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A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
O final de semana foi positivo para o mercado de criptomoedas. Depois de tocar o piso dos US$ 33 mil, o bitcoin (BTC) finalmente conseguiu superar o patamar de US$ 37 mil e acumular alta de 10,68% nos últimos sete dias.
No último dia de janeiro, a maior criptomoeda do mundo operava em queda de 2,16%, cotada a US$ 37.183,84 (R$ 200.523,82) por volta das 11h desta segunda-feira (31). O movimento é parecido com os demais ativos digitais do mercado:
| # | Nome | Preço | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 37.183,84 | -2,16% | 10,68% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.550,27 | -2,63% | 14,66% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | 0,01% | -0,05% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 373,27 | -2,99% | 8,35% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 1,00 | 0,00% | -0,05% |
| 6 | Cardano (ADA) | US$ 1,02 | -3,59% | 4,92% |
| 7 | Solana (SOL) | US$ 90,74 | -4,90% | 10,78% |
| 8 | XRP (XRP) | US$ 0,5863 | -4,99% | 4,92% |
| 9 | Terra (LUNA) | US$ 46,25 | -5,54% | -22,67% |
| 10 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,1386 | -2,66% | 8,95% |
Com a bolsa brasileira aberta, o mercado de fundos de índice (ETF, em inglês) com correlação em criptomoedas também sente o vai e vem do mercado:
Você pode clicar aqui para saber mais sobre cada um dos ETFs da bolsa brasileira. Confira o preço dos principais ativos negociados na B3 (por volta das 11h30):
| Ticker | Gestora | Preço | Variação (24h%) |
| HASH11 | Hashdex | R$ 51,10 | -1,69% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 64,30 | -4,17% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 64,59 | -1,39% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 17,15 | -0,41% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 15,73 | -0,51% |
Desde o final da semana passada, há uma expectativa com a proposta de lei de regulação do mercado de criptomoedas do presidente americano Joe Biden.
A publicação deve ser divulgada no início de fevereiro, segundo a Casa Branca — ou seja, em menos de uma semana. Mas os investidores já estão com a pulga atrás da orelha.
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De acordo com um documento preliminar da Bloomberg, Biden deve assinar o documento junto com órgãos reguladores americanos como a SEC, a CVM americana, e destacar a alta volatilidade e o perigo das criptomoedas.
O destaque negativo para a “sangria” do mercado vai para o ethereum (ETH). A segunda maior criptomoeda do mundo acendeu a luz vermelha para o risco de uma desvalorização acima do esperado.
De acordo com dados do Cointelegraph, o ETH caiu para os US$ 2.159,92 em 24 de janeiro, o que criou um padrão chamado de “bandeira vermelha do bear market”.
Isso significa que os analistas esperam uma queda para a casa dos US$ 2 mil, ou um recuo de 17% em relação às cotações atuais.
Desde as máximas históricas, o éter já caiu mais de 47% e acumula baixa de 30,4% só este ano.
O ethereum é o segundo maior projeto em criptomoeda do mundo porque abriga diversos ecossistemas dentro da sua rede (blockchain), como Solana (SOL) e Polkadot (DOT), entre outras.
Com isso, o crescimento dessas outras criptomoedas também influencia diretamente o desempenho do ETH. Além disso, o ethereum é um dos projetos mais promissores para os próximos anos com o surgimento do metaverso e da web 3.0.
É difícil de pensar em 2022 sem pensar nas propostas que tramitam no Congresso Nacional — tanto aqui quanto nos Estados Unidos — e como isso afeta o preço das criptomoedas. Confira o nosso último Papo Cripto com a representante da Binance no Brasil, Mayra Siqueira:
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