O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os preços da commodities voltaram a se valorizar após ataques de rebeldes no Oriente Médio; Europa seguiu monitorando efeitos da guerra na Ucrânia
A luta foi dura, mas o S&P 500 e o Dow Jones conseguiram vencer a batalha contra a recuperação dos preços do petróleo e o temor de inflação e fecharam em alta nesta sexta-feira (25). O mesmo, no entanto, não aconteceu com o Nasdaq, que acabou encerrando o dia com perdas.
Os preços do petróleo subiram hoje em reação aos ataques dos rebeldes Houthis, do Iêmen, às instalações da petroleira saudita Aramco. No acumulado da semana, o petróleo acumulou ganhos de cerca de 10%.
As crescentes tensões no Oriente Médio acontecem no momento em que os temores de oferta diminuíram depois que a União Europeia (UE) não conseguiu chegar a um consenso sobre se juntar aos Estados Unidos na proibição de importações de petróleo russo.
Como petróleo em alta é sinônimo de inflação, os investidores voltaram a se preocupar com uma possível escalada ainda maior de preços nos Estados Unidos, podendo desencadear um aperto monetário ainda mais agressivo pelo Federal Reserve (Fed).
O ritmo acelerado da inflação forçou o banco central norte-americano a se tornar mais agressivo nas últimas semanas, levando Wall Street a aumentar suas apostas sobre o aumento de 0,50 ponto percentual da taxa de juros nas próximas reuniões.
As bolsas europeias fecharam, em sua maioria, em alta nesta sexta-feira, com os investidores monitorando a guerra na Ucrânia e avaliando as perspectivas para a política monetária global.
Leia Também
O pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,12%, tendo revertido as perdas anteriores. As ações de petróleo e gás subiram 1,2%, enquanto os bancos caíram 0,4%.
Os mercados globais têm acompanhado de perto as negociações sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia. Na quinta-feira (24) houve uma série de reuniões de alto nível entre líderes mundiais e órgãos internacionais.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) deslocou tropas extras ao longo de seu flanco leste, enquanto o Reino Unido e os Estados Unidos anunciaram mais sanções contra as elites e autoridades russas.
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação