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O BOVA11, administrado pela BlackRock, é hoje o ETF de Ibovespa mais líquido do mercado, com R$ 14 bilhões sob gestão
A batalha dos ETFs de Ibovespa acaba de ganhar um novo capítulo. Depois de ver a movimentação de XP Investimentos, BTG Pactual e Itaú Asset, a BlackRock é mais uma que decidiu derrubar a taxa de administração do seu ETF BOVA11 para 0,10% ao ano.
Com R$ 14,36 bilhões sob gestão, o fundo de índice da BlackRock é o mais líquido das oito opções que seguem o Ibovespa e que se encontram hoje no mercado. Segundo Daniel Lobo, estrategista de ETFs da companhia, o BOVA11 foi duas vezes mais negociado do que qualquer outro ETF que segue o principal índice da B3 nos últimos 20 dias.
A movimentação da BlackRock aquece ainda mais o mercado de fundos de índice no país. Em 2021, três novos ETFs que seguem o Ibovespa foram lançados. Para se manterem competitivos e atraírem novos investidores, os bancos e corretoras têm apostado em taxas cada vez mais baixas.
A XP Investimentos zerou a taxa administrativa do seu fundo de Ibovespa até que o BOVX11 chegue a R$ 1 bilhão em patrimônio. Depois disso, a taxa voltará a ser de 0,15% ao ano. O título de segundo ETF mais barato do mercado está agora com o BTG Pactual, que cobra 0,03% ao ano.
Embora uma taxa atrativa seja um dos itens a serem observados na hora de escolher um ETF, lembre-se de que essa não é a única característica que importa. Neste vídeo eu dou cinco outras dicas para você escolher o melhor ETF para a sua carteira. Assista:
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