🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Fechamento Hoje

Tensão entre Rússia e Ucrânia e expectativa com reunião do Fed derrubam bolsas pelo mundo, e Ibovespa cai quase 1%, mas NY vira para o azul na reta final

Wall Street consegue uma virada impressionante e fechar em alta, depois de índices terem chegado a cair mais de 3%; Ibovespa reduziu perdas, mas ainda fechou com queda significativa, enquanto dólar subiu

Renan Sousa
Renan Sousa
24 de janeiro de 2022
19:36 - atualizado às 19:55
Bandeiras da Ucrânia e da Rússia com armas, simbolizando as tensões entre os dois países
Uma invasão da Rússia à Ucrânia pode vir a pressionar os preços do petróleo e afetar a economia real, sobretudo na Europa. - Imagem: FabrikaPhoto/Envato

As bolsas globais desabaram na tarde desta segunda-feira (24), à medida que os investidores internacionais fugiam dos ativos de risco em direção a investimentos considerados seguros. E o Ibovespa foi junto, enquanto o dólar avançou globalmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cenário, que já era de cautela desde a semana passada, ficou ainda mais avesso ao risco com as notícias de que os Estados Unidos e o Reino Unido começaram a retirar funcionários das suas embaixadas em Kiev, capital da Ucrânia, em razão da escalada das tensões entre o país e a Rússia.

O risco geopolítico se somou à expectativa em relação à próxima reunião do Federal Reserve, o banco central americano, marcada para a próxima quarta-feira (26). Na ocasião, a autoridade monetária deve dar mais clareza sobre os próximos passos da alta de juros e da retirada de estímulos da economia.

Para completar o cenário, dados econômicos dos Estados Unidos e da Europa, divulgados pela manhã, indicaram desaceleração da atividade.

O resultado dessa combinação de temores e más notícias foi um verdadeiro banho de sangue nas bolsas no início da tarde de hoje. O índice de volatilidade VIX, apelidado de "índice do medo", chegou a disparar mais de 20% pela manhã, ao seu maior patamar em um ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Europa, região diretamente mais afetada por um potencial conflito entre Rússia e Ucrânia, as bolsas tiveram um dia muito negativo, e o índice Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente, fechou em queda de 3,81%, depois de ter chegado a desabar mais de 4% no pior momento do dia.

Leia Também

A Rússia é um dos principais produtores de petróleo do mundo e produz cerca de 35% do gás natural consumido pelos países europeus; um conflito entre os dois países, portanto, pode vir a afetar ainda mais os preços das commodities, contaminando os mercados e a economia como um todo.

Mesmo assim, os contratos futuros de petróleo fecharam em queda de cerca de 2% hoje, com a aversão a risco generalizada.

Já em Wall Street, o Dow Jones e o S&P 500 chegaram a cair mais de 3%, e o Nasdaq despencou mais de 4%, no pior momento da sessão. Entretanto, de forma surpreendente, as bolsas americanas conseguiram virar para alta na reta final e fecharam no azul. O Dow Jones subiu 0,30%, o S&P 500 ganhou 0,29%, e o Nasdaq avançou 0,63%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os três indicadores já haviam amargado fortes perdas na semana passada, com a cautela generalizada por conta da perspectiva de alta de juros nos EUA. Assim, as quedas na tarde de hoje acabaram abrindo oportunidades de compra e, consequentemente, de recuperação.

No entanto, por aqui, o Ibovespa, que acumulou alta de 1,88% na semana passada, não teve a mesma sorte hoje. O índice até reduziu as perdas no fim da sessão, com a recuperação dos mercados americanos, mas ainda fechou com uma baixa amarga de 0,92%, aos 107.937 pontos. Na mínima, o principal índice da B3 chegou a cair mais de 2% e perder até mesmo os 107 mil pontos.

Os ativos considerados "portos seguros", por sua vez, avançaram nesta segunda. O dólar à vista subiu globalmente e fechou em alta de 0,88% ante o real, a R$ 5,5032, depois de ter chegado a avançar mais de 1% e ultrapassar os R$ 5,52, na máxima.

Já a procura pelos Treasuries, os títulos públicos americanos, levou seus preços para cima e, por consequência, reduziu suas taxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, os juros futuros também recuaram por aqui, mesmo com a alta do dólar e o aumento do risco fiscal, com a aprovação do Orçamento de 2022 e a possibilidade de aprovação de uma proposta para reduzir, na canetada, os preços dos combustíveis, diminuindo a arrecadação do governo.

Veja o fechamento dos principais vencimentos de DI futuro nesta segunda:

  • Janeiro/23: queda de 11,887% a 11,82%;
  • Janeiro/25: queda de 11,188% a 11,095%;
  • Janeiro/27: queda de 11,302% a 11,22%;
  • Janeiro/29: queda de 11,471% a 11,42%.

Tensões na Ucrânia

No último domingo, os governo americano recomendou que seus cidadãos que se encontram na Ucrânia saiam do país, e ordenou aos funcionários de sua embaixada em Kiev, a capital ucraniana, deixem o país com suas famílias.

Hoje, o Reino Unido divulgou que deu a mesma ordem ao seu corpo diplomático. Nenhum dos dois governos, entretanto, admite alguma ameaça específica contra os cidadãos dos seus países.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Rússia vem transferindo tropas e armamentos para a fronteira com a Ucrânia já há algum tempo, e os países que fazem parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) temem uma invasão.

A Otan anunciou hoje que está deslocando mais navios e jatos de combate para o Leste Europeu. A Ucrânia tinha pretensões de entrar na aliança e, como membro, uma invasão ao seu território exigiria uma reação imediata da organização. Já a União Europeia anunciou 1,2 bilhão de euros em ajuda financeira aos ucranianos.

Do ponto de vista do mercado e da economia, uma guerra entre os dois países pode causar interrupções no abastecimento de grãos e gás natural à Europa e pressionar os preços das commodities ainda mais.

Além disso, EUA e Reino Unido já ameaçaram a Rússia com sanções, o que poderia gerar retaliações. Lembrando que a Rússia também é importante produtora de petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Federal Reserve

Nesta quarta-feira (26), o Federal Reserve, o Banco Central americano, decide os próximos passos da sua política monetária. A expectativa dos mercados é de que o Fed mantenha os juros inalterados, sinalize a primeira alta das taxas para a reunião de março e indique a próxima etapa do tapering, o processo de retirada de estímulos da economia.

O temor é de que venha por aí alguma surpresa, no sentido de que a alta de juros ou a retirada de estímulos possam ser mais intensas ou mais rápidas do que o atualmente esperado.

De acordo com as projeções de especialistas ouvidos pelo Yahoo! Finance, o Fed deve elevar os juros mais duas ou três vezes ainda neste ano, fazendo a taxa atingir o 1% até o final de 2022.

Mas de acordo com um relatório do Goldman Sachs, para que o BC americano consiga controlar a inflação, os juros devem subir até cinco vezes ainda neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PMIs em desaceleração

Pela manhã foram divulgados os Índices de Gerentes de Compras (PMIs, na sigla em inglês) compostos de Estados Unidos, Reino Unido e zona do euro.

Nos EUA, o indicador caiu de 57 em dezembro para 50,8 em janeiro, ainda indicando expansão da atividade (índice maior que 50), mas em desaceleração em relação ao mês anterior.

No Reino Unido e na zona do euro, os PMIs compostos caíram a 53,4 e 52,4 em janeiro, respectivamente, menores níveis em 11 meses.

Orçamento 2022

A peça orçamentária, sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, deve gerar reações do mercado nos próximos dias. A proposta destina cifras bilionárias para o parlamento, em detrimento de outras áreas sociais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira os principais pontos: 

  • Fundo eleitoral: R$ 4,9 bilhões;
  • Emendas do relator (RP-9): R$ 16 bilhões;
  • Reajuste de servidores (RP-8): R$ 1,7 bilhão. 

Vale lembrar que os recursos para reajustar os salários de servidores públicos federais não está carimbado para nenhuma categoria específica, mas o presidente já se comprometeu a destiná-los às forças policiais, o que motivou protestos de outras categorias neste início de ano.

PEC dos Combustíveis

Como se não bastasse, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir o preço dos combustíveis permanece no radar. 

De acordo com um relatório da XP, o governo central pode perder até R$ 240 bilhões com a aprovação da chamada PEC dos Combustíveis — e o impacto no preço da gasolina será de apenas R$ 0,20, no melhor dos cenários. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta busca tirar os impostos federais PIS/Cofins do preço dos combustíveis, além de estender a isenção fiscal à energia elétrica.

Contudo, a medida parece ter caráter eleitoreiro e não respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige compensação para qualquer renúncia tributária. 

Sobe e desce do Ibovespa

Veja as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
PCAR3Pão de Açúcar ONR$ 20,95+7,44%
MRFG3Marfrig ONR$ 23,49+4,68%
BRKM3Braskem ONR$ 49,95+3,63%
BRFS3BRF ONR$ 23,46+3,39%
USIM5Usiminas PNAR$ 16,24+2,40%

Veja também as maiores quedas:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 6,39-7,39%
BIDI11Inter unitR$ 23,45-7,28%
BPAN4Banco Pan PNR$ 9,60-5,88%
IRBR3IRB ONR$ 3,16-5,39%
ALPA4Alpargatas PNR$ 28,75-5,30%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar