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Jasmine Olga

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É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

MERCADOS AO VIVO

Bolsa hoje: Cautela internacional pesa, mas Ibovespa volta a se firmar em alta; dólar cai

Seu Dinheiro
Jasmine Olga, Liliane de Lima, Renan Sousa
20 de setembro de 2022
9:05 - atualizado às 17:17

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção definida nesta terça-feira (20). Os investidores mantêm cautela à espera da decisão de alta de juros pelo Federal Reserve (Fed) nos EUA, que acontece amanhã. No cenário doméstico, hoje é o primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) discursa na ONU.

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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,62%, aos 112.516 pontos.

As ações da Embraer (EMBR3) aceleraram a alta após o presidente Jair Bolsonaro anunciar em um almoço em Nova York que a companhia pretende vender 150 aviões do modelo KC-390.

O barril do Brent encerrou o dia em queda de 1,5%, a US$ 90.62.

As bolsas em Nova York seguem renovando mínimas nesta terça-feira. Cauteloss antes da decisão de política monetária amanhã. Todos os principais índices operam em queda de mais de 1,4%.

No mercado de juros, a cautela internacional fala mais alto e os principais contratos de DI operam em alta. Vale lembrar que amanhã, quarta-feira, os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos divulgam suas decisões de política monetária.

Confira:

CÓDIGO NOME  ULT  FEC
DI1F23 DI jan/23 13,77% 13,77%
DI1F24 DI jan/24 13,24% 13,24%
DI1F25 DI Jan/25 11,94% 11,93%
DI1F26 DI Jan/26 11,66% 11,66%
DI1F27 DI Jan/27 11,59% 11,57%

Pelo segundo dia consecutivo, o setor de educação segue sendo um dos preferidos do mercado. No último fim de semana, o atual candidato que lidera as pesquisas eleitorais, Luiz Inácio Lula da Silva, acenou para o crescimento dos programas de financiamento estudantil e bolsas de estudos, Fies e Prouni. Confira os maiores destaques do dia:

CÓDIGO NOME ULT VAR
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,81 4,15%
B3SA3 B3 ON R$ 13,76 4,08%
BBDC3 Bradesco ON R$ 16,60 3,36%
SANB11 Santander Brasil units R$ 31,48 3,25%
BBDC4 Bradesco PN R$ 20,15 3,17%
FECHAMENTO EUROPA
  • Frankfurt: -1,03%
  • Londres: -0,64%
  • Paris: -1,35%
  • Stoxx-600: -1,10%
COMO ANDAM OS MERCADOS

A terça-feira é de instabilidade no cenário internacional. As bolsas americanas operam em baixa desde a abertura, com o primeiro dia de reunião do Federal Reserve (Fed).

Os investidores aguardam uma alta entre 75 e 100 pontos-base nos juros americanos, a ser divulgado amanhã. Confira o desempenho de Wall Street:

  • Dow Jones: -0,97%;
  • S&P 500: -0,90%;
  • Nasdaq: -0,49%.

No cenário interno, o Ibovespa descola do exterior e tem leve recuperação após operar instável na primeira hora do pregão.

A bolsa brasileira tem alta de 0,23%, impulsionada pelos bancos, mas com ganhos limitados pelas mineradoras.

As commodities desvalorizam nesta terça-feira. O minério de ferro fechou as negociações com baixa de 3,06%, negociado a US$ 99,23 a tonelada. O petróleo cai 1,29%, com o barril negociado a US$ 90,81.

O dólar à vista, que abriu em tom positivo, perdeu o fôlego e cai 0,35%, a R$ 5,1549.

MINERADORAS LIMITAM GANHOS DO IBOVESPA

Em dia de instabilidade nas bolsas internacionais, em meio à aversão ao risco com elevação dos juros americanos pelo Fed no radar, o Ibovespa tenta se manter no campo positivo.

Contudo, as mineradoras são as maiores quedas do dia e  limitam os ganhos da bolsa brasileira nesta manhã.  Isso porque o minério de ferro registrou queda de 3,06 em Dalian (China), cotado a US$ 99,23 a tonelada.

Confira:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CSNA3 CSN ON R$ 13,04 -4,33%
ECOR3 Ecorodovias ON R$ 5,55 -2,63%
CMIN3 CSN Mineração ON R$ 3,48 -2,25%
USIM5 Usiminas PNA R$ 7,88 -2,11%
VALE3 Vale ON R$ 68,79 -2,37%

 

O Ibovespa tem alta de 0,31%, aos 112.168 pontos.

ROSSI (RSID3) LADEIRA ABAIXO

Como era de se esperar, as ações da Rossi (RSID3) despencam nesta terça-feira (20), em resposta à notícia de que a companhia protocolou um pedido de recuperação judicial — ao fim do segundo trimestre, a tradicional construtora e incorporadora tinha quase R$ 600 milhões em dívidas e apenas R$ 4,4 milhões em caixa.

Por volta de 11h, os papéis RSID3 operavam em baixa de 19,05%, a R$ 2,55; em um ano, as ações já acumulam perdas de mais de 70%. “A administração confia que a recuperação judicial é o instrumento adequado para viabilizar uma solução global e definitiva para a readequação do fluxo de caixa do Grupo Rossi”, diz a companhia, em comunicado.

LEIA MAIS SOBRE O PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA ROSSI

A primeira hora do pregão da bolsa brasileira é de instabilidade.

O Ibovespa recuperou as perdas após cair 0,10% e há pouco minutos passou a operar no campo positivo, com leve alta de 0,15%, aos 112.990 pontos.

O movimento de recuperação acontece durante o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

CONFIRA A COBERTURA DO DISCURSO NA ONU

EMBRAER (EMBR3) QUER DOMINAR OS CÉUS

Aparentemente, apenas o céu é o limite para a Embraer (EMBR3) mesmo. A fabricante de aeronaves, que também já atua no segmento “carros voadores” — os eVTOLs, acaba de entrar no mercado de drones.

A entrada acontece após um investimento em um rodada série A — quando uma startup já possui um modelo de negócios, mas precisa de dinheiro para crescer — na XMobots, empresa brasileira de robótica e drones. O aporte foi feito por meio da Embraer X, divisão de inovação da companhia.

CONFIRA OS DETALHES

O Ibovespa inverteu o sinal há pouco e opera em queda de 0,10%, com a abertura das bolsas americanas.

ABERTURA EM NOVA YORK

Com maior cautela, as bolsas americanas abriram em queda. Hoje é o primeiro dia da reunião do Federal Reserve (Fed), que deve elevar os juros em 75 pontos-base.

Confira a abertura:

  • Dow Jones: -0,77%;
  • S&P 500: -0,80%;
  • Nasdaq: -0,86%
AZUL CORTA FROTA

A Azul anunciou nesta terça-feira (20) a retirada de 12 aeronaves Embraer (EMBR3) do modelo E-195 E1 da sua frota operacional a partir de 2023. Segundo a empresa, a medida mostra capacidade da Azul em acelerar a substituação de suas aeronaves de geração anterior, aumentando a possibilidade de receber os jatos da nova geração e reduzindo custos.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia do Ibovespa, logo após o leilão de abertura:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CRFB3 Carrefour Brasil ON R$ 21,23 2,71%
SOMA3 Grupo Soma R$ 13,42 2,21%
CVCB3 CVC ON R$ 7,53 1,76%
TOTS3 Totvs ON R$ 30,13 1,58%
RADL3 Raia Drogasil ON R$ 23,23 1,57%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGO NOME ULT VAR
CMIN3 CSN Mineração ON R$ 3,51 -1,40%
CSNA3 CSN ON R$ 13,42 -1,54%
YDUQ3 Yduqs ON R$ 12,19 -0,89%
VALE3 Vale ON R$ 69,64 -1,16%
CIEL3 Cielo ON R$ 5,26 -0,57%

O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em alta de 0,60%, aos 112.491.

No mesmo horário, o dólar à vista era negociado em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,1810.

Ibovespa futuro amarga perdas e opera em queda superior a 1,04% com maior aversão ao risco no cenário internacional.

O dólar à vista mantém-se negociado acima dos R$ 5,20 e acumula alta de 0,81%.

O Ibovespa futuro abre em queda de 0,52%, aos 112.870 pontos e acompanha índices do exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista abre em alta de 0,84%, cotado a R$ 5,2087.

SEGUNDA PRÉVIA DO IGP-M

O Índice Geral de Preços (IGP-M) caiu 0,9% na segunda prévia de setembro. O dado foi divulgado mais cedo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em agosto, a mesma prévia registrou queda de 0,57%. O resultado aponta para mais um mês de deflação, em setembro.

 

OPORTUNIDADE DE SWING TRADE NA BOLSA
O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 9% com ações da Usiminas (USIM5).
BOLSAS NO EXTERIOR
  • Dow Jones futuro: -0,26%;
  • S&P 500 futuro: -0,34%;
  • Nasdaq futuro: -0,38%;
  • Euro Stoxx 50: -0,47%
  • Xangai (China): +0,22% (fechado);
  • Nikkei (Japão): +0,44% (fechado);
  • Petróleo Brent: US$ 92,04 (+0,04%);
  • Minério de ferro (Dalian, China): US$ 99,23 (-3,06%).
ESQUENTA DOS MERCADOS

Bom dia! A semana não tinha começado bem para os mercados financeiros.

Os negócios eram dominados pela perspectiva de uma nova alta de 75 pontos-base na próxima reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), marcada para a quarta-feira (21), o que manteve as bolsas pressionadas durante todo o dia.

Eis que o principal índice da brasileira virou por conta própria perto da hora do almoço e manteve o rali até fechar em alta de 2,33% no pregão de ontem (19).

Já o dólar recuou 1,79%, de volta à faixa dos R$ 5,16.

O que mudou o ânimo dos investidores foi a participação de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda, em um evento no qual oito ex-candidatos à Presidência da República manifestaram apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.

Não é que Lula tenha declarado adesão ao “chama o Meirelles”, slogan do ex-banqueiro central em sua campanha para presidente em 2018. Foi justamente o contrário.

Também não se pode dizer que a adesão de Meirelles atraia um caminhão de votos para Lula. Em 2018, a votação no ex-emedebista, agora no União Brasil, mal chegou a 1,2% dos votos válidos em primeiro turno.

Entretanto, a duas semanas do primeiro turno das eleições, a aproximação entre Lula e Meirelles pode representar o aceno que faltava para quebrar o gelo entre o ex-presidente e setores do empresariado, da Faria Lima e da classe média refratários a um eventual retorno do petista ao Palácio do Planalto.

Já no panorama internacional — invertendo a costumeira ordem deste pré-mercado — continua com os olhos voltados para a decisão do Fed de amanhã.

As bolsas chegaram a tentar reverter as perdas do início da semana, mas não sustentaram a alta ao longo da manhã.

Portanto, é de se esperar um dia de alta volatilidade no exterior.

Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta terça-feira.

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