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Empresa não deve manter o ritmo de crescimento de receitas e espera impacto mais forte de atualização no sistema iOS que limita anúncios personalizados
O Facebook teve um lucro de US$ 10,394 bilhões no segundo trimestre, em uma alta anual de 101% — por ação, o valor chega a US$ 3,61, acima da estimativa de analistas, de US$ 3,03, de acordo com dados da Refinitiv.
A receita da gigante de tecnologia foi de US$ 29,08 bilhões no período, enquanto analistas esperavam que a cifra chegasse a US$ 27,89 bilhões. O número representa uma alta anual de 56%.
Houve uma influência do avanço da receita por anúncio, que foi impulsionada por uma alta de 47% do preço médio das propagandas e pelos ganhos de 6% no número de visualizações.
O número de usuários ativos diários do Facebook bateu 1,91 bilhão, dentro das estimativas reunidas pela StreetAccount. Mensalmente, foram 2,90 bilhões de usuários, contra 2,91 bilhões esperados pelo mercado.
A gigante de tecnologia também informou uma melhora da margem operacional, de 32% para 43% em um ano, mas aumentou em 122% as provisões com impostos, a US$ 2,119 bilhões.
Por volta das 17h40, as ações da companhia caíam mais de 3% no after-market, em reação ao aviso da companhia de que espera uma desaceleração "significativa" do crescimento de receita na segunda metade deste ano.
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A comparação consideraria o ano de 2019, já que os dados do período da pandemia são atípicos.
Segundo o Facebook, a partir do terceiro trimestre haverá um impacto maior nas receitas por anúncios segmentados por conta de uma mudança promovida pela Apple no sistema operacional iOS.
A atualização permite que usuários de iPhone e iPad limitem as empresas de rastrear a atividade nos dispositivos, impactando nos anúncios personalizados — promovidos pelo Facebook, entre outras companhias
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