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Com o feriado nos EUA e sem a operação das bolsas por lá, a cautela deve prevalecer e a volatilidade aumentar no pregão de hoje
A semana dos mercados financeiros começa com uma dose inesperada de adrenalina. O feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos mantém as bolsas norte-americanas fechadas e deixa o Ibovespa sem sua mais importante referência externa. Em dias assim, a liquidez por aqui costuma ser menor e a volatilidade aumenta.
Não bastasse isso, a baliza externa proporcionada pela Europa na ausência de Wall Street não ajuda. Por lá, os principais índices de ações abriram em queda acentuada nesta segunda-feira (05).
O índice Dax, da bolsa de valores de Frankfurt, é o mais impactado. Simultaneamente, o euro opera no nível mais baixo em duas décadas em relação ao dólar e as cotações do gás natural disparam mais de 30% hoje.
Tudo porque o fluxo do gasoduto operado pela Gazprom Nord Stream 1 — que conduz o gás russo até a Alemanha — foi interrompido por tempo indeterminado.
A empresa alega que a interrupção deriva de um problema técnico ocorrido durante obras de manutenção realizadas no Nord Stream 1 durante a semana passada.
Na avaliação dos europeus, entretanto, trata-se de uma ação com fins políticos ordenada por Moscou. O motivo, segundo eles, seria a adesão de diversos países da Europa a uma iniciativa para impor um teto ao preço do petróleo russo em reação à invasão da Ucrânia.
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Ainda na Europa, o Partido Conservador do Reino Unido deve anunciar o nome de sucessão de Boris Johnson para o cargo de primeiro-ministro, o que injeta ainda mais cautela no exterior.
Por aqui, os investidores aguardam a pausa no meio da semana com o tenso feriado do dia da Independência. Manifestações políticas estão marcadas para o dia — que, vale lembrar, não terá negociações em bolsa — e prometem agitar ainda mais o cenário eleitoral.
Falando no pleito, a mais recente pesquisa de intenções de voto mostrou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a abrir vantagem sobre o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).
Os investidores devem digerir as pesquisas, encarar a falta de liquidez do dia e adotar uma postura mais defensiva antes do feriado. O cenário perfeito para volatilidade, incerteza e possível queda da bolsa local.
Na semana passada, o Ibovespa registrou queda de 1,28%. O dólar à vista também caiu 1,02%, a R$ 5,1848, mas acumulou valorização de 2,10% no período.
Confira o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa hoje
Acredita-se que a indicada para o lugar de Johnson será Liz Truss, atual secretária de Relações Exteriores. Ela é mais conhecida por sua admiração pela ex-primeira-ministra Margaret Thatcher — a Dama de Ferro, conhecida por sua postura extremamente conservadora e que divide opiniões no Reino Unido.
Caso ocorra alguma surpresa, outro nome cotado para o cargo é de Rishi Sunak, que recentemente chefiou o Tesouro britânico. O fato é que o processo de sucessão no Reino Unido mantém a libra esterlina nos níveis mais baixos em relação ao dólar desde 1985.
Com isso, os investidores locais devem encontrar dificuldade para descolar o Ibovespa do clima azedo que prevalece nas bolsas internacionais na manhã de hoje.
Nos próximos dias, os investidores ainda acompanham a decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE), que deve confirmar as expectativas de uma postura mais agressiva (hawkish) por parte da autoridade monetária do Velho Continente.
Além disso, o Livro Bege, com as expectativas do Federal Reserve para a economia dos Estados Unidos também deve movimentar os próximos dias das bolsas. Por fim, os números de inflação da OCDE e da China formam uma tempestade de cautela perfeita para manter os índices no campo negativo.
Enquanto isso, a agenda de indicadores econômicos locais está bastante esvaziada nesta semana. Com exceção dos dados oficiais da inflação de agosto, previstos para a sexta-feira, nenhum outro indicador relevante é esperado para os próximos dias no Brasil.
Desse modo, as atenções se voltam para o andamento da campanha eleitoral. Mais especificamente, os investidores estão de olho nas celebrações do 7 de Setembro, que manterão o Ibovespa fechado na quarta-feira.
O presidente Jair Bolsonaro tem conclamado seus apoiadores a saírem às ruas “pela última vez”. São esperados desfiles e protestos para acompanhar os 200 anos da independência do Brasil.
Depois de ver sua vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) diminuir na semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respira um pouco na pesquisa BTG/FSB divulgada hoje.
O petista registrou 42% de intenções de voto, enquanto o atual presidente tem 34% no primeiro turno.
No mesmo levantamento, Simone Tebet (MDB) voltou a crescer e se aproximou de Ciro Gomes (PDT) na disputa pelo terceiro lugar. O pedetista teve 8% das intenções de voto, enquanto a senadora registrou 6%, empatando na margem de erro com o ex-ministro.
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