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Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

MERCADOS AO VIVO

Bolsa hoje: Forte queda do dólar blinda o Ibovespa e índice volta a subir; Petrobras (PETR4) despenca

Liliane de Lima
31 de outubro de 2022
9:05 - atualizado às 17:26

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção definida nesta segunda-feira (31). Na agenda da semana, as atenções se voltam à reunião do Federal Reserve na próxima quarta-feira (2). Os investidores seguem acompanhando a temporada de balanços. No cenário doméstico, o dia tende a ser mais volátil em razão da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência, além da queda expressiva das commodities no exterior.

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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.

O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 1,31%, aos 116.037 pontos

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 2,54%, a R$ 5,1659

Apesar da alta da bolsa e do alívio visto no câmbio, os papéis da Petrobras (PETR4) seguem sofrendo forte queda. Há pouco, os papéis recuavam mais de 10%, apagando R$ 43 bilhões em valor de mercado.

CONSTRUTORAS EM ALTA

Quem escutou atentamente o discurso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o fim das eleições reparou que, entre agradecimentos e compromissos, uma das primeiras mudanças cravadas para 2023 está ligada às moradias populares. E isso mexeu diretamente com as ações das construtoras listadas na B3.

Além de representar uma importante ação para a população mais pobre, a notícia é positiva para as construtoras e incorporadoras — especialmente para as que focam no segmento econômico.

CONFIRA O QUE ESTÁ POR TRÁS DO MOVIMENTO DE ALTA DOS PAPÉIS DO SETOR

RESPONDENDO CRÍTICAS

O anúncio de que a Cosan (CSAN3) comprou uma fatia de até 6,5% da Vale (VALE3) ainda com o pregão da B3 em andamento é uma notícia que sozinha já tem poder para abalar o mercado, já que envolve duas empresas gigantes.

Mas quando um negócio deste tamanho inclui também uma estrutura bastante complexa para o pagamento, o trabalho de explicar todo o processo para os investidores tende a ser ainda mais desafiador.

Não à toa, as ações da Cosan recuam 5,23% neste mês. Para Rubens Ometto, principal acionista e presidente do conselho de administração do grupo, a razão é simples: “O mercado não gostou porque não entendeu”.

CONFIRA OS DETALHES

PARALISAÇÃO NAS RODOVIAS

Em retaliação ao resultado das urnas e a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no domingo (30), diversas rodovias federais amanheceram interditadas por caminhonheiros. O movimento, no entanto, não conta com o apoio das lideranças que encabeçaram a greve de 2018.

Para Marcio Lórega, gerente de research do Pagbank, a manifestação pontual não deve causar transtornos para além de questões de locomoção em um primeiro momento. O risco seria de um prolongamento da interdição, levando a uma disrupção da cadeia de escoamento de alimentos e outras mercadorias.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas desta tarde:

CÓDIGO NOME ULT VAR
ALPA4 Alpargatas PN R$ 21,22 5,36%
HAPV3 Hapvida ON R$ 7,53 4,73%
RADL3 Raia Drogasil ON R$ 25,82 3,95%
CVCB3 CVC ON R$ 6,78 3,67%
GOLL4 Gol PN R$ 9,15 3,62%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
PETR4 Petrobras PN R$ 29,41 -9,70%
PETR3 Petrobras ON R$ 32,90 -8,05%
BBAS3 Banco do Brasil ON R$ 36,18 -6,80%
MRFG3 Marfrig ON R$ 10,49 -4,72%
JBSS3 JBS ON R$ 24,89 -3,49%

A pior nas bolsas em Nova York repercute também no Ibovespa. Lá fora, rumores falam sobre a criação de novos impostos sobre lucros inesperados de empresas de energia, pressionando o desempenho de petroleiras.

No Brasil, a forte queda da Petrobras (PETR4) pesa sobre a bolsa, levando o Ibovespa mais uma vez ao campo negativo.

A notícia dada pela Broadcast de que Henrique Meirelles, cotado para o ministério da Fazenda, deve assumir a presidência de Conselho da ACCrédito, minou o otimismo do mercado, que aguarda atento a decisão de Lula para o comando da pasta.

Há pouco, o Ibovespa tinha leve alta, longe das máximas exibidas mais cedo.

VALE A PENA COMPRAR AÇÃO DO GRUPO SOMA (SOMA3)?

Antes de reestruturar um negócio e mudar uma marca por completo, é preciso lidar com todos os problemas operacionais que aparecerem pela frente. Acontece que, quando o Grupo Soma (SOMA3) fechou a compra bilionária da Hering no ano passado, o conglomerado não sabia que a lista de adversidades seria tão longa e complicada.

Quando a aquisição da rede de roupas básicas Hering pela gigante do varejo de moda foi anunciada, em abril de 2021, os analistas avaliaram que a compra reforçava o portfólio do Soma.

O grupo disputou palmo a palmo a Hering com a Arezzo, em um negócio que movimentou aproximadamente R$ 5,1 bilhões, envolvendo pagamento em dinheiro e em ações.

Do outro lado, o Soma, dono da Farm e da Animale, não possui experiência com produtos de maior volume e baixo custo, o que explicaria a demora em fazer o negócio virar a chave.

SAIBA MAIS 

ALÍVIO NOS JUROS FUTUROS

A forte queda do dólar frente ao real, depois do aceno de aliados de Bolsonaro ao reconhecimento do resultado das eleições — vitória de Lula (PT) — e a desvalorização das commodities no exterior,  aliviam os juros futuros (DIs) nesta segunda-feira.

Confira:

NOME ULT FEC
DI Jan/23 13,67% 13,68%
DI Jan/24 12,96% 12,96%
DI Jan/25 11,76% 11,84%
DI Jan/26 11,59% 11,67%
DI Jan/27 11,56% 11,65%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
HAPV3 Hapvida ON R$ 7,66 6,54%
CVCB3 CVC ON R$ 6,92 5,81%
RADL3 Raia Drogasil ON R$ 26,23 5,60%
ALPA4 Alpargatas PN R$ 21,19 5,21%
B3SA3 B3 ON R$ 14,83 4,58%

 

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
PETR4 Petrobras PN R$ 30,94 -5,00%
PETR3 Petrobras ON R$ 34,32 -4,08%
BBAS3 Banco do Brasil ON R$ 37,45 -3,53%
SUZB3 Suzano ON R$ 53,64 -2,67%
MRFG3 Marfrig ON R$ 10,82 -1,73%

 

COMO ANDAM OS MERCADOS

O dia seguinte após as eleições de segundo turno tem sido de volatilidade na bolsa brasileira. O Ibovespa abriu o pregão em queda, mas ao longo da primeira hora de negociações, recuperou as perdas com Vale (VALE3) e ações do ‘kit Lula’.

A bolsa brasileira sobe 0,93%, aos 115.598 pontos, e opera descolada de Nova York.

No exterior, a atenção dos investidores segue voltada a reunião do Federal Reserve (Fed), que acontece na próxima quarta-feira (2). As bolsas americanas operam em tom negativo, confira:

  • Dow Jones: -0,48%;
  • S&P 500: -0,78%;
  • Nasdaq: -1,31%.

No setor de commodities, o dia também é de cautela. O minério de ferro negociado em Dalian (China) encerrou as atividades em queda de 4,11%, com a tonelada cotada a US$ 83,08.

O petróleo tipo Brent recua 0,68%, com o barril negociado a US$ 93,15.

Por fim, o dólar á vista mantém trajetória de forte queda. A moeda americana cai 1,40%, a R$ 5,2220.

 

TAURUS (TASA4) DESPENCA

Com a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas eleitorais neste domingo (30), as ações da Taurus, empresa de fabricação de armas, despencam na bolsa brasileira.

Os papéis ordinários TASA3 caem 5,20%, negociados a R$ 15,12; os preferenciais TASA4 registram queda de 3,65%, a R$ 15,05.

Vale lembrar o armamento da população era uma das principais agendas de Bolsonaro e, com a eleição de Lula (PT), a política bélica perde força.

SETOR DE CONSUMO SOBE

A forte queda do dólar à vista, há pouco, aliviou a pressão dos juros futuros, que reduziram a alta e favorecem as ações das companhias do setor de consumo, entre elas as aéreas e varejo.

O destaque vai para CVC (CVCB3), que avança mais de 7% hoje.

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CVCB3 CVC ON R$ 7,08 8,26%
COGN3 Cogna ON R$ 3,43 7,86%
HAPV3 Hapvida ON R$ 7,67 6,68%
GOLL4 Gol PN R$ 9,41 6,57%
MRVE3 MRV ON R$ 10,38 6,03%
DÓLAR À VISTA CAI MAIS DE 1%

Após abrir o dia em forte alta, o dólar à vista perdeu força e opera em queda de 1,55%, a R$ 5,2138.

ADRS DA PETROBRAS (PETR4) CAEM MAIS DE 10% APÓS ELEIÇÃO

O dia começou no vermelho para a maior parte das bolsas internacionais, com os investidores no aguardo da decisão de juros do Fed e balanços das empresas. Porém, os recibos de ações (ADRs, em inglês) da Petrobras (PETR3;PETR4) vivem uma segunda-feira (31) especialmente difícil no exterior.

Os papéis da estatal brasileira chegaram a cair mais de 10% antes da abertura dos negócios em Nova York, mas reduziram a queda ao longo da manhã. Por volta das 9h30, o ADR PBR recuava 6,13%, negociado a US$ 11,50.

Isso porque a vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) afastou os planos de privatização da estatal, o que foi visto com maus olhos pelo mercado financeiro. Além disso, a perspectiva de uma maior interferência política na Petrobras também penaliza os papéis da empresa no exterior.

Não apenas isso: a queda nas cotações internacionais do petróleo também contribui para um fraco desempenho dos papéis da empresa hoje. O barril do Brent, utilizado como referência internacional, cai 1,30%, negociado a US$ 92,56 antes do relatório da Opep que trará a perspectiva para demanda global da commodity.

SAIBA MAIS NESTA MATÉRIA 

IBOVESPA MANTÉM ALTA

A bolsa brasileira mantém alta e sove a 1,67%, aos 116.456 pontos.

IBOVESPA SE RECUPERA

O Ibovespa inverteu o sinal há pouco e opera em recuperação das perdas da abertura.

A bolsa brasileira sobe 0,73%, aos 115.374 pontos, impulsionadas por Vale (VALE3) e ações do ‘kit Lula’.

No mesmo horário, o dólar à vista passou a operar em queda de 0,28%, a R$ 5,2794.

REAÇÃO DOS EUA AO PMI

Com o PMI mais fraco e aquém das expectativas, as bolsas americanas acentuaram as perdas do dia:

  • Dow Jones: -0,70%;
  • S&P 500: -0,85%;
  • Nasdaq: -1,27%
PMI NOS EUA

O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês), equivalente ao IPCA do Brasil, caiu a 45,2 em outubro ante a previsão de queda a 47 pontos.

O dado foi divulgado há pouco pelo instituto ISM Chicago.

Vale lembrar que, como parâmetro, quando o dado fica abaixo dos 50 pontos, significa retração da economia no período considerado.

O EFEITO LULA

Ao contrário do que se esperava no começo de 2022, as eleições presidenciais — basicamente, a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) — não foram a maior preocupação dos investidores ao longo do primeiro semestre. Uma série de acontecimentos externos tiveram um peso muito maior.

As preocupações de força maior foram tantas que foi apenas na reta final do primeiro turno, a partir de setembro, que foi possível notar a força dos ruídos políticos no sobe e desce dos ativos brasileiros.

Faltando pouco menos de duas semanas para o primeiro turno, o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, revelou o seu apoio a Luiz Inácio Lula da Silva e alimentou esperanças de que voltasse a ocupar a chefia da economia brasileira.

A forte reação vista na bolsa na ocasião não foi por acaso. A saúde fiscal do país e a forma como um terceiro governo Lula iria lidar com as contas públicas sempre foi um dos principais focos de incerteza do mercado. 

Apesar das críticas feitas nos últimos anos ao ritmo de avanço da agenda reformista-liberal, uma eventual nova gestão de Jair Bolsonaro indicava continuidade do trabalho de Paulo Guedes — a quem todos conhecem e muitos admiram.

No caso de Lula, nada se sabe ainda sobre a equipe econômica — e os pontos já conhecidos não agradam completamente.

CONFIRA A ANÁLISE COMPLETA SOBRE O QUE DEVE ACONTECER NO GOVERNO LULA 

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas americanas operam em queda nesta manhã, com as expectativas de nova alta nos juros americanos na próxima quarta-feira (2), pelo Federal Reserve (Fed).

Além disso, repercutem o avanço da inflação na Zona do Euro e os balanços trimestrais das companhias listadas em Wall Street.

Confira a abertura em Nova York:

  • Dow Jones: -0,40%;
  • S&P 500: -0,57%;
  • Nasdaq: -0,84%.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa reduz as perdas, ainda operando em tom negativo nesta segunda-feira (31). A bolsa brasileira registra queda de 1,13%, aos 113.250 pontos.

O dia tende a ser mais volátil para os ativos brasileiros, em razão da eleição de Lula (PT) à presidência e a demora de presidente Jair Bolsonaro (PL) em reconhecer a derrota nas urnas neste domingo (30).

Por outro lado, as ações do ‘kit Lula’, entre elas, varejo, educacionais e construtoras devem operar na contramão do Ibovespa hoje.

Confira as maiores altas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
YDUQ3 Yduqs ON R$ 16,00 4,58%
MRVE3 MRV ON R$ 10,05 2,66%
ASAI3 Assaí ON R$ 19,17 1,91%
LREN3 Lojas Renner ON R$ 29,41 1,84%
NTCO3 Natura ON R$ 14,37 1,63%

 

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
PETR4 Petrobras PN R$ 30,13 -7,49%
PETR3 Petrobras ON R$ 33,37 -6,74%
BBAS3 Banco do Brasil ON R$ 36,73 -5,38%
ECOR3 Ecorodovias ON R$ 5,11 -3,77%
CASH3 Meliuz ON R$ 1,13 -3,42%
PETROBRAS (PETR4) CAI MAIS DE 7%

A Petrobras (PETR4; PETR3)) despenca nos primeiros minutos do pregão desta segunda-feira (31), dia seguinte às eleições em segundo turno.

Os papéis da estatal têm queda de 7,98% (PETR4, preferenciais) e 6,85% (PETR3, ordinários).

A queda se deve a dois fatores:

  • Petróleo cai 1,31%, com o barril negociado a US$ 92,49, com maior cautela sobre a economia chinesa;
  • Efeito-Lula: com a vitória do petista, o mercado reage a uma possível mudança na política de preços dos combustíveis, operada pela estatal.

 

IBOVESPA ACELERA AS PERDAS

Minutos após a abertura da bolsa, o Ibovespa renova mínima e cai 2,02%, aos 112.229 pontos, com queda acentuada de Petrobras (PETR4) e estatais.

Na ponta positiva, a construtora MRV (MRVE3) e a educacional Yudqs (YDUQ3), que formam o ‘kit Lula’, lideram os ganhos.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 1,65%, aos 112.653  pontos. A maior cautela ao risco se dá pela vitória de Lula (PT) à presidência da República, ainda sem uma equipe econômica definida.

Além disso, a desvalorização acentuada das commodities, devido ao avanço de covid-19 e tendência menor de crescimento da China, puxam a bolsa brasileira para o campo negativo.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 0,77%, a R$ 5,3362.

O dólar à vista reduziu os ganhos, mas ainda opera na casa dos R$ 5,30.

A moeda americana, a poucos minutos da abertura do Ibovespa, opera em alta de 0,96%, a R$ 5,3475.

ETF BRASILEIRO EM QUEDA

O EWZ, principal ETF (Exchange Traded Fund) brasileiro negociado no mercado americano, opera em queda de 0,07%, negociado a US$ 31,50, no pré-mercado nos Estados Unidos.

A baixa do índice pode indicar como a bolsa brasileira deve reagir no dia seguinte à eleições.

Segundo analistas do mercado, as companhias estatais, que formavam o ‘kit Bolsonaro’ no período eleitoral, devem ser as mais penalizadas no Ibovespa.

Por outro lado, as empresas educacionais, construtoras e varejo devem ignorar a alta do dólar e avanço dos juros futuros, com as políticas de crédito e financiamento estudantil defendidas por Lula (PT), eleito à presidência. As companhias formam o ‘kit Lula’ e devem ter bom desempenho hoje na bolsa.

Por fim, o mercado segue mais avesso ao risco, à espera do anúncio da equipe do governo Lula, sobretudo, quem deve ser o ministro da Economia.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com a maior aversão ao risco, embutida pela vitória de Lula (PT) e queda das commodities principalmente do minério de ferro que caiu 2,28%, com a tonelada negociada a US$ 78,85 —, o dólar ganha força e os juros futuros (DIs) sobem expressivamente. Confira:

NOME  ULT  FEC
DI Jan/23 13,68% 13,68%
DI Jan/24 13,03% 12,96%
DI Jan/25 11,87% 11,84%
DI Jan/26 11,73% 11,67%
DI Jan/27 11,73% 11,65%
ADR DA ELETROBRAS DESPENCA

Os recibos de ações (ADRs), papéis negociados no exterior, da Eletrobras despencam após a eleição à presidência de Lula (PT).

Os ADR da companhia energética caem 3,98%, a US$ 8,69, no pré-mercado de Nova York. Isso porque os investidores colocam no radar a possibilidade de reestatização da empresa, já que o governo do petista é contrário à agenda de privatizações.

 

ABERTURA IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em queda de 3,59%, aos 112.790, com maior aversão ao risco com a vitória de Lula (PT) à presidência da República e desvalorização expressiva das commodities no exterior.

No mesmo horário, o dólar á vista abriu em alta de 2,01%, a R$ 5,4070

ZONA DO EURO: CPI E PIB DO 3º TRIMESTRE

A Zona do Euro divulgou nesta segunda-feira (31), os principais indicadores econômicos: a inflação e a prévia do PIB.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 1,5% em outubro ante setembro. Na comparação anual, a inflação subiu a 10,7%, acima das expectativas do mercado, que projetava alta de 10,0%.

O núcleo do CPI, que exclui alimentos e energia, avançou 0,6% em outubro ante setembro. Na comparação anual, a alta é de 5,0%.

Já em relação à atividade econômica, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,2% no terceiro trimestre na comparação com o período anterior, segundo o instituto oficial de estatísticas da União Europa (Eurostat).

No segundo trimestre, o PIB da zona do euro havia registrado crescimento de 0,8% ante o trimestre anterior e de 4,3% na comparação anual. O resultado de hoje representa, portanto, uma desaceleração nas duas leituras.

 

 

BOLETIM FOCUS
Confira o Boletim Focus desta segunda-feira (31) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA para 2022: de 5,60% para  5,61% (↑)
  • IPCA para 2023: permanece em 4,94% (=)

Atividade econômica 

  • PIB para 2022: permanece em 2,76% (=)
  • PIB para 2023: de 0,63% para 0,64% (↑)

Dólar

  • Câmbio para 2022: permanece em R$ 5,20 (=)
  • Câmbio para 2023: permanece em R$ 5,20 (=)

Juros 

  • Selic/22: permanece em 13,75% (=)
  • Selic/23: permanece em 11,25% (=)
SWING TRADE NA BOLSA

O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 8% com ações da Hidrovias do Brasil (HBSA3).

LEIA A RECOMENDAÇÃO COMPLETA DO ANALISTA AQUI

BOLSAS NO EXTERIOR
  • Dow Jones futuro:  -0,20%;
  • S&P 500 futuro: -0,26%;
  • Nasdaq futuro: -0,40%;
  • Euro Stoxx 50: +1,74%;
  • Xangai (China): -0,77% (fechado)
  • Nikkei (Japão): +1,78% (fechado);
  • Petróleo Brent: US$ 92,52 (-1,33%);
  • Minério de ferro (Dalian, China): US$ 78,85 (-2,28%)

 

ESQUENTA DOS MERCADOS

Bom dia! A festa que tomou conta da Avenida Paulista na noite de ontem, depois da confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de 2022, dificilmente terá continuidade na abertura do Ibovespa nesta segunda-feira (31).

Isso porque as bolsas lá fora amanheceram majoritariamente em queda, em um movimento de aumento da cautela antes da semana que se inicia.

Analistas sinalizam que o tom conciliador do discurso da vitória, a impactante ressurreição política do agora presidente eleito e o reconhecimento relâmpago do resultado das urnas por líderes estrangeiros devem ficar em segundo plano. Pelo menos neste primeiro momento.

Embora parte considerável dos investidores tenha familiaridade com o estilo de Lula governar e lidar com a economia, a reação inicial dos participantes do mercado deve ser marcada pela cautela até que seu gabinete comece a ganhar forma.

Seja como for, a bolsa local estará exposta aos riscos internacionais nos próximos dias, enquanto aguarda maiores detalhes da composição do futuro governo.

Os principais índices asiáticos encerraram o pregão em queda, ainda refletindo os temores envolvendo a política de covid zero da China e os possíveis impactos econômicos dessas medidas.

A abertura na Europa é marcada por um fôlego curto após os dados de inflação (CPI, em inglês) e PIB da Zona do Euro.

Por último, os futuros de Nova York recuam antes de uma semana recheada de dados de emprego e reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

No fechamento da semana passada, o principal índice da B3 recuou mais de 4% com a tensão pré-eleitoral, enquanto o dólar à vista cravou o patamar de R$ 5,30 na expectativa de um novo presidente.

Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa esta semana.

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Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

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