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Itaú BBA dá como certa a entrada de empresa do agronegócio na carteira teórica do Ibovespa a partir de maio.
Principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, o Índice Bovespa (Ibovespa) será rebalanceado em maio e o Itaú BBA já tem palpites para a nova carteira teórica de ativos.
O banco dá como certa a entrada da gaúcha SLC Agrícola (SLCE3), produtora de commodities que tem se destacado nas análises de alguns investidores.
Segundo o Itaú BBA, a chegada da companhia ao Ibovespa deve colocar mais pressão sobre o papel devido ao acompanhamento ativo e passivo do Ibovespa pelos fundos de investimento.
O banco aponta, ainda, outras três empresas que estão se aproximando da faixa de inclusão no índice: Porto Seguro (PSSA3), Raízen (RAIZ4) e Arezzo (ARZZ3).
O Itaú BBA diz que, pelos seus cálculos, nenhuma empresa deve sair no rebalanceamento da carteira de maio. No entanto, o banco considera que a JHSF Participações (JHSF3) está perto da zona de exclusão.
Atualmente, o Ibovespa é composto por 93 ações, mas esse número pode cair mesmo sem que nenhuma empresa deixe o índice. Isso porque aconteceram algumas incorporações desde o último ajuste. A Americanas deixou de negociar o papel LAME4, ficando só com AMER3, e a Hapvida (HAPV3) incorporou as ações da Intermédica (GNDI3).
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O peso de cada setor no Ibovespa deve sofrer poucas mudanças, segundo o Itaú. O setor das 'commodities duras' (hard commodities), composto por empresas ligadas a minerais, metais e petróleo, deve continuar sendo o maior da carteira, seguido pelo setor financeiro. Em terceiro lugar, estaria o setor de bens e serviços essenciais (utilities), ou seja, as empresas ligadas a saneamento, água, gás, etc.
A divulgação da primeira prévia da nova carteira teórica do Ibovespa está marcada para 1º de abril, de acordo com as regras da B3. Ao longo do mês que vem, a bolsa deve divulgar outras duas prévias nos dias 18 e 29. O novo índice começa a vigorar no dia 2 de maio.
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