à enorme posição de caixa da Marfrig: atualmente, a empresa conta com R$ 11,2 bilhões em seus cofres. Parte do mercado questiona o que será feito com todo esse dinheiro — e, até mesmo, se não há maneiras mais eficazes de se alocar esses recursos.

Ainda assim, esse é um argumento que abre espaço ao contraditório: o fato de uma empresa ter uma grande posição de caixa e alavancagem baixa não é uma notícia ruim a priori — e, muito menos, capaz de derrubar as ações em 8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: há quem aponte uma distorção no comportamento do mercado, punindo excessivamente as ações da Marfrig e precificando que o pior cenário possível irá se desenhar daqui em diante. E se há uma distorção, há uma oportunidade?

Deixemos a resposta com os analistas de grandes bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro. Veja abaixo uma lista das recomendações e preços-alvo para MRFG3 — as altas potenciais são calculadas com base na cotação desta quarta-feira, após a forte queda dos papéis:

InstituiçãoRecomendaçãoPreço-alvo (R$)Potencial de alta
JP MorganNeutra26,0057,0%
Itaú BBANeutra26,0057,0%
XPCompra34,80110,1%
Genial InvestimentosNeutra25,0051,0%
Bank of AmericaCompra34,00105,3%
BTG PactualNeutra27,0063,0%

Repare que, por mais que várias casas tenham uma posição "neutra" ou "de manutenção" das ações da Marfrig em carteira, todas elas têm projeções de preço que implicam em ganhos superiores a 50% em relação às cotações atuais. Essa postura, em partes, é justificada pela perspectiva de desaceleração na América do Norte, mas também pelo próprio comportamento recente das ações.

Afinal, por mais que os papéis MRFG3 acumulem baixa de mais de 22% em 2022 — e que, no horizonte de 12 meses, estejam praticamente estáveis —, há um salto considerável quando comparamos com os níveis atingidos em março de 2020, no auge da incerteza relacionada à pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ocasião, as ações da Marfrig chegaram a cair para perto de R$ 5,50; assim, mesmo com toda a desvalorização vista hoje, o nível de preço atual ainda carrega consigo uma valorização de quase 300% desde março de 2020.


Em termos de múltiplos, veja a comparação dos indicadores de preço/lucro (P/L) e EV/Ebitda entre os grandes players desse setor — os dados são do TradeMap:

  • Marfrig (MRFG3): P/L 1,7x; EV/Ebitda 2,16x
  • JBS (JBSS3): P/L 3,9x; EV/Ebitda 3,59x
  • Minerva (BEEF3): P/L 13,4x; EV/Ebitda 5,93x
  • BRF (BRFS3): P/L 32,6x; EV/Ebitda 5,53x

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar